
AEBA pede explicações para a CGU sobre a contratação de R$39 milhões em uma operação com Letras Financeiras do Banco Master, sem garantia e com risco BBB.
Em 2005 o BASA sofreu a vergonha de ter feito negócios com o capenga Banco Santos e, nos parece que agora, o mesmo pode acontecer com uma operação financeira incomum em nossa tesouraria, ou seja, comprar risco abaixo de A e sem garantia, com um banco que está dando o que falar na imprensa.
Qual o motivo? Quem mandou? Por que esse banco? Por que esse tipo de operação?
