Porque está deveras difícil, senão impossível, mudar para melhor a atual realidade do Banco da Amazônia e, consequentemente, de seus empregados, não nos resta outra alternativa a não ser abandonar o barco que há muito está à deriva. Ontem, domingo, era expressiva a quantidade de funcionários aqui da matriz prestando concurso público para o TRT. Já dizia Montesquieu : "Não há bons ventos para naus sem rumo".
