A conta da qual me refiro é concernente à ineficiência deste Banco, que de tempos em tempos precisa de injeção de recursos da União para reforçar o seu Patrimônio Liquido. Será que isso é justo com o contribuinte brasileiro? Será que é idiotice defender o contribuinte brasileiro? É óbvio que somos todos contribuintes e que todos pagam pelos serviços do Estado, mas é justamente esse o meu ponto de vista, qual seja, a de que o Banco não vem nesses últimos anos ( para não falar décadas) maximizando os recursos repassados pelo pobre contribuinte, todos nós enfim.
Quando falei que a maioria não se programou para a melhor idade, quis dizer que a maioria não se atentou que o mundo estava mudando. O senhor mesmo afirma que “murchou a base de contribuintes, não fêz (O Banco) concurso por mais de 20 anos, só viu multiplicar os beneficiários sem igual contrapartida, sempre (O Banco) maquinou para se eximir de suas responsabilidades na manutenção de seus planos”. Sinceramente, ao ver um quadro desse não surge uma ponta de arrependimento de não ter procurado outro cargo na esfera pública? Eu tenho prova da Receita Federal dos anos 80 e digo que o nível das questões era infinitamente inferior aos dos dias atuais, fora a qualidade da concorrência. Eu, nos dias de hoje, tenho que estar “antenado” com o mundo. Estudar para concursos é o mínimo que eu posso fazer, menos do que isso é aceitar resignadamente o fracasso.
Não perceberam que os salários e outros ganhos iriam começar a minguar, que a previdência estava perdendo o fôlego. Fico admirado com gente esbravejando contra a previdência oficial. È difícil ver que a previdência oficial é um modelo falido? Não sabem que foi moldada há mais de 50, 60 anos, quando a população brasileira era rural e em sua grande maioria composta por jovens que não contribuíam para a previdência? E agora? A população está envelhecendo e a situação vai ficar pior. Parece-me, salvo engano, que a proporção é de 2 para 1, e em algumas décadas será de 1 para 1. É ou não um modelo fadado ao fracasso? Parabenizo-o e também a todos os demais por ter previdência privada ou aqueles que fazem um “pé de meia” para o futuro.
E,finalmente, quero dizer que ao contrário do que foi escrito, não venho “unindo o meu pensamento ao do lado mais forte, no caso o Banco”. O meu pensamento é de alguém não atrelado a nenhum partido, nem PT, nem PSDB, nem PSTU e muito menos aos banqueiros, basta ver nos comentários anteriores como critico os gestores do Banco. Por outro lado, não vou me furtar de fazer comentários que porventura contrariem pensamentos petrificados desde os anos 70. Devemos defender nossos direitos sempre, mas temos que ter coragem de admitir que somos responsáveis pelos próprios caminhos escolhidos aos longo de nossas vidas, procurando enxergar e corrigir os erros, e não tentar colocar a culpa sempre no Estado, pois nem todas as vezes a culpa é exclusivamente dele.
Quando falei que a maioria não se programou para a melhor idade, quis dizer que a maioria não se atentou que o mundo estava mudando. O senhor mesmo afirma que “murchou a base de contribuintes, não fêz (O Banco) concurso por mais de 20 anos, só viu multiplicar os beneficiários sem igual contrapartida, sempre (O Banco) maquinou para se eximir de suas responsabilidades na manutenção de seus planos”. Sinceramente, ao ver um quadro desse não surge uma ponta de arrependimento de não ter procurado outro cargo na esfera pública? Eu tenho prova da Receita Federal dos anos 80 e digo que o nível das questões era infinitamente inferior aos dos dias atuais, fora a qualidade da concorrência. Eu, nos dias de hoje, tenho que estar “antenado” com o mundo. Estudar para concursos é o mínimo que eu posso fazer, menos do que isso é aceitar resignadamente o fracasso.
Não perceberam que os salários e outros ganhos iriam começar a minguar, que a previdência estava perdendo o fôlego. Fico admirado com gente esbravejando contra a previdência oficial. È difícil ver que a previdência oficial é um modelo falido? Não sabem que foi moldada há mais de 50, 60 anos, quando a população brasileira era rural e em sua grande maioria composta por jovens que não contribuíam para a previdência? E agora? A população está envelhecendo e a situação vai ficar pior. Parece-me, salvo engano, que a proporção é de 2 para 1, e em algumas décadas será de 1 para 1. É ou não um modelo fadado ao fracasso? Parabenizo-o e também a todos os demais por ter previdência privada ou aqueles que fazem um “pé de meia” para o futuro.
E,finalmente, quero dizer que ao contrário do que foi escrito, não venho “unindo o meu pensamento ao do lado mais forte, no caso o Banco”. O meu pensamento é de alguém não atrelado a nenhum partido, nem PT, nem PSDB, nem PSTU e muito menos aos banqueiros, basta ver nos comentários anteriores como critico os gestores do Banco. Por outro lado, não vou me furtar de fazer comentários que porventura contrariem pensamentos petrificados desde os anos 70. Devemos defender nossos direitos sempre, mas temos que ter coragem de admitir que somos responsáveis pelos próprios caminhos escolhidos aos longo de nossas vidas, procurando enxergar e corrigir os erros, e não tentar colocar a culpa sempre no Estado, pois nem todas as vezes a culpa é exclusivamente dele.
