Não sou católico nem tenho procuração do Papa para defendê-los. Mas também não sou curandeiro nem oculista para sarar miopias crônicas.
Entendo que, efetivamente, o Banco não deveria patrocinar festas religiosas, como Círio de Nazaré, para não se ver obrigado a bancar, por equiade, manifestações de toda e qualquer outra seita ou doutrina religiosa, para o que não disporia de suporte financeiro suficiente. Aí estou de braços dados com o ALEA e o cara do UMA VERGONHA.
Ocorre que, socialmente míopes, nem o ALEA nem o UMA VERGONHA conseguem discernir entre o que é favorecer os católicos ao pomover manifestações em respito e reconhecimento às mnifstações poulares já incorporadas ao acervo cultural da comunidade parauara e o que é fazer marketing institucional de alta performance, como também fazem o Banco do Brasil, a Caixa e o BANPARÁ, também bancos públicos a quando do Círio de Nazaré.
Bem a propósito, o ALEA e o cara do UMA VERGONHA não conseguem enxergar que a procissão do Círio de Nazaré transcendo os limites da religiosidade para atingir a conotação inequívoca de manifestação popular onde nem só católicos participam, do mesmo modo como das Paradas Gays, não só GBLT’s participam.
A bem da coerência, concordo que no clima organizacional que vivemos no BASA desde a era Júnior, é abusivo e intolerável contratar o Agnaldo Rayol e o Padre Antônio Maria, a peso de ouro, para fazerem o nosso agá na passagem do Círio de Nazaré em frente ao prédio do Banco, quando Dom Rossi poderia contratar o show musical do ABDIAS JR E SEU VIOLÃO e o nosso competente e estimado Diácono Francisco, prata da casa, para proferir a Pregação da Fé, na passagem do Círio. Além do menor custo, Dom Rossi ainda poderia pendurar o cachê do Diácono no prego, sem temer castigos dos Céus, afinal, ele (o Diácono) é seu subalterno e lhe deve obediência. Quanto ao cachê do Abidias e seu Violão, amigo de fé, seu irmão camarada, quem sabe não poderia ser um pouquinho mais gordo para ser parcelado em duas ou três vezes, sem juros nem correção monetária?. A festa estaria feita e o sucesso garantido, pelo menos quanto a Pregação da Fé. Quanto ao show musical, talvez, desde que, movidos pelo sentimento da Fé na Virgem de Nazaré, pudéssemos, num gesto de misericórdia, relevar o festival de sacanagens que o Abidias plantou contra nós, transformando-nos em verdadeiros marmitões dentre os empregados no sistema bancário nacional.
Para encerrar, a minha NOTA ZERO para o ALEA e para o UMA VERGONHA, por não enxergarem além das suas vaidades e arrogâncias. No contraponto, a minha NOTA DEZ para a Assembleia de Deus, ali da 14 de Março, que na missa do último domingo, na Capela de Lourdes, mereceu elogios do padre ministrante por distribuir potinhos de água gelada aos fiéis (ou curtidores da cultura parauara) que acompanham o Círio de Nazaré. Mais que um ato de solidariedade cristã, o atestado de que não padece da impiedosa miopia que vez por outra, acredito, transtorna os atributos da coerência, do equilíbrio e do bom senso, presentes, tenho certeza, na estrutura moral, ética e psicológica dos nossos digníssimos irmãos em Cisto, o ALEA JACTA EST e o UMA VERGONHA. Amem!
Entendo que, efetivamente, o Banco não deveria patrocinar festas religiosas, como Círio de Nazaré, para não se ver obrigado a bancar, por equiade, manifestações de toda e qualquer outra seita ou doutrina religiosa, para o que não disporia de suporte financeiro suficiente. Aí estou de braços dados com o ALEA e o cara do UMA VERGONHA.
Ocorre que, socialmente míopes, nem o ALEA nem o UMA VERGONHA conseguem discernir entre o que é favorecer os católicos ao pomover manifestações em respito e reconhecimento às mnifstações poulares já incorporadas ao acervo cultural da comunidade parauara e o que é fazer marketing institucional de alta performance, como também fazem o Banco do Brasil, a Caixa e o BANPARÁ, também bancos públicos a quando do Círio de Nazaré.
Bem a propósito, o ALEA e o cara do UMA VERGONHA não conseguem enxergar que a procissão do Círio de Nazaré transcendo os limites da religiosidade para atingir a conotação inequívoca de manifestação popular onde nem só católicos participam, do mesmo modo como das Paradas Gays, não só GBLT’s participam.
A bem da coerência, concordo que no clima organizacional que vivemos no BASA desde a era Júnior, é abusivo e intolerável contratar o Agnaldo Rayol e o Padre Antônio Maria, a peso de ouro, para fazerem o nosso agá na passagem do Círio de Nazaré em frente ao prédio do Banco, quando Dom Rossi poderia contratar o show musical do ABDIAS JR E SEU VIOLÃO e o nosso competente e estimado Diácono Francisco, prata da casa, para proferir a Pregação da Fé, na passagem do Círio. Além do menor custo, Dom Rossi ainda poderia pendurar o cachê do Diácono no prego, sem temer castigos dos Céus, afinal, ele (o Diácono) é seu subalterno e lhe deve obediência. Quanto ao cachê do Abidias e seu Violão, amigo de fé, seu irmão camarada, quem sabe não poderia ser um pouquinho mais gordo para ser parcelado em duas ou três vezes, sem juros nem correção monetária?. A festa estaria feita e o sucesso garantido, pelo menos quanto a Pregação da Fé. Quanto ao show musical, talvez, desde que, movidos pelo sentimento da Fé na Virgem de Nazaré, pudéssemos, num gesto de misericórdia, relevar o festival de sacanagens que o Abidias plantou contra nós, transformando-nos em verdadeiros marmitões dentre os empregados no sistema bancário nacional.
Para encerrar, a minha NOTA ZERO para o ALEA e para o UMA VERGONHA, por não enxergarem além das suas vaidades e arrogâncias. No contraponto, a minha NOTA DEZ para a Assembleia de Deus, ali da 14 de Março, que na missa do último domingo, na Capela de Lourdes, mereceu elogios do padre ministrante por distribuir potinhos de água gelada aos fiéis (ou curtidores da cultura parauara) que acompanham o Círio de Nazaré. Mais que um ato de solidariedade cristã, o atestado de que não padece da impiedosa miopia que vez por outra, acredito, transtorna os atributos da coerência, do equilíbrio e do bom senso, presentes, tenho certeza, na estrutura moral, ética e psicológica dos nossos digníssimos irmãos em Cisto, o ALEA JACTA EST e o UMA VERGONHA. Amem!
