Colegas do Banco da Amazônia,
Estamos em GREVE por um motivo justo e principalmente para repor as consequências inflacionárias ou majorar com percentuais aceitáveis, os nossos salários e outras vantagens.
A questão da LATERALIDADE, mesmo levando em consideração que ESTAR em uma função comissionada é uma necessidade financeira, aceitá-la é opção de cada um ou uma que se predispõe a assumir esta obrigação. Se alguém aceitar esta imposição, seja o atual titular da função ou mesmo um operativo que deseja ascender às funções oferecidas pelo Banco, deverá arcar com as consequências. Se não ACEITAR (diga-se DESVENCILHAR da função que exerce), o Banco tem que tomar uma atitude, seja contratando pessoal em quantidade suficiente para desempenhar as atividades ou revogando esta norma que é de sua competência.
Assim, não vejo nenhuma ligação da LATERALIDADE com os outros assuntos que fazem parte da pauta de reivindicação no Acordo Coletivo de Trabalho.
Estamos em GREVE por um motivo justo e principalmente para repor as consequências inflacionárias ou majorar com percentuais aceitáveis, os nossos salários e outras vantagens.
A questão da LATERALIDADE, mesmo levando em consideração que ESTAR em uma função comissionada é uma necessidade financeira, aceitá-la é opção de cada um ou uma que se predispõe a assumir esta obrigação. Se alguém aceitar esta imposição, seja o atual titular da função ou mesmo um operativo que deseja ascender às funções oferecidas pelo Banco, deverá arcar com as consequências. Se não ACEITAR (diga-se DESVENCILHAR da função que exerce), o Banco tem que tomar uma atitude, seja contratando pessoal em quantidade suficiente para desempenhar as atividades ou revogando esta norma que é de sua competência.
Assim, não vejo nenhuma ligação da LATERALIDADE com os outros assuntos que fazem parte da pauta de reivindicação no Acordo Coletivo de Trabalho.
