Os processos seletivos do Banco da Amazônia são todos mal feitos, todos furados e no final selecionam muita gente sem condições de assumir as funções. Têm empregados com pouco tempo de banco e que acabam se metendo nisso porque querem melhorar seus salários, outros porque querem status e se deixam levar pelas regras do negócio: muitas vezes sem conhecimento e com falta de treinamento, são obrigados a atingir metas abusivas sem condições de trabalho, chicoteiam os empregados por ordem da diretoria, dentre tantas outras situações que vivem no dia-a-dia porque aceitaram se sujeitar a isso pelo CAF. No Banco do Brasil a situação não é diferente, tiram o couro dos empregados, mas os processos seletivos são mais rigorosos e o banco oferece treinamento, já que a instituição quer um lucro cada vez maior e precisa de gente treinada para alcançar as metas. A tecnologia dá de 1.000 na nossa, que mais parece ter sido importada do Haiti.
