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Silvio Kanner - presidente da AEBA, em resposta ao " O Agrônomo" Silvio Kanner - presidente da AEBA, em resposta ao " O Agrônomo" enviado em 09/10/2013 as 03:00
Caro colega de profissão “O Agrônomo”,
Há uma expectativa dos empregados do Banco da Amazônia, e em igual medida da sociedade da região amazônica, para a manutenção e fortalecimento do Banco e do desenvolvimento regional. Desde os governos militares até atualmente, o modelo de desenvolvimento regional é visto como um modelo de desenvolvimento de mega-projetos, de Tucuruí a Belo Monte, de Transamazônica a AMAFRUTAS, a idéia de desenvolvimento regional é o desenvolvimento para os grandes proprietários e latifundiários.
Os resultados do Banco têm estrita ligação com essa visão de desenvolvimento atrasada e sem qualquer resultado prático, visto que entre os 100 maiores devedores, estão Grandes Empresas! A articulação política na região, e nacionalmente é um passo institucional para reforçar e fortalecer o Banco, além de fazer com que a Diretoria do Banco da Amazônia perceba que é possível melhorar as condições de trabalho e remuneração dos seus empregados.
Dito isso, considero ruim seu comentário que trás uma carga de ódio e despolitização, além de uma tentativa lamentável (no mínimo) de tentar depreciar o esforço que a AEBA vem aplicando para conseguir os objetivos de melhoria das condições dos empregados. É claro e notório que não houve somente a articulação com o Senador Randolfe Rodrigues (Amapá, que diga-se de passagem está na alçada do Banco da Amazônia), mas com outros parlamentares da Região. A diferença é que ainda não obtivemos respostas, de nenhum senador dos outros Estados, que foram procurados e aguardamos que em breve tenhamos uma reunião com os demais parlamentares.
Por fim, para esclarecer que suas acusações são irresponsáveis e faltam com a verdade, a diretoria da AEBA fez também reunião com o Deputado Federal Arnaldo Jordy (PPS-PA) visando a realização de uma audiência pública para debater a situação do Banco da Amazônia.
A todos os colegas afirmamos que quaisquer acusações que visem questionar a autonomia política dessa Associação, assim como sua independência em relação a todos os Governos é uma atitude irresponsável e inconseqüente. Inclusive é a nossa independência que faz com que a AEBA não se curve às intransigências da diretoria do Banco, nem do Governo Federal ou FENABAN. É por causa de nossa independência e autonomia política que somos alvo de calúnia e mentiras da diretoria pelega do SEEB-PA e do Banco da Amazônia.
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