Escrever corretamente é dever de todos e obrigação dos que passaram do curso médio na grade estrutural da educação escolar brasileira.
Ocorre que nem sempre os candidatos a imortais nos silogeus das letras brasileiras conseguem se comunicar.
É o caso do autor da matéria "Em resposta a "PARALIZAÇÃO kkkkkkkk"". Perfeito ao corrigir a ortografia do termo "PARALISAÇÃO", não conseguiu dar sentido (comunicar) à sua manifestação a respeito do que pensa sobre o seu salário no Banco, quando escreveu: “comunicando-lhe que ESTOU "de acordo" com o meu salário ... ESTARIA se tivesse recebendo R$ 50.000,OO (MESMO SALÁRIO DO PRESIDENTE DO BANCO)”.
Afinal, ESTÁ ou ESTARIA de acordo com o que ganha no Banco?
E nem adianta qualquer saída pela tangente, acaso apoiado(a) na pressuposição de que, usando o termo DE ACORDO, entre aspas, invertido estaria o sentido do termo. Isto até pode ser tentado, mas não cola.
Fica então a discussão: O que é mais importante. ESCREVER (corretamente) ou COMUNICAR?
Claro que o ideal é fazer as duas coisas, conjuntamente. No caso presente, contudo, assim não ocorreu e diante dos objetivos a que se destina este espaço, cá das minhas tamancas, ABSOLVO o delinquente agressor da nossa ortografia pátria.
A propósito, lembro-me de um episódio, quando estive fazendo um cursinho sobre redação oficial, no antigo CETRE (do Banco), quando um treinando e emérito gozador saiu com a seguinte pergunta ao vetusto, sério e episcopal Professor: Professor, qual a diferença entre o “CACHORRO”, com “CH” e o “CAXORRO” com “X”? – Será que o “cachorro” com “X” pode ser uma vaca, um ganso ou um dinossauro? E enquanto o professor, homem das letras, dos mais renomados nos quadros do Banco, se desdobrava na explicação, a partir da origem etimológica da palavra, alguns aproveitavam a lição, enquanto, outros, louvavam o esforço do professor para tirar as dúvidas do inveterado gozador.
Ocorre que nem sempre os candidatos a imortais nos silogeus das letras brasileiras conseguem se comunicar.
É o caso do autor da matéria "Em resposta a "PARALIZAÇÃO kkkkkkkk"". Perfeito ao corrigir a ortografia do termo "PARALISAÇÃO", não conseguiu dar sentido (comunicar) à sua manifestação a respeito do que pensa sobre o seu salário no Banco, quando escreveu: “comunicando-lhe que ESTOU "de acordo" com o meu salário ... ESTARIA se tivesse recebendo R$ 50.000,OO (MESMO SALÁRIO DO PRESIDENTE DO BANCO)”.
Afinal, ESTÁ ou ESTARIA de acordo com o que ganha no Banco?
E nem adianta qualquer saída pela tangente, acaso apoiado(a) na pressuposição de que, usando o termo DE ACORDO, entre aspas, invertido estaria o sentido do termo. Isto até pode ser tentado, mas não cola.
Fica então a discussão: O que é mais importante. ESCREVER (corretamente) ou COMUNICAR?
Claro que o ideal é fazer as duas coisas, conjuntamente. No caso presente, contudo, assim não ocorreu e diante dos objetivos a que se destina este espaço, cá das minhas tamancas, ABSOLVO o delinquente agressor da nossa ortografia pátria.
A propósito, lembro-me de um episódio, quando estive fazendo um cursinho sobre redação oficial, no antigo CETRE (do Banco), quando um treinando e emérito gozador saiu com a seguinte pergunta ao vetusto, sério e episcopal Professor: Professor, qual a diferença entre o “CACHORRO”, com “CH” e o “CAXORRO” com “X”? – Será que o “cachorro” com “X” pode ser uma vaca, um ganso ou um dinossauro? E enquanto o professor, homem das letras, dos mais renomados nos quadros do Banco, se desdobrava na explicação, a partir da origem etimológica da palavra, alguns aproveitavam a lição, enquanto, outros, louvavam o esforço do professor para tirar as dúvidas do inveterado gozador.
