Costa, inicialmente parabéns pela a forma da resposta, mesmo divergindo você foi respeitoso.
Segundo, ao iniciar os meus escritos fiz questão de manifestar que o respeito. convergimos em alguns pontos, principalmente quanto a assistência aos mais necessitados. Abaixo trataremos de convergências e divergências:
A) quando falei sobre reconhecer os empregados e o BASA atuando na Amazonia, tive o propósito de despertar todos que a esse canal freqüenta para o resgate de algo que há muito não se vê, temos que criticar, batalhar por melhorias, mas principalmente reconhecer o esforço dos colegas e as melhorias;
B) na sua resposta você deixou entender que os números que citei sobre crédito e abertura de agencias não sao incipientes. . Para que os freqüentadores deste canal conheçam a realidade, por que você, enquanto liderança sindical, não solicita ao BASA com base na Lei da transparência essas informações e depois você mesmo publica para conhecimento de todos ? Eu entendi perfeitamente sua intenção, é pouco para os desafios existentes. Concordo! Porém sao imensos perto do que se praticava no BASA até um passado recente. NÓS, vivíamos de especular com a tesouraria e não praticávamos o credito. Você lembra que a contribuição da tesouraria do BASA até 2005 chegou a representar 78% do resultado? Portanto Costa, se é pouco o montante, posso afirmar-lhe que é uma revolução perto do que fazíamos até pouco atrás. 2012 foi um marco para o BASA, aplicamos a totalidade do FNO existente, isto tem quevforam considerado;
C) quanto a sua indignação sobre a necessidade da região, concordo plenamente, é fato, precisa avançar. Porém, temos que recolher que melhorou muito em relação ao que tínhamos;
D) quanto ao barco e políticas publicas para os ribeirinhos, sou a favor e concordo que o BASA deve ser o agente, PORÉM, quando assumimos temos que entender que o custo operacional é monstro, portanto apodemos resolver uma lado ( ribeirinhos) e complicar outro (BASA), considerando que a operação não é rentável e complicará nosso resultado, por consequência vida dos nossos colegas;
E) discordo totalmente sobre a questão das agencias do Maranhão. É fato, aí é terreno do Banco do Nordeste e do FNE. Continuar aí é aceitar perdas, a operação não se paga. O mesmo entendimento vale para o Mato Grosso, alí é terreno do FCO. Concordo que Lei é mutável, mas enquanto não mudar estaremos perdendo no Maranhão e Mato. Registro meu pensamento que não há necessidade de mudar a Lei, repito, o FNE e FCO atendem perfeitamente esses estados;
F) jamais deixarei de respeitar o seu entendimento, mesmo discordando em parte. Faz parte do jogo democrático, situacao que muito lutamos para conseguir.
Agradeço e retribuo o abraço fraterno.
MC
Segundo, ao iniciar os meus escritos fiz questão de manifestar que o respeito. convergimos em alguns pontos, principalmente quanto a assistência aos mais necessitados. Abaixo trataremos de convergências e divergências:
A) quando falei sobre reconhecer os empregados e o BASA atuando na Amazonia, tive o propósito de despertar todos que a esse canal freqüenta para o resgate de algo que há muito não se vê, temos que criticar, batalhar por melhorias, mas principalmente reconhecer o esforço dos colegas e as melhorias;
B) na sua resposta você deixou entender que os números que citei sobre crédito e abertura de agencias não sao incipientes. . Para que os freqüentadores deste canal conheçam a realidade, por que você, enquanto liderança sindical, não solicita ao BASA com base na Lei da transparência essas informações e depois você mesmo publica para conhecimento de todos ? Eu entendi perfeitamente sua intenção, é pouco para os desafios existentes. Concordo! Porém sao imensos perto do que se praticava no BASA até um passado recente. NÓS, vivíamos de especular com a tesouraria e não praticávamos o credito. Você lembra que a contribuição da tesouraria do BASA até 2005 chegou a representar 78% do resultado? Portanto Costa, se é pouco o montante, posso afirmar-lhe que é uma revolução perto do que fazíamos até pouco atrás. 2012 foi um marco para o BASA, aplicamos a totalidade do FNO existente, isto tem quevforam considerado;
C) quanto a sua indignação sobre a necessidade da região, concordo plenamente, é fato, precisa avançar. Porém, temos que recolher que melhorou muito em relação ao que tínhamos;
D) quanto ao barco e políticas publicas para os ribeirinhos, sou a favor e concordo que o BASA deve ser o agente, PORÉM, quando assumimos temos que entender que o custo operacional é monstro, portanto apodemos resolver uma lado ( ribeirinhos) e complicar outro (BASA), considerando que a operação não é rentável e complicará nosso resultado, por consequência vida dos nossos colegas;
E) discordo totalmente sobre a questão das agencias do Maranhão. É fato, aí é terreno do Banco do Nordeste e do FNE. Continuar aí é aceitar perdas, a operação não se paga. O mesmo entendimento vale para o Mato Grosso, alí é terreno do FCO. Concordo que Lei é mutável, mas enquanto não mudar estaremos perdendo no Maranhão e Mato. Registro meu pensamento que não há necessidade de mudar a Lei, repito, o FNE e FCO atendem perfeitamente esses estados;
F) jamais deixarei de respeitar o seu entendimento, mesmo discordando em parte. Faz parte do jogo democrático, situacao que muito lutamos para conseguir.
Agradeço e retribuo o abraço fraterno.
MC
