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JERSON BATISTA PEREIRA DE ARAUJO JERSON BATISTA PEREIRA DE ARAUJO enviado em 19/10/2013 as 03:00
Caros Colegas,
Venho pedir a todos mais união neste momento decisivo de reivindicar melhoras nas cláusulas específicas. Não critiquem quem vai ao banco após o expediente, o importante é “não abrir as agências” (ou pelo menos reduzir o atendimento). Temos que afetar os resultados do Banco para que sejamos atendidos.
Também acho muito impróprio para criticar candidatos da eleição da AEBA, esqueçam seus objetivos pessoais e pensem em um objetivo maior, na qual precisamos do engajamento de todos os bancários do banco da Amazônia.
Aos eternos críticos e eternos descontentes, evitemos falar em “desmoralização da greve”. Tenho muito orgulho deste forte movimento que é justo, e que poderá mudar a forma que somos tratados por esta atual diretoria. Desmoralizados serão os gestores incapazes de negociar.
Para comprovar a má vontade (dos gestores) em negociar, basta observar os recentes gastos milionária realizados; poderiam utilizar uma pequena fração destes recursos e distribuir linearmente para os funcionários, tendo em vista que foram estes gestores que não tiveram a competência de negociar razoáveis metas com o DEST, e novamente lhes faltou competência no cumprimento destas. Nossa parte foi muito bem executada, não podemos pagar pela incompetência de certos gestores.
A lateralidade será aplicada a todos os bancos federais, mais não de forma “abusiva”, em certos bancos a lateralidade ocorre em substituições inferiores a uma semana (e não a um bimestre). Não importa se afeta a muitos ou poucos funcionários, importa que precisamos defender toda a classe bancária destas práticas absurdas (quem se afasta passa as férias pensando no serviço que está atrasando, o lateral que assume fica com uma sobrecarga desumana). Quem perde é o Banco, que fica com as duas carteiras com resultados abaixo da meta. Depois querem negar nossa PLR prejudicada pela má gestão deles?
Devemos respeitar os colegas que construtivamente criticam a instituição, existem falhas que a sociedade deve conhecer, pois nossos gestores são nomeados por representantes públicos. Por isso as manifestações públicas devem mostrar para sociedade que o Banco da Amazônia não está na direção certa, que mudanças devem ocorrer para melhor atender as demandas da sociedade.
Antes de criticar o desfecho de 2011; lembre-se que a Justiça do Trabalho reconheceu o nosso direito ao recebimento da PLR (independentemente das metas do DEST); lembre-se que a Justiça determinou a colocação dos pontos eletrônicos onde você pode registrar o fiel cumprimento de expediente (coisa que o Banpará precisará de um dissídio para conseguir... rs). Observem que no ano seguinte o Banco retornou a negociar conosco, os “cabeçudos” aprenderam a lição!
Quanto ao termino da greve, não depende só de nós. Os gestores do Banco ainda têm margem de negociação, mas não ocorreu uma suficiente pressão política para que retornem a negociar. Devemos persistir o possível, temos que afetar as metas do banco, assim terão preocupação em manter suas mordomias e desistirão de passar por cima das justas reivindicações de nossa classe.
Avante, sem medo, perseverem até a vitória!
Jerson Batista Pereira de Araújo
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