Intrigante é que:
Jamais na historia deste banco foram observadas tantas adoções de medidas para contenção de custos;
Jamais na história deste banco foram observadas tantas outras para a otimização de resultados;
Jamais os colaboradores desde banco foram guindados a situações quase que degradantes para venda de serviços da organização com fins de geração de receitas;
Jamais os colaboradores deste banco foram expostos a riscos iminentes nas análises para concessões de créditos;
Jamais este banco destinou tanto recursos para gastos com “confraternizações”: festas nos mais longínquos lugares deste país (extremo sul), jantares diversos para incontáveis “encontros” festivos, superestruturas para festividades do círio: como contratação - a preços inimagináveis - de “estrelas” da música gospel, convites a parentes de gestores.
Algum de nós já viu ou leu sobre tanta festividade de empresas e/ou organizações do estado ou mesmo sucursais instaladas aqui e que tenham “investidos” tanto nesses eventos?
E os órgãos reguladores e fiscalizadores externos (BACEN, CGU, TCU, AGU, CVM, por exemplo). O que fazem?.
No setor que este banco atua, algum de nós já teve conhecimento de resultados tão pífios, quanto os nosso, nos últimos anos? Anos, inclusive, que proporcionaram resultados jamais observados na história do sistema financeiro nacional para os bancos.
Aí a pergunta que não quer calar: QUAL A LÓGICA DESSAS MEDIDAS MARGINAIS IMPOSTA PELO BANCO DA AMAZÔNIA?
Jamais na historia deste banco foram observadas tantas adoções de medidas para contenção de custos;
Jamais na história deste banco foram observadas tantas outras para a otimização de resultados;
Jamais os colaboradores desde banco foram guindados a situações quase que degradantes para venda de serviços da organização com fins de geração de receitas;
Jamais os colaboradores deste banco foram expostos a riscos iminentes nas análises para concessões de créditos;
Jamais este banco destinou tanto recursos para gastos com “confraternizações”: festas nos mais longínquos lugares deste país (extremo sul), jantares diversos para incontáveis “encontros” festivos, superestruturas para festividades do círio: como contratação - a preços inimagináveis - de “estrelas” da música gospel, convites a parentes de gestores.
Algum de nós já viu ou leu sobre tanta festividade de empresas e/ou organizações do estado ou mesmo sucursais instaladas aqui e que tenham “investidos” tanto nesses eventos?
E os órgãos reguladores e fiscalizadores externos (BACEN, CGU, TCU, AGU, CVM, por exemplo). O que fazem?.
No setor que este banco atua, algum de nós já teve conhecimento de resultados tão pífios, quanto os nosso, nos últimos anos? Anos, inclusive, que proporcionaram resultados jamais observados na história do sistema financeiro nacional para os bancos.
Aí a pergunta que não quer calar: QUAL A LÓGICA DESSAS MEDIDAS MARGINAIS IMPOSTA PELO BANCO DA AMAZÔNIA?
