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Não sou refugo do mercado. Estou aqui porque EU quero.
Fiz o concurso e optei trabalhar aqui.
Agora: Quem está reclamando do trabalho é você, meu caro.
Quando o salário não mais me servir, sairei de imediato, pode ter certeza disso.
Só acho que no banco tem TC demais para pouco serviço. Tecnologia é a chave para reduzir drasticamente a mão de obra e a burocracia. É claro que uma redução no quadro de pessoas poderá (eu disse poderá) me afetar. Os cortes virão sobre os menos preparados.
TC é um custo desnecessário.
E outra coisa: É mercado é soberano. É ele quem dita as regras. Tente ir contra isso e verás o resultado.
Boa semana!
Fiz o concurso e optei trabalhar aqui.
Agora: Quem está reclamando do trabalho é você, meu caro.
Quando o salário não mais me servir, sairei de imediato, pode ter certeza disso.
Só acho que no banco tem TC demais para pouco serviço. Tecnologia é a chave para reduzir drasticamente a mão de obra e a burocracia. É claro que uma redução no quadro de pessoas poderá (eu disse poderá) me afetar. Os cortes virão sobre os menos preparados.
TC é um custo desnecessário.
E outra coisa: É mercado é soberano. É ele quem dita as regras. Tente ir contra isso e verás o resultado.
Boa semana!
Eduardo Milléo Bacarat Juiz titular da 9.Vara de Trabalho de Curitiba A greve é um direito individual exerciido coletivamente, conforme se pode inferir dos arts. nono da Constituição e primeiro da Lei de Greve. Individual, porque pertence a cada trabalhador, de forma distinta, incumbindo-lhe decidir sobre o seu exercício; o seu exercício é coletivo, já que a greve deve ser realizada através do sindicato da respectiva categoria profissional (art.quarto da Lei de Greve). Conforme a idéia de "paz social", constitui abuso do direito, a realização da greve durante a vigência de uma convenção coletiva de trabalho (art.14 da Lei de Greve). No entanto, a greve é plenamente justificável durante o período de negociacão tendente a celebração da convenção coletiva. A greve, na verdade, é a única arma legítima que os empregados possuem para alcançar benefícios sociais importantes, forçando o empregador a negociar. E a greve só alcança seu objetivo se consegue causar incômodos ou prejuízos ao empregador, de forma com que faça que este negocie as reivindicações dos trabalhadores. Note-se, por outro lado, que a greve deve causar prejuízo apenas ao empregador, mas não à sociedade.
Por isso, a Lei de Greve elencou, taxativamente, as aividades consideradas essenciais, de forma que, apenas em relação a estas, os sindicatos, os empregadores e os trabalhadores ficam obrigados de comum a cordo, a garantir durante a greve, a prestação dos serviços indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade. (art.11). De acordo com a definição legal, exceto o serviço de compensação bancária, o trabalho desenvolvido pelos bancários não é essencial à comunidade. Observa-se, portanto, que a greve dos bancários, deflagrada em razão da negociação que objetivava a celebração de convenção coletiva com vigência a partir de 1 de setembro de 2004 é perfeitamente legítiva e legal.
Observa-se, portanto, que a greve dos bancários, deflagrada em razão da negociação que objetivava a celebração de convenção coletiva com vigência a partir de 1 de setembro de 2015 é perfeitamente legítiva e legal. Se ela causa prejuízo aos Bancos, faz parte do jogo democrático, cujo fundamento está na Constituição da República. À sociedade uncumbe reconhecer o exercício deste direito aos bancários, criando mecanismos que pertitam a vivência harmônica durante o período da greve. Necessária, ainda, uma vigilância constante após o término da greve, seja qual for o seu resultado, para que se evitem dispensas de emprego e/ou comissões que visem a punir empregados que tenham participado da greve, pois estas violariam o princípio da boa-fé objetiva, prevista no art. 422 do Código Civil.
De fato. Tendo em vista a idéia de que empregado e empregador devem agir com lealdade, um para com o outro, durante a relação empregatícia, caracteriza-se-ia abuso do direito de despedir e/ou descomissinar, a instituição financeira que dispensasse o empregado após o término da greve. Ou seja, o Banco que despede o empregado, tão somente por este ter participado da greve, age de forma desleal, pois não respeita o exercício de um direito previsto na Constituição, e que todos os membros da sociedade devem observar. Como, na maioria das vezes, não é possível descobriri a motivação do empregador que dispensa o empregado sem justa causa, nos meses que se seguirem o término da greve dos bancários, a sociedade (em especial os bancários, bancos, sindicatos, DRT, Ministério Público do Trabalho, e Justiça do Trabalho) deverá estar alerta para que sejam coibidas dispensas que visarem a discriminar os bancários grevistas.
Amanhã continuaremos com este tema!!
SAI DO PONTO E VEM PRA GREVE!!!!
Amanhã continuaremos com este tema!!
SAI DO PONTO E VEM PRA GREVE!!!!
Pelo Mapa, todos os Estados aderiram com muita força, mas Rondônia não. Rondônia recebe elogios em razão de bons resultados dos últimos anos. Mas devemos lembrar que, todos os demais estados tiveram sua época de ouro. Naturalmente, toda praça tem o seu momento desaceleração, e aí neste momento que você descobre o seu verdadeiro valor para o Banco. Não haverá compreensão quando as coisas não estiverem boas, e alegar que no passado Rondônia contribuiu muito, não vai servir de argumento, e provavelmente a diretoria nem vai lembrar disso. E não há como negar, muitos dos direitos conquistados foram através de greves, e Rondônia precisa fortalecer esta luta, pois ninguém sabe o dia de Amanhã. RONDÔNIA VEM PARA LUTA!!!
Super RO e Super SP = Vergonha nacional!!!
Peron é o que mais fala e o que menos convence...
FALA SÉRIO!!!!
Peron é o que mais fala e o que menos convence...
FALA SÉRIO!!!!
A greve no banco só prestava quando o Sr. Levy, era presidente do sindicato, agora que a maioria dos funcionários estão aposentados a greve não funciona principalmente para quem é comissionado e aposentado, que tem medo de perder a comissão, o vale alimentação etc. muitos vão morrer no banco, pois fora não sabem da comida para um pinto. , vamos a greve.
"Greve é para os que já fizeram carreira no banco, e não para os mais novos”
Justamente o contrário. O maior número de adesões à greve é do pessoal novo, escriturários, caixas, assistentes. Por que são aqueles que se decepcionaram com a política de promoção pessoal do banco, baseada principalmente na venda de produtos e cumprimento de metas. Formação superior, conhecimento, comprometimento e bom atendimento valem muito pouco aos olhos dos banqueiros e acionistas. Se você é novo e nunca fez greve, converse com os colegas e combinem de entrar juntos.
Atuar coletivamente não adianta nada
Muitos dos direitos que temos hoje, e que motivaram sua entrada no banco, são fruto de muita luta dos bancários: a jornada de 6 horas (que os bancos tentam burlar), o pagamento de horas extras, o auxílio alimentação/refeição, o plano odontológico, entre muitos outros direitos. Quanto menor a adesão à greve, fica mais difícil conquistar o que reivindicamos: aumento do piso, reajuste digno, isonomia para os pós-98, recuperação das perdas salariais, PLR mais justa, jornada de 6 horas para comissionados do BB etc. Por isso, sua adesão é fundamental!
Justamente o contrário. O maior número de adesões à greve é do pessoal novo, escriturários, caixas, assistentes. Por que são aqueles que se decepcionaram com a política de promoção pessoal do banco, baseada principalmente na venda de produtos e cumprimento de metas. Formação superior, conhecimento, comprometimento e bom atendimento valem muito pouco aos olhos dos banqueiros e acionistas. Se você é novo e nunca fez greve, converse com os colegas e combinem de entrar juntos.
Atuar coletivamente não adianta nada
Muitos dos direitos que temos hoje, e que motivaram sua entrada no banco, são fruto de muita luta dos bancários: a jornada de 6 horas (que os bancos tentam burlar), o pagamento de horas extras, o auxílio alimentação/refeição, o plano odontológico, entre muitos outros direitos. Quanto menor a adesão à greve, fica mais difícil conquistar o que reivindicamos: aumento do piso, reajuste digno, isonomia para os pós-98, recuperação das perdas salariais, PLR mais justa, jornada de 6 horas para comissionados do BB etc. Por isso, sua adesão é fundamental!
“Fechar agência e continuar trabalhando ajuda a greve”
O número de agências fechadas é importante, pressiona o público e a mídia, dá visibilidade à nossa luta. Mas para pressionar os banqueiros o que conta é o número de pessoas fora do ponto, é assim que eles sabem o nível de adesão à greve. Quanto mais gente na luta, mais rápido eles serão obrigados a ceder! Portanto, SAI DO PONTO E VEM PRA LUTA!
“Meu projeto não é ficar no banco”
Esse é o plano de muitos funcionários mais novos, que se decepcionam e estão estudando para concurso ou querem trabalhar na sua área de formação. Porém, as conquistas que a mobilização pode nos dar certamente vão ajudar para que os anos que pela frente sejam menos sacrificantes e penosos. Além disso, sua luta vai ajudar os colegas que precisam ou querem continuar nos bancos.
Contra o assédio aos grevistas!
Sai do ponto e vem pra luta!
O número de agências fechadas é importante, pressiona o público e a mídia, dá visibilidade à nossa luta. Mas para pressionar os banqueiros o que conta é o número de pessoas fora do ponto, é assim que eles sabem o nível de adesão à greve. Quanto mais gente na luta, mais rápido eles serão obrigados a ceder! Portanto, SAI DO PONTO E VEM PRA LUTA!
“Meu projeto não é ficar no banco”
Esse é o plano de muitos funcionários mais novos, que se decepcionam e estão estudando para concurso ou querem trabalhar na sua área de formação. Porém, as conquistas que a mobilização pode nos dar certamente vão ajudar para que os anos que pela frente sejam menos sacrificantes e penosos. Além disso, sua luta vai ajudar os colegas que precisam ou querem continuar nos bancos.
Contra o assédio aos grevistas!
Sai do ponto e vem pra luta!
“Não pagar greve é antiético”
Os bancos querem nos fazer pensar assim, para nos cobrar e nos sentirmos culpados. Mas a greve é um direito garantido pela CLT, e sua força está justamente nas horas não trabalhadas e no prejuízo que isso causa aos empresários. Por isso, não pode ser que a paralisação se transforme na transferência de horas de trabalho de um período para outro (não trabalhamos um período para depois trabalhar muito mais). Não há nada na Lei que obrigue o pagamento de horas, nem desobrigue. Se o seu gerente vier com esse discurso, pergunte a ele: “não é antiético você receber reajuste por uma greve que não fez e depois ainda nos penalizar?” “Não é antiético alguns pagarem por algo em que todos foram beneficiados, inclusive você?”
“Vou perder função se entrar de greve”
Perseguição ou descomissionamento devido à greve é ilegal, pois fere o direito à organização sindical previsto em Lei. Em geral, as empresas evitam isso porque não querem perder para o funcionário na Justiça depois. Se isso ocorrer, denúncie, reúna provas e procure apoio jurídico do Sindicato.
Os bancos querem nos fazer pensar assim, para nos cobrar e nos sentirmos culpados. Mas a greve é um direito garantido pela CLT, e sua força está justamente nas horas não trabalhadas e no prejuízo que isso causa aos empresários. Por isso, não pode ser que a paralisação se transforme na transferência de horas de trabalho de um período para outro (não trabalhamos um período para depois trabalhar muito mais). Não há nada na Lei que obrigue o pagamento de horas, nem desobrigue. Se o seu gerente vier com esse discurso, pergunte a ele: “não é antiético você receber reajuste por uma greve que não fez e depois ainda nos penalizar?” “Não é antiético alguns pagarem por algo em que todos foram beneficiados, inclusive você?”
“Vou perder função se entrar de greve”
Perseguição ou descomissionamento devido à greve é ilegal, pois fere o direito à organização sindical previsto em Lei. Em geral, as empresas evitam isso porque não querem perder para o funcionário na Justiça depois. Se isso ocorrer, denúncie, reúna provas e procure apoio jurídico do Sindicato.
“Quem faz greve perde a chance de ser comissionado”
Depende da gerência e também do número de adesões à greve. Quanto mais gente entrar de greve no setor, menor é a chance de alguém ser penalizado individualmente. Além disso, muitos dos que hoje são gerentes já foram grevistas no passado e isso não prejudicou sua ascensão. A rotatividade de funcionários é grande, e aquele gerente que hoje te assedia ou promete uma oportunidade para você pode estar amanhã em outro lugar. Além disso, entrar de greve não quer dizer que você não se dedique e produza o ano inteiro. Aliás, justamente por produzir tanto e gerar tanto lucro aos banqueiros, é que você precisa lutar por melhores salários e condições de trabalho.
Depende da gerência e também do número de adesões à greve. Quanto mais gente entrar de greve no setor, menor é a chance de alguém ser penalizado individualmente. Além disso, muitos dos que hoje são gerentes já foram grevistas no passado e isso não prejudicou sua ascensão. A rotatividade de funcionários é grande, e aquele gerente que hoje te assedia ou promete uma oportunidade para você pode estar amanhã em outro lugar. Além disso, entrar de greve não quer dizer que você não se dedique e produza o ano inteiro. Aliás, justamente por produzir tanto e gerar tanto lucro aos banqueiros, é que você precisa lutar por melhores salários e condições de trabalho.
No Acre a greve segue forte, 100% da rede fechada. No Juruá bastou seis funcionários cruzarem os braços para a agência fechar. Começou então as represarias contra o comitê de greve, o gestor avisou que mediante a autorização dele os grevistas só entrariam até o bebedor, comunicou que em virtude da ausência da delegada sindical (de férias), não existiria acesso à retaguarda para nenhum representante do sindicato até que o mesmo realizasse todo protocolo de escolha de um representante substituto e notificasse a agência formalmente. Acho algumas situações quase “patéticas”, tem gestores que tentam compensar sua incapacidade gerencial agradando seus superiores com a repressão ao movimento sindical. Nos últimos anos, nossa agência passou a cumprir metas muito maiores ao mesmo tempo em que o numero de funcionários foi reduzido, eu cheguei a trabalhar jornadas de 10 horas no Caixa (sem que fosse aberto um segundo terminal), somente depois das ações judiciais das horas extras que passaram a utilizar regularmente o caixa emergencial. O emprego de mais funcionários nos Caixas e a perda de funcionários (no rebaixamento da agência) inviabilizaram as mais de mil operações anuais do PLANAF-B (não temos funcionários para recuperar e providenciar novos financiamentos ao mesmo tempo). Diante tantos problemas, a grande preocupação do gestor é fazer um jantar para o superintendente na sexta.
Nao somos meramente umnumero,apesar do rh considerar asim. O rh do banco e uma
Piada. Sao funcis mal edudacados, tem uma q pensa q e a dona do banco. Feiosa mal amada.
Piada. Sao funcis mal edudacados, tem uma q pensa q e a dona do banco. Feiosa mal amada.
Bem...
Concordo com tudo o que você escreveu, porém não acredito.
Acreditaria se estivéssemos em um mundo perfeito ou no país das maravilhas.
As subjetividades nas promoções são enormes e para piorar, não existe critério objetivo.
Quem fizer greve, poderá não cair nas graças de seus avaliadores, infelizmente.
Eu, particularmente, prefiro não arriscar.
Concordo com tudo o que você escreveu, porém não acredito.
Acreditaria se estivéssemos em um mundo perfeito ou no país das maravilhas.
As subjetividades nas promoções são enormes e para piorar, não existe critério objetivo.
Quem fizer greve, poderá não cair nas graças de seus avaliadores, infelizmente.
Eu, particularmente, prefiro não arriscar.
"Em resposta ao AO PERON 02/10/2015 06/10/2015"
Esses anônimos estão se superando.Eles se respondem entre si usando até o título da mensagem do outro como identidade.Logo teremos algo como "Ao Ao Ao Ao Ao...." Vamos inaugurar um novo site :AEBA PET. Que fôfo.
Mas teve alguém aí que me acusou de xenófobo.E outro que me defendeu.Agradeço a defesa mais do que justa que essa alma generosa me fêz.Mesmo porque nunca critiquei nenhum gestor estrangeiro,certo?Quanto ao fato de eu não o representar,meu(minha) prezado(a) AoAoAo, eu só poderia fazê-lo se voce pertencer a São Paulo ou Brasília.É seu caso?Do contrário,não o(a) represento mesmo.Mas os bêbados são inspiradores.Veja os humorísticos,piadas, músicas (Garçom,aqui nesta mesa de bar....).Voce devia aprender com eles.Eles se mostram;dão a cara a tapa;por vezes dão com ela na parede;não fingem;falam o que vem à cabeça;e não tem compromisso com nada nem ninguém.São tudo e não são nada.Só não podemos chamá-los de anônimos.
Gratos e até a próxima.
Peron Dir.Reg.AEBA DF/SP
5561-SP
Esses anônimos estão se superando.Eles se respondem entre si usando até o título da mensagem do outro como identidade.Logo teremos algo como "Ao Ao Ao Ao Ao...." Vamos inaugurar um novo site :AEBA PET. Que fôfo.
Mas teve alguém aí que me acusou de xenófobo.E outro que me defendeu.Agradeço a defesa mais do que justa que essa alma generosa me fêz.Mesmo porque nunca critiquei nenhum gestor estrangeiro,certo?Quanto ao fato de eu não o representar,meu(minha) prezado(a) AoAoAo, eu só poderia fazê-lo se voce pertencer a São Paulo ou Brasília.É seu caso?Do contrário,não o(a) represento mesmo.Mas os bêbados são inspiradores.Veja os humorísticos,piadas, músicas (Garçom,aqui nesta mesa de bar....).Voce devia aprender com eles.Eles se mostram;dão a cara a tapa;por vezes dão com ela na parede;não fingem;falam o que vem à cabeça;e não tem compromisso com nada nem ninguém.São tudo e não são nada.Só não podemos chamá-los de anônimos.
Gratos e até a próxima.
Peron Dir.Reg.AEBA DF/SP
5561-SP
MacGyer,
Transcrevo abaixo parte de sua fala:
"Sou um TC"... Grande coisa!!!
Não é o Banco, meu caro. É o mercado! O trabalho de um TC no Banco e o de um TB estão no mesmo nível, me desculpe..."
Cara você é doente. Quando afirmei que era TC o fiz apenas para mostrar a diferença abissal que existe na politica do BASA em relação ao mercado, querer agredir de forma gratuita um colega é no mínimo um desrespeito. Aquilo que você direcionou para mim também vale para você. Afinal, se você é bom o suficiente (porque em suas palavras eu não sou) fica uma pergunta: O que então você está fazendo no BASA, um banco que sabidamente não trata bem seus pares e pratica uma sub-politica salarial?
Quer dizer que não devemos lutar por nossos direitos?
se o que sobrou para o banco foi apenas o refugo dos profissionais do mercados, então você também é um refugo e não tão bom profissional quanto pensa, pois se fosse não estaria no Banco da Amazônia, segundo suas palavras.
Boa tarde!
Transcrevo abaixo parte de sua fala:
"Sou um TC"... Grande coisa!!!
Não é o Banco, meu caro. É o mercado! O trabalho de um TC no Banco e o de um TB estão no mesmo nível, me desculpe..."
Cara você é doente. Quando afirmei que era TC o fiz apenas para mostrar a diferença abissal que existe na politica do BASA em relação ao mercado, querer agredir de forma gratuita um colega é no mínimo um desrespeito. Aquilo que você direcionou para mim também vale para você. Afinal, se você é bom o suficiente (porque em suas palavras eu não sou) fica uma pergunta: O que então você está fazendo no BASA, um banco que sabidamente não trata bem seus pares e pratica uma sub-politica salarial?
Quer dizer que não devemos lutar por nossos direitos?
se o que sobrou para o banco foi apenas o refugo dos profissionais do mercados, então você também é um refugo e não tão bom profissional quanto pensa, pois se fosse não estaria no Banco da Amazônia, segundo suas palavras.
Boa tarde!
Este mês completo 1 ano e meio de banco, como a maioria ao entrar, fui lotado em uma agencia grande do interior. Com muito custo e aprendizado, consegui me destacar, me tornar supervisor suarc e bater por 2 anos seguidos as metas da carteira. Obtive reconhecimento do meu gerente, cordenador e ate do superintendente. Porem nunca escondi meu desejo de retornar a Belém, trabalhar na matriz, conhecer o "coracao" do banco. Recentemente, fui convocado para o BB pra assumir uma vaga em belem e pensativo sobre assumir ou não a vaga, liguei na gepes pra saber da possibilidade de transferência para Belém. Nessa ocasião me foi dito a seguinte frase: O banco não vai te dar uma vaga só porque vc quer vir pra Belém ou foi chamado pra outro banco. Sinceramente, se estivesse na posição do banco faria de tudo pra manter na minha instituição uma pessoa como eu. So podeira esperar isso de Um setor de RH que trata todos como uma mera matrícula .
"AO PERON 02/10/2015" ,voces anônimoa me fazem sentir tão importante.Voces não se identificam quando criticam o Banco (Nem quando elogiam);nem quando falam da AEBA,do Sindicato,CASF,CAPAF......E do Peron também.
Mas,respondendo sua inquietação quanto ao meu desprezo a qualquer forma de chefia,comando,coordenadoria,etc.etc. só tenho a dizer que,enquanto tais funções tiverem como via de acesso principal o puxa-saquismo,o sadismo,o mal-caratismo,a falsidade,as notinhas desse SGD fajuto, voce pode ter certeza que,na minha concepção,o que voce diz "Ser gestor em suas palavras é algo abominável, imoral e até negativo." é exatamente o que eu penso.
Voce conhece vários gestores dedicados?Certamente eles existem.Mas,por outro lado,eu conheço outros tantos cuja única missão na vida é cuidar do próprio rabo e dane-se o resto.Basta ver o que fêz nosso ex-dirigente máximo Abdias logo após deixar a presidência do Banco.
Então,meu(minha) caro(a) amigo(a),atente ao sentido do que digo que está muito mais além do que escrevo.E pode se identificar comigo.Não sou eu quem o(a)avalia,certo?
Gratos e até um mundo sem anônimos.
Peron Dir.Reg.da AEBA DF/SP (AEBA,não "diretor sindical")
5561-SP
Mas,respondendo sua inquietação quanto ao meu desprezo a qualquer forma de chefia,comando,coordenadoria,etc.etc. só tenho a dizer que,enquanto tais funções tiverem como via de acesso principal o puxa-saquismo,o sadismo,o mal-caratismo,a falsidade,as notinhas desse SGD fajuto, voce pode ter certeza que,na minha concepção,o que voce diz "Ser gestor em suas palavras é algo abominável, imoral e até negativo." é exatamente o que eu penso.
Voce conhece vários gestores dedicados?Certamente eles existem.Mas,por outro lado,eu conheço outros tantos cuja única missão na vida é cuidar do próprio rabo e dane-se o resto.Basta ver o que fêz nosso ex-dirigente máximo Abdias logo após deixar a presidência do Banco.
Então,meu(minha) caro(a) amigo(a),atente ao sentido do que digo que está muito mais além do que escrevo.E pode se identificar comigo.Não sou eu quem o(a)avalia,certo?
Gratos e até um mundo sem anônimos.
Peron Dir.Reg.da AEBA DF/SP (AEBA,não "diretor sindical")
5561-SP
NEGOCIAÇÃO COLETIVA 2015/2016
Colegas,
Na sexta-feira passada (02.10.2015), o Banco apresentou proposta que foi rejeitada pelas Entidades Sindicais, e com isto foi deflagrada a greve em nível nacional a partir de 06.10.2015.
A proposta apresentada pelo Banco mostrou coerência com o que vem sendo feito nos anos anteriores, seguindo o que foi oferecido pela FENABAN, e avançou em pontos que foram discutidos em mesa permanente de interesse dos empregados (Plano de Saúde, Hora Extra/Banco de Horas, Segurança Bancária).
Neste momento é importante salientar o complexo cenário econômico e político que estamos passando no País, cujos efeitos negativos recaem sobre o emprego nos bancos privados e públicos, o que requer a nossa atenção e reflexão.
É necessário ser transparente e informar que neste ambiente não há espaço para elevados reajustes, ou índices acima dos que vierem a ser pactuados pela FENABAN.
Temos consciência que um dos principais anseios dos empregados é quanto a um novo Plano de Cargos e Salários (PCCS), que faz parte do escopo do projeto corporativo do Novo Modelo de Gestão de Pessoas, que atualmente está com os seguintes subprojetos em andamento: Reestruturação da GEPES, Estruturação de Cargos e Funções, Carreira, Movimentação e Seleção Interna, Plano de Sucessão. As Entidades Sindicais vêm sendo convidadas a conhecer o andamento do projeto e apresentar contribuiçõ
Colegas,
Na sexta-feira passada (02.10.2015), o Banco apresentou proposta que foi rejeitada pelas Entidades Sindicais, e com isto foi deflagrada a greve em nível nacional a partir de 06.10.2015.
A proposta apresentada pelo Banco mostrou coerência com o que vem sendo feito nos anos anteriores, seguindo o que foi oferecido pela FENABAN, e avançou em pontos que foram discutidos em mesa permanente de interesse dos empregados (Plano de Saúde, Hora Extra/Banco de Horas, Segurança Bancária).
Neste momento é importante salientar o complexo cenário econômico e político que estamos passando no País, cujos efeitos negativos recaem sobre o emprego nos bancos privados e públicos, o que requer a nossa atenção e reflexão.
É necessário ser transparente e informar que neste ambiente não há espaço para elevados reajustes, ou índices acima dos que vierem a ser pactuados pela FENABAN.
Temos consciência que um dos principais anseios dos empregados é quanto a um novo Plano de Cargos e Salários (PCCS), que faz parte do escopo do projeto corporativo do Novo Modelo de Gestão de Pessoas, que atualmente está com os seguintes subprojetos em andamento: Reestruturação da GEPES, Estruturação de Cargos e Funções, Carreira, Movimentação e Seleção Interna, Plano de Sucessão. As Entidades Sindicais vêm sendo convidadas a conhecer o andamento do projeto e apresentar contribuiçõ
