ELEIÇÃO PARA O CONSELHO FISCAL DA CASF
Prioridade: Alta
Prezados Senhores:
Somente ontem encontrei, na caixa postal de minha casa, o envelope contendo o material para a votação do Conselho Fiscal da CASF.
E hoje, 22/08/2013, estou postando pela manhã, o envelope contendo o meu voto. Infelizmente, a apuração já vai ser amanhã e certamente a minha participação ficará excluída, pois não chegará em tempo hábil na caixa postal da CASF.
Desejo manifestar aqui para vocês candidatos da Chapa 1 e 2 (dos quais encontrei endereço de e-mail) a preocupação minha e de colegas com quem convivemos e trocamos idéias a respeito da gestão da CASF, pontuando os seguintes questionamentos:
Como será possível ao participante da CASF, empregado do Banco da Amazônia, continuar nessa entidade se os reajustes anuais aplicados sempre são em percentuais maiores do que os reajustes do nosso salário?
Os Gestores da CASF estão atentos aos gastos com pessoal, mantendo enxuto o seu quadro de empregados ou está ocorrendo um “cabide de empregos”?
Alguns empregados do Banco que trabalham em Belém, ou fora, dispor-se-iam a trabalhar para a CASF, sem receber remuneração da mesma, desde que fossem cedidos e continuassem a receber o salário do Banco?
Há ou não há regalias excessivas para os diretores da CASF?
Se a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco da Amazônia é uma entidade sem fins lucrativos, é justo que paguemos por excessos porventura existentes?
Se para o participante já está difícil manter o plano de saúde com os descontos autorizados em FIP, ainda seremos punidos por recusar a Quota Extra?
O Candidato enquanto ainda não eleito tem suas idéias de mudanças para uma entidade mais sólida e comprometida com a gestão econômico-financeira, manterá e aplicará as suas promessas após ter sido eleito?
Atenciosamente,
Pedro de Alcantara do E. S. Oliveira
TB-15 – Analista Pleno
Ramal 3692
Super – To.
Compartilhando - Francisco Sidou
Colegas,
Os questionamentos do colega Pedro de Alcântara são lúcidos e muito oportunos. Precisamos efetivamente de mudanças na CASF. E não só mudanças "cosméticas".
Mudanças que devem começar pelo seu Estatuto, expelindo esse anacrônico e arcaico sistema de votação em cédulas de papel (que facilita muitas "traquinagens" ) , além da redução dos honorários da diretoria, fora da nossa realidade (R$-18 mil para o presidente e R$-15 mil para os dois diretores). Os defensores dessa "anomalia" costumam invocar uma falácia: de que esses honorários estão abaixo do que paga o mercado....Ora, senhores, no mercado aberto de saúde suplementar há planos como Unimed e Bradesco Saúde que possuem até mais de um milhão de vidas assistidas. Seus executivos ganham salários razoáveis, proporcionalmente até menores que os pagos pela CASF. Mesmo a CASSI, do Banco do Brasil, com mais de 200 mil vidas assistidas, paga honorários para seus executivos abaixo do mercado aberto. Todos esses planos de mercado estão crescendo enquanto o nosso está "murchando" pois já tivemos 18 mil vidas assistidas, hoje são pouco mais que 12 mil.
A única solução que a gestão da CASF vislumbra para equilibrar suas despesas com a receita é aumentar os custos dos planos, sem se preocupar se os associados estão em condições de arcar com os sucessivos reajustes acima da inflação e dos reajustes de seus salários no Banco, como ativos ou aposentados. Estes estão ainda mais apertados, pois em função da idade pagam cada vez mais. Nesse ritmo, vai chegar uma hora em que a corda vai arrebentar...E do lado mais fraco, claro.
Ninguém se preocupa em aumentar a base contributiva dos planos da CASF , buscando o ingresso de mais de 2 mil novos funcionários que procuraram outros planos de saúde do mercado. Por que isso ocorre ? Porque nos outros planos, na sua faixa etária (18 a 25 anos) não se paga nem cota extra nem coparticipação. Simples, assim. Há um plano diferenciado para essa faixa etária por uma razão muito simples: eles pouco utilizam os serviços médicos nos prestadores conveniados do plano, porque raramente adoecem, com as exceções de praxe.
Quando trabalhei na CASF , apresentei um projeto específico para esse público-alvo diferenciado, com um kit Casf , onde eram mostradas as vantagens de adesão ao Plano da CASF. Uma das vantagens era "que na Casf você vai se sentir em casa, com tratamento personalizado. Em outros planos de mercado você será apenas um número de estatística entre milhares de outros"...
Resumo da ópera: o projeto foi arquivado e seu autor demitido pouco tempo depois...
Quanto ao arcaico e vulnerável processo eleitoral da CASF, vale dizer, por questão de justiça, que desde 2002 a CAPAF realiza suas eleições para os Conselhos adotando votação mista (digital com senha para quem possui computador -como a maioria dos colegas da ativa - e postal para os aposentados e pensionistas). O processo é tocado por uma empresa terceirizada de fora de Belém, especializada nesse tipo de serviço. Nunca houve problemas de adiamentos das eleições e os eleitos são empossados, mesmo a contragosto do Banco, como no meu caso que fui eleito em dois pleitos para o Conselho Deliberativo com a maior votação nominal entre os assistidos (aposentados e pensionistas).
Logo, precisamos modernizar também o processo eleitoral na CASF. O ilustre representante da AEBA no Condel da CASF poderia levantar essa questão naquele colegiado, aproveitando o "gancho" desse estranho atraso de 17 dias na remessa dos votos postais, pois não ? À Comissão Eleitoral compete ASSEGURAR o direito do voto aos associados. Se houve alguém que tenha atuado para SEGURAR esses votos, isso precisa ser apurado. O representante dessa "terceirizada" dos Correios precisa ser chamado para explicar esse atraso, não Marlon ? Afinal, o novo adiamento da eleição para o CONFIS representa novo prejuízo para os já combalidos cofres da CASF. Quem vai pagar ? Pelo visto, só mesmo o associado, como de hábito.
Cordialmente,
Francisco Sidou
Prioridade: Alta
Prezados Senhores:
Somente ontem encontrei, na caixa postal de minha casa, o envelope contendo o material para a votação do Conselho Fiscal da CASF.
E hoje, 22/08/2013, estou postando pela manhã, o envelope contendo o meu voto. Infelizmente, a apuração já vai ser amanhã e certamente a minha participação ficará excluída, pois não chegará em tempo hábil na caixa postal da CASF.
Desejo manifestar aqui para vocês candidatos da Chapa 1 e 2 (dos quais encontrei endereço de e-mail) a preocupação minha e de colegas com quem convivemos e trocamos idéias a respeito da gestão da CASF, pontuando os seguintes questionamentos:
Como será possível ao participante da CASF, empregado do Banco da Amazônia, continuar nessa entidade se os reajustes anuais aplicados sempre são em percentuais maiores do que os reajustes do nosso salário?
Os Gestores da CASF estão atentos aos gastos com pessoal, mantendo enxuto o seu quadro de empregados ou está ocorrendo um “cabide de empregos”?
Alguns empregados do Banco que trabalham em Belém, ou fora, dispor-se-iam a trabalhar para a CASF, sem receber remuneração da mesma, desde que fossem cedidos e continuassem a receber o salário do Banco?
Há ou não há regalias excessivas para os diretores da CASF?
Se a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco da Amazônia é uma entidade sem fins lucrativos, é justo que paguemos por excessos porventura existentes?
Se para o participante já está difícil manter o plano de saúde com os descontos autorizados em FIP, ainda seremos punidos por recusar a Quota Extra?
O Candidato enquanto ainda não eleito tem suas idéias de mudanças para uma entidade mais sólida e comprometida com a gestão econômico-financeira, manterá e aplicará as suas promessas após ter sido eleito?
Atenciosamente,
Pedro de Alcantara do E. S. Oliveira
TB-15 – Analista Pleno
Ramal 3692
Super – To.
Compartilhando - Francisco Sidou
Colegas,
Os questionamentos do colega Pedro de Alcântara são lúcidos e muito oportunos. Precisamos efetivamente de mudanças na CASF. E não só mudanças "cosméticas".
Mudanças que devem começar pelo seu Estatuto, expelindo esse anacrônico e arcaico sistema de votação em cédulas de papel (que facilita muitas "traquinagens" ) , além da redução dos honorários da diretoria, fora da nossa realidade (R$-18 mil para o presidente e R$-15 mil para os dois diretores). Os defensores dessa "anomalia" costumam invocar uma falácia: de que esses honorários estão abaixo do que paga o mercado....Ora, senhores, no mercado aberto de saúde suplementar há planos como Unimed e Bradesco Saúde que possuem até mais de um milhão de vidas assistidas. Seus executivos ganham salários razoáveis, proporcionalmente até menores que os pagos pela CASF. Mesmo a CASSI, do Banco do Brasil, com mais de 200 mil vidas assistidas, paga honorários para seus executivos abaixo do mercado aberto. Todos esses planos de mercado estão crescendo enquanto o nosso está "murchando" pois já tivemos 18 mil vidas assistidas, hoje são pouco mais que 12 mil.
A única solução que a gestão da CASF vislumbra para equilibrar suas despesas com a receita é aumentar os custos dos planos, sem se preocupar se os associados estão em condições de arcar com os sucessivos reajustes acima da inflação e dos reajustes de seus salários no Banco, como ativos ou aposentados. Estes estão ainda mais apertados, pois em função da idade pagam cada vez mais. Nesse ritmo, vai chegar uma hora em que a corda vai arrebentar...E do lado mais fraco, claro.
Ninguém se preocupa em aumentar a base contributiva dos planos da CASF , buscando o ingresso de mais de 2 mil novos funcionários que procuraram outros planos de saúde do mercado. Por que isso ocorre ? Porque nos outros planos, na sua faixa etária (18 a 25 anos) não se paga nem cota extra nem coparticipação. Simples, assim. Há um plano diferenciado para essa faixa etária por uma razão muito simples: eles pouco utilizam os serviços médicos nos prestadores conveniados do plano, porque raramente adoecem, com as exceções de praxe.
Quando trabalhei na CASF , apresentei um projeto específico para esse público-alvo diferenciado, com um kit Casf , onde eram mostradas as vantagens de adesão ao Plano da CASF. Uma das vantagens era "que na Casf você vai se sentir em casa, com tratamento personalizado. Em outros planos de mercado você será apenas um número de estatística entre milhares de outros"...
Resumo da ópera: o projeto foi arquivado e seu autor demitido pouco tempo depois...
Quanto ao arcaico e vulnerável processo eleitoral da CASF, vale dizer, por questão de justiça, que desde 2002 a CAPAF realiza suas eleições para os Conselhos adotando votação mista (digital com senha para quem possui computador -como a maioria dos colegas da ativa - e postal para os aposentados e pensionistas). O processo é tocado por uma empresa terceirizada de fora de Belém, especializada nesse tipo de serviço. Nunca houve problemas de adiamentos das eleições e os eleitos são empossados, mesmo a contragosto do Banco, como no meu caso que fui eleito em dois pleitos para o Conselho Deliberativo com a maior votação nominal entre os assistidos (aposentados e pensionistas).
Logo, precisamos modernizar também o processo eleitoral na CASF. O ilustre representante da AEBA no Condel da CASF poderia levantar essa questão naquele colegiado, aproveitando o "gancho" desse estranho atraso de 17 dias na remessa dos votos postais, pois não ? À Comissão Eleitoral compete ASSEGURAR o direito do voto aos associados. Se houve alguém que tenha atuado para SEGURAR esses votos, isso precisa ser apurado. O representante dessa "terceirizada" dos Correios precisa ser chamado para explicar esse atraso, não Marlon ? Afinal, o novo adiamento da eleição para o CONFIS representa novo prejuízo para os já combalidos cofres da CASF. Quem vai pagar ? Pelo visto, só mesmo o associado, como de hábito.
Cordialmente,
Francisco Sidou
