È difícil nossa situação. Não estou gervando este ano por opção. Tenho direito de ter uma opinião diferente. Acredito que esta não é a nossa greve, e nem a nossa luta. Estamos sendo massacrados por falta de estratégia. Quando entramos em greve neste período estamo validando e aceitando a proposta nacional, que não nos contempla, nem de longe. Acredito em nossas reinvidicações específicas fora do calendário CONTRAF-CUT. Nosso banco tem particularidades muito diferentes dos demais, por isso não podemos colocar tudo dentro de uma caixa e dizer que é tudo a mesma coisa. Bancos diferentes, negociações diferentes. Vamos pensar.
