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Meus caros,
Pacientes somos nós, pois até agora não tomamos providência.
Diretor ganhando R$15.000,00 (quize mil reais), são necessários 18 (dezoito) contribuintes que possuam dois dependentes para pagar apenas um deles.
Isto quer dizer que uma agencia com o quadro de 18 empregados trabalha apenas para isso.
Minha pergunta é se realmente tem como defender a CASF, diante destes absurdos??
Quanto ao comentário " A CASF É NOSSA". Eu discordo, pois nenhum de nós conconrdamos com esses aumentos e com a contribuições extras.
A Casf é da diretoria.
Pacientes somos nós, pois até agora não tomamos providência.
Diretor ganhando R$15.000,00 (quize mil reais), são necessários 18 (dezoito) contribuintes que possuam dois dependentes para pagar apenas um deles.
Isto quer dizer que uma agencia com o quadro de 18 empregados trabalha apenas para isso.
Minha pergunta é se realmente tem como defender a CASF, diante destes absurdos??
Quanto ao comentário " A CASF É NOSSA". Eu discordo, pois nenhum de nós conconrdamos com esses aumentos e com a contribuições extras.
A Casf é da diretoria.
Colegas:
Sabemos dos problemas estruturais da CASF. Isso vem se acumulando a décadas. O valor do índice de reajuste, 12%, pesa muito em nosso orçamento. Sobre esse assunto, faço alguns esclarecimentos(novamente):
- Quem aprova o índice de rejuste, baseado em cálculo atuarial, é o CONDEL-conselho deliberativo, composto por 5 membros(3 da diretoria da CASF + 2 da AEBA e AABA);
- A AEBA propos o índice de 9,6%, enquanto que a diretoria da CASF propos 12,26%. A AABA defendeu 12% e a diretoria da CASF aceitou. A AEBA fez nova proposta, de 11%; mas foi rejeitada, pois segundo os membros do CONDEL, este índice ficava abaixo do cálculo atuarial no intervalo 11,12% ><18,89%;
- lembrando que a ANS ainda não divulgou o índice de reajuste dos planos de mercado, pois esse índice será reajustado o reembolso saúde-basa. Se for de 9% 10%, a diferença é que será efetivamente o reajuste do Plancasf;
- Por último, lembro que no próximo ano, em abril, haverá eleição para a diretoria da CASF. Será a hora da mudança.Ou perderemos novamente o bonde da história....
Marlon George
AEBA
Sabemos dos problemas estruturais da CASF. Isso vem se acumulando a décadas. O valor do índice de reajuste, 12%, pesa muito em nosso orçamento. Sobre esse assunto, faço alguns esclarecimentos(novamente):
- Quem aprova o índice de rejuste, baseado em cálculo atuarial, é o CONDEL-conselho deliberativo, composto por 5 membros(3 da diretoria da CASF + 2 da AEBA e AABA);
- A AEBA propos o índice de 9,6%, enquanto que a diretoria da CASF propos 12,26%. A AABA defendeu 12% e a diretoria da CASF aceitou. A AEBA fez nova proposta, de 11%; mas foi rejeitada, pois segundo os membros do CONDEL, este índice ficava abaixo do cálculo atuarial no intervalo 11,12% ><18,89%;
- lembrando que a ANS ainda não divulgou o índice de reajuste dos planos de mercado, pois esse índice será reajustado o reembolso saúde-basa. Se for de 9% 10%, a diferença é que será efetivamente o reajuste do Plancasf;
- Por último, lembro que no próximo ano, em abril, haverá eleição para a diretoria da CASF. Será a hora da mudança.Ou perderemos novamente o bonde da história....
Marlon George
AEBA
Já não sou da CASF, não aderi a CAPAF e serei daqui uns dias um Ex-Escravo, quando deixar o Banco.
Não adianta gente. O Banco da Amazônia está com os dias contados.
Se preparem para o pior!
Não adianta gente. O Banco da Amazônia está com os dias contados.
Se preparem para o pior!
Merece transferência só quem, de fato, trabalha!
Bons funcionários são aceitos em qualquer lugar! Gestores conversam entre si antes de "rolar" a transferência, e acreditem: Problemas não são transferidos!
Todo bom funcionário consegue ir para onde quiser.
Seja um exemplo na sua agência que todos passarão a te "querer"!
Bons funcionários são aceitos em qualquer lugar! Gestores conversam entre si antes de "rolar" a transferência, e acreditem: Problemas não são transferidos!
Todo bom funcionário consegue ir para onde quiser.
Seja um exemplo na sua agência que todos passarão a te "querer"!
CASF – Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco da Amazônia
No mês de junho (12.06.13) encaminhei por E-mail um comentário sobre o Banco da Amazônia e solicitei que se verificasse a conveniência de publicá-lo na página dessa Associação. Como o documento não foi veiculado, ficou entendido que não houve interesse da direção dessa Entidade de assim fazê-lo. Entre os assuntos que tratei naquela oportunidade um, de forma direta atinge o cotidiano deste postulante, e outros, de forma indireta, convergem para este extremado caso do nosso Plano de Saúde. Desta feita, como sou visitante habitual do site, fiquei conhecendo nos detalhes as opiniões de inúmeros colegas da ativa sobre a situação da CASF, principalmente a maneira como eles extravasam suas críticas e orientam a fuga dos demais, para outros Planos, com excepcional indicação à UNIMED. A solução não é tão simples como possa parecer. Os demais Planos – afora os de autogestão – são seletivos e apropriados aqueles de melhores faixas salariais, ainda assim, as reclamações contra eles são uma constante nessa página, já li inúmeras contra a UNIMED, e as há muito recentes. O Diário do Pará, edição de domingo (14.07.13), pág. A4, publicou uma matéria interessante sobre irregularidades dessas Entidades, a UNIMED em evidência. No nosso caso específico, as dificuldades (conforme abordei no texto citado no início da postagem) decorrem da hoje insignificante participação financeira do empregador (BASA), e dos baixos salários que paga aos seus empregados. Sendo esta a questão que tem de ser priorizada, sem, contudo, omitir do conjunto, os itens relativos à remuneração inexequível da Diretoria e seus auxiliares, dos custos administrativos e demais despesas que constituem o orçamento global da Entidade. Não seria demasiado esperar que todas estas questões vitais para a sustentação da CASF sejam discutidas em conjunto com a AABA, AEBA e a própria direção do BASA, sem esquecer-se de atrair para o debate, políticos verdadeiramente representativos e pessoas da sociedade civil organizada, se for o caso. Por fim, sugiro a leitura do Relatório Anual de Gestão, do exercício de 2012, em cujos quadros podemos vislumbrar algumas superações numéricas e um prenúncio de novas proposições.
No mês de junho (12.06.13) encaminhei por E-mail um comentário sobre o Banco da Amazônia e solicitei que se verificasse a conveniência de publicá-lo na página dessa Associação. Como o documento não foi veiculado, ficou entendido que não houve interesse da direção dessa Entidade de assim fazê-lo. Entre os assuntos que tratei naquela oportunidade um, de forma direta atinge o cotidiano deste postulante, e outros, de forma indireta, convergem para este extremado caso do nosso Plano de Saúde. Desta feita, como sou visitante habitual do site, fiquei conhecendo nos detalhes as opiniões de inúmeros colegas da ativa sobre a situação da CASF, principalmente a maneira como eles extravasam suas críticas e orientam a fuga dos demais, para outros Planos, com excepcional indicação à UNIMED. A solução não é tão simples como possa parecer. Os demais Planos – afora os de autogestão – são seletivos e apropriados aqueles de melhores faixas salariais, ainda assim, as reclamações contra eles são uma constante nessa página, já li inúmeras contra a UNIMED, e as há muito recentes. O Diário do Pará, edição de domingo (14.07.13), pág. A4, publicou uma matéria interessante sobre irregularidades dessas Entidades, a UNIMED em evidência. No nosso caso específico, as dificuldades (conforme abordei no texto citado no início da postagem) decorrem da hoje insignificante participação financeira do empregador (BASA), e dos baixos salários que paga aos seus empregados. Sendo esta a questão que tem de ser priorizada, sem, contudo, omitir do conjunto, os itens relativos à remuneração inexequível da Diretoria e seus auxiliares, dos custos administrativos e demais despesas que constituem o orçamento global da Entidade. Não seria demasiado esperar que todas estas questões vitais para a sustentação da CASF sejam discutidas em conjunto com a AABA, AEBA e a própria direção do BASA, sem esquecer-se de atrair para o debate, políticos verdadeiramente representativos e pessoas da sociedade civil organizada, se for o caso. Por fim, sugiro a leitura do Relatório Anual de Gestão, do exercício de 2012, em cujos quadros podemos vislumbrar algumas superações numéricas e um prenúncio de novas proposições.
A respeito da matéria na qual o poster que se assina sob o codinome "Alea jacta est" manifestando o seu desapontamento, "tal é a censura praticada contra os seus textos", como afirma, temos a informar:
1. O espaço "Opinião", que a AEBA dispõe aos seus associados é e continuará sendo democrático. Não faz parte da linha editorial do espaço a prática de censurar ou cercear a livre manifestação do pensamento de qualquer usuário.
2. Não obstante, como instituição ´séria e responsável pelos seus atos, a AEBA, jamais assumirá a responsabilidade de terceiros quanto a matérias onde a acusação sobre pessoas ou entes juridicamente constituídos se denotem meramente especulativo ou opinativo, sem a devida fundamentação. Exemplo: se alguém afirma que outrem, pessoa física ou jurídica cometeu ilícito, tipo pagar figurantes para ludibriar a opinião pública, e o faz sem qualquer prova, não é a AEBA quem vai assumir as consequências de ato tão inconsequente. O poster “Alea jacta est”, bem sabe do que falamos. Assumir a publicação de anônimos sem qualquer respaldo para sobre ela responder transpõe os limites da razão e não se inclui na linha editorial do espaço “opinião” da nossa página eletrônica. Na a ver com censura, mas com o senso de responsabilidade que o próprio ofício de dirigir uma entidade como a AEBA nos impõe.
3. Finalmente, sem o propósito de enfrentamento, cabe aqui dizer que desde quando o poster “Alea jacta est” assim se denominou, até a presente data, são inúmeros os registros das postagens do cognominado “Alea jacta est” no espaço “Opinião”, como também todos os comentários sobre as suas postagens, muitos dos quais tecendo elogios às suas abordagens.
4. Porque tão injusta, a manifestação do “Alea jacta est” aqui citada nos deixa dúvida acerca da sua própria autoria, diante da linhagem com que sempre pautou as suas matérias. E assim, acaba reforçando a tese daqueles que se confessam contrários ao uso do anonimato nas postagens que transitam na nossa página eletrônica.
Ass. AEBA/Comunicação.
1. O espaço "Opinião", que a AEBA dispõe aos seus associados é e continuará sendo democrático. Não faz parte da linha editorial do espaço a prática de censurar ou cercear a livre manifestação do pensamento de qualquer usuário.
2. Não obstante, como instituição ´séria e responsável pelos seus atos, a AEBA, jamais assumirá a responsabilidade de terceiros quanto a matérias onde a acusação sobre pessoas ou entes juridicamente constituídos se denotem meramente especulativo ou opinativo, sem a devida fundamentação. Exemplo: se alguém afirma que outrem, pessoa física ou jurídica cometeu ilícito, tipo pagar figurantes para ludibriar a opinião pública, e o faz sem qualquer prova, não é a AEBA quem vai assumir as consequências de ato tão inconsequente. O poster “Alea jacta est”, bem sabe do que falamos. Assumir a publicação de anônimos sem qualquer respaldo para sobre ela responder transpõe os limites da razão e não se inclui na linha editorial do espaço “opinião” da nossa página eletrônica. Na a ver com censura, mas com o senso de responsabilidade que o próprio ofício de dirigir uma entidade como a AEBA nos impõe.
3. Finalmente, sem o propósito de enfrentamento, cabe aqui dizer que desde quando o poster “Alea jacta est” assim se denominou, até a presente data, são inúmeros os registros das postagens do cognominado “Alea jacta est” no espaço “Opinião”, como também todos os comentários sobre as suas postagens, muitos dos quais tecendo elogios às suas abordagens.
4. Porque tão injusta, a manifestação do “Alea jacta est” aqui citada nos deixa dúvida acerca da sua própria autoria, diante da linhagem com que sempre pautou as suas matérias. E assim, acaba reforçando a tese daqueles que se confessam contrários ao uso do anonimato nas postagens que transitam na nossa página eletrônica.
Ass. AEBA/Comunicação.
Se e a AEBA publicasse o texto que sofreu censura, os leitores desse espaço iriam chegar a conclusão de que não há motivo para atitude tão extrema por parte desta Associação.
Ora, o fato a que a AEBA se refere em seu texto - "se alguém afirma que outrem, pessoa física ou jurídica cometeu ilícito, tipo pagar figurantes para ludibriar a opinião pública, e o faz sem qualquer prova, não é a AEBA quem vai assumir as consequências de ato tão inconsequente" - não é um ato inconsequente não, é um assunto de domínio público que foi noticiado na grande imprensa do sul do país e esses meios de comunicação não sofreram nenhum tipo de contestação na justiça por aqueles supostamente ofendidos na matéria. E depois, desde quando pagar pessoas para empunhar bandeiras numa manifestação constitui ato ilícito ? Me desculpem, mas a justificativa apresentada para a não publicação do texto não se sustenta.
Ora, o fato a que a AEBA se refere em seu texto - "se alguém afirma que outrem, pessoa física ou jurídica cometeu ilícito, tipo pagar figurantes para ludibriar a opinião pública, e o faz sem qualquer prova, não é a AEBA quem vai assumir as consequências de ato tão inconsequente" - não é um ato inconsequente não, é um assunto de domínio público que foi noticiado na grande imprensa do sul do país e esses meios de comunicação não sofreram nenhum tipo de contestação na justiça por aqueles supostamente ofendidos na matéria. E depois, desde quando pagar pessoas para empunhar bandeiras numa manifestação constitui ato ilícito ? Me desculpem, mas a justificativa apresentada para a não publicação do texto não se sustenta.
Afinal, quando vai sair a lista dos "promovidos"? Só dia 31.12?
estamos de acordo com a AEBA referente Alea jecta/desapontamento 17/07, vez que evidenciamos que as postagens aqui colocadas abragem todos os assuntos, por falar nisso, já resolvido o problema CAPAF, no nosso entender, vamos trabalhar em favor da CASF, como uma entidade nossa, que deverá ser fortalecida e corrigida no que for possível, pois se RUIM COM ELA, PIOR SEM ELA.
Li através da imprensa, que os manifestantes vao voltar às ruas e continuar com suas manifestações. Ja que estamos em plena campanha salarial e a cidade vai virar um cáos. Agora aproveitando a greve da categoria bancária, seria bom atacar esses banqueiros, aqueles que roubam seus clientes com juros altos e o governo da cobertura a esses banqueiros sanguessugas. Soube também, que vao atacar os supermercados, aqueles que praticam preços abusivos e que esse tal de PROCON não faz nada pra defender a população e é conivente com esses empregados.Vem chumbo grosso por ai,vou pagar pra ver.
Já cheguei a conclusão que é mais fácil o banco falir do que se conseguir uma transferência.
Funcionários insatisfeitos, ganhando pouco e, ainda, tendo que arcar com aluguel (caro) entre outras despesas.
Seria muito mais sensato o banco se tocar que, com essas transferências resolveriam 2 problemas...
O funcionário estaria satisfeito e, trabalharia com mais vontade, além de diminuir seu endividamento.
Mas, como disse anteriormente...conseguir participar do processo de transferência é sorte ou o famoso "QI"...
Funcionários insatisfeitos, ganhando pouco e, ainda, tendo que arcar com aluguel (caro) entre outras despesas.
Seria muito mais sensato o banco se tocar que, com essas transferências resolveriam 2 problemas...
O funcionário estaria satisfeito e, trabalharia com mais vontade, além de diminuir seu endividamento.
Mas, como disse anteriormente...conseguir participar do processo de transferência é sorte ou o famoso "QI"...
Nem o mais otimista acredita que a Casf é viável. O negocio saúde só se viabiliza em alta escala, compartilhando estrutura e com eficiência operacional.
Pergunto:
A) somos só seis/sete mil vidas dispersa em imensa extensão territorial, qual o mágico que pode apresentar um projeto sustentável para a questão ?
B) qual estrutura médica se atreveria a compartilhar com a inexpressiva Casf ?
Passou o momento de pularmos fora dessa canoa. Discutimos essa questão há vinte anos e não evoluímos. Acreditar que o Banco bancará isto é crer em Papai Noel.
Sejam prudentes.
Pergunto:
A) somos só seis/sete mil vidas dispersa em imensa extensão territorial, qual o mágico que pode apresentar um projeto sustentável para a questão ?
B) qual estrutura médica se atreveria a compartilhar com a inexpressiva Casf ?
Passou o momento de pularmos fora dessa canoa. Discutimos essa questão há vinte anos e não evoluímos. Acreditar que o Banco bancará isto é crer em Papai Noel.
Sejam prudentes.
Colegas,
Penso que o caso CASF, deve ser debatida a partir da busca de uma solução interna. Elevação da contribuição do banco, busca do aumento da rede de credenciados e do nr. de associados. A CASF e demais planos de saúde são uma consequência do péssimo serviço público de saúde. Logo, a melhoria deste deve ser uma luta contínua de todos nós. Não nos enganemos, com os índices atuais de aumento, daqui a menos de 10 anos, os salários não comportarão essa despesa.
Pra quem defende a migração para a UNIMED, leiam a notícia abaixo publicada no C. Braziliense de hoje.
A grande questão é que mercantilizaram os serviços públicos básicos. E esta deve ser a luta maior de todos nós. Não adianta tentar cobrir o sol com a peneira. Devemos combater todos os governos que insistirem nesta mesma política.
CORREIO BRAZILIENSE - 16.07.13
Crise na Unimed afeta 56 mil beneficiários no Centro-Oeste e Tocantins Usuários da unidade Centro-Oeste e Tocantins da operadora terão que procurar outros planos de saúde
Ana Carolina Dinardo
Bárbara Nascimento
Publicação: 16/07/2013 06:03 Atualização: 16/07/2013 08:33
Mais de 56 mil beneficiários da Unimed Centro-Oeste e Tocantins correm o risco de ficar sem os serviços da empresa. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decretou a alienação da carteira de usuários da operadora. Se a decisão não for revertida, eles terão que migrar para outros planos. O convênio, que atravessa situação financeira delicada, ainda tem 30 dias para tentar negociar a suspensão da medida.
O caso ilustra a grave crise instaurada no sistema Unimed, que conta hoje com 360 cooperativas independentes. Um total de 39,1 mil beneficiários de quatro operadoras vinculadas à empresa passam pela mesma situação: já tiveram que buscar outros planos, por meio da chamada portabilidade. Caso isso ocorra na Unimed Centro-Oeste e Tocantins, esse número subirá para 95,5 mil.
Penso que o caso CASF, deve ser debatida a partir da busca de uma solução interna. Elevação da contribuição do banco, busca do aumento da rede de credenciados e do nr. de associados. A CASF e demais planos de saúde são uma consequência do péssimo serviço público de saúde. Logo, a melhoria deste deve ser uma luta contínua de todos nós. Não nos enganemos, com os índices atuais de aumento, daqui a menos de 10 anos, os salários não comportarão essa despesa.
Pra quem defende a migração para a UNIMED, leiam a notícia abaixo publicada no C. Braziliense de hoje.
A grande questão é que mercantilizaram os serviços públicos básicos. E esta deve ser a luta maior de todos nós. Não adianta tentar cobrir o sol com a peneira. Devemos combater todos os governos que insistirem nesta mesma política.
CORREIO BRAZILIENSE - 16.07.13
Crise na Unimed afeta 56 mil beneficiários no Centro-Oeste e Tocantins Usuários da unidade Centro-Oeste e Tocantins da operadora terão que procurar outros planos de saúde
Ana Carolina Dinardo
Bárbara Nascimento
Publicação: 16/07/2013 06:03 Atualização: 16/07/2013 08:33
Mais de 56 mil beneficiários da Unimed Centro-Oeste e Tocantins correm o risco de ficar sem os serviços da empresa. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decretou a alienação da carteira de usuários da operadora. Se a decisão não for revertida, eles terão que migrar para outros planos. O convênio, que atravessa situação financeira delicada, ainda tem 30 dias para tentar negociar a suspensão da medida.
O caso ilustra a grave crise instaurada no sistema Unimed, que conta hoje com 360 cooperativas independentes. Um total de 39,1 mil beneficiários de quatro operadoras vinculadas à empresa passam pela mesma situação: já tiveram que buscar outros planos, por meio da chamada portabilidade. Caso isso ocorra na Unimed Centro-Oeste e Tocantins, esse número subirá para 95,5 mil.
C A S F
Muito sensata a posição do colega Costa, a respeito da CASF. A CASF deve ser avaliada, o quantitativo do seu quadro administrativo, a sua política salarial, de modo a se detectar onde estão as gorduras que podem ser cortadas. Concordo quando se fala dos altos salários da Administração. Baseado em que foram estabelecidos essas faixas salariais? Querem comparar os salários dos administradores do Banco com os da CASF, contando com o CAF e tudo mais? Não deve ser essa a forma de aferição salarial dos administratores, nem tampouco com a CAPAF. AEBA e AABA, devem se unir, estudar e elaborar uma proposta de reabilitar a CASF e propor ao Conselho Superior.
Muito sensata a posição do colega Costa, a respeito da CASF. A CASF deve ser avaliada, o quantitativo do seu quadro administrativo, a sua política salarial, de modo a se detectar onde estão as gorduras que podem ser cortadas. Concordo quando se fala dos altos salários da Administração. Baseado em que foram estabelecidos essas faixas salariais? Querem comparar os salários dos administradores do Banco com os da CASF, contando com o CAF e tudo mais? Não deve ser essa a forma de aferição salarial dos administratores, nem tampouco com a CAPAF. AEBA e AABA, devem se unir, estudar e elaborar uma proposta de reabilitar a CASF e propor ao Conselho Superior.
VAMOS COM CALMA, A CASF É NOSSA, E NÓS É QUE TEMOS CONDIÇÃO DE CORRIGIR OS PROBLEMAS INERENTES AO CONTECTO NACIONAL DE SAUDE PRIVADA, NÃO ADIANTA MUDAR, OUTRAS INSTITUIÇÕES RECLAMAM MUITO MAIS.
Esse é o crime praticado pelas gestões da CASF ao longo dos anos. Estamos pagando a conta de programas como:
- Plano família, que trouxe para a base muitas pessoas com elevada necessidade de serviços médicos;
- Falta de ação das demandas feitas por contribuintes localizados no interior do Estado;
- Pouca adesão de novos funcionários;
- Gastos excessivos com a gestão (pessoal e sálários);
- Plano família, que trouxe para a base muitas pessoas com elevada necessidade de serviços médicos;
- Falta de ação das demandas feitas por contribuintes localizados no interior do Estado;
- Pouca adesão de novos funcionários;
- Gastos excessivos com a gestão (pessoal e sálários);
Ninguém é obrigado a aderir, ainda bem, pois quem está ingressando no Banco ou quem tem pouco tempo, já sabe que é uma barca furada e vai logo para a UNIMED.
A CAPAF, mandou-me um ofício, dizendo o seguinte: Ilmo(A)fulano de tal. Prezado Senhor(A)A Superitendência Nacional de Previdencia Complementar -PREVIC, por meio da portaria N-108, de 07/03/2013, publicada no Diário Oficial da união de 08/03/2013, decretou a liquidaçao extrajudicial do Plano de Benefício Definido, administrado pela CAPAF e inscritono Cadastro Nacional de Planos de Benefícios (CNPB) sob o no 1981.0014-92,tendo sido nomeado administrador especial o senhor Nivaldo Alves Nunes, conforme Portaria PREVIC n-109, de 07/03/2013, também publicada no Diário Oficial da União de 08/03/2013. 2- O artigo 50 da Lei Complementar n-109, de 29/05/2001, estabelece que o liquidante organizará o Quadro Geral de Credores , realizará o ativo e liquidará o passivo.De acordo com a legislação vigente , a decretação da liquidação extrajudicial cessa o funcionamentodo Plano BD , com a consequente suspensão do desconto Contribuição CAPAF, passando os participantes e assistidos a terem direito a um crédito que será apurado com base nas reservas individuais atuarialmente calculadas e nas disponibilidades de recursos existentes, cessando assim o pagamento a titulo de benefício. Enquanto o processo de organização do Quadro Geral de Credores não for concluido , e como forma de minimizar o impacto da liquidação extrajudicial do plano BD, principalmente el relação aos assistidos,estão sendo efetuadas antecipações de rateio de créditos exclusivamente entre os participantes que ja vinham recebendo benefícios ou que tinham implementados as condiço~es de recebe-los antes da decretação da liquidação.5. Cabe registrar que eventuais pagamentos aos assistidos do Plano BD estão subordinados à decisão judicial referente ao Proc.0000302-75.2011.5.08.0008, 8 Vara de Trabalho de Belém/PA. Uma das cláusulas diz o seguinte: que estão sendo efetuadas antecipações de rateio de créditos exclusivamente entre os participantes que ja vinham recebendo benefícios ou que tinham implementado as condições de recebe-los antes da decretação da liquidação.Eu pergunto: o que quer dizer tudo isso? Alguém pode me explicar ? Traz aqui na tela.
Esperamos que os peixões não abortem os seus peixinhos em Agências que já tem o quadro funcional comprometido com despesas Administrativas.
Fiquem de olho. Sempre acontece.
Fiquem de olho. Sempre acontece.
HÁ QUEM DIGA QUE O BANCO POR CONTA DOS ALTOS VALORES QUE AINDA DESOMBOLSA COM A AÇÃO AABA, VAI TENTAR REDUZIR AO MÁXIMO AUMENTO QUE REPASSE AOS APOSENTADOS, PREFERINDO OUTRAS VANTÁGENS SÓ REPASSADA AOS DA ATIVA.
AABA, FIQUE DE OLHO
AABA, FIQUE DE OLHO
