Panem et Circenses (Pão e circo)
E a festança continua aqui na matriz. Dia 31 de agosto o Banco da Amazônia vai realizar mais uma grande festa patrocinada com dinheiro público para comemorar o dia do bancário, como se o bancário mais mal remunerado do Brasil, que é o bancário do banco da Amazônia, tivesse motivo para comemorar. É um insulto, é um acinte se gastar dinheiro do contribuinte com festança como esta. Mais justo e sensato seria distribuir esses recursos que são gastos nesses grandes eventos patrocinados por este combalido banco em forma de PLR. Os empregados do Banco da Amazônia que trabalham na grande Belém já deveriam dar um indicativo de descontentamento com o atual estado de coisas nesta instituição, não se fazendo presente na festa do dia 31 de agosto que será realizada no Bancrévea. Não pode haver tamanha disparidade entre o que ganha um diretor do Banco da Amazônia com o que ganha os empregados da instituição. Isso é vergonhoso, é indigno. Não dá mais para sustentar tamanha desigualdade, tamanho disparate em um banco de situação econômico-financeira tão frágil. Algo tem que ser feito para dar um basta nesses absurdos no banco do faz de conta.
E a festança continua aqui na matriz. Dia 31 de agosto o Banco da Amazônia vai realizar mais uma grande festa patrocinada com dinheiro público para comemorar o dia do bancário, como se o bancário mais mal remunerado do Brasil, que é o bancário do banco da Amazônia, tivesse motivo para comemorar. É um insulto, é um acinte se gastar dinheiro do contribuinte com festança como esta. Mais justo e sensato seria distribuir esses recursos que são gastos nesses grandes eventos patrocinados por este combalido banco em forma de PLR. Os empregados do Banco da Amazônia que trabalham na grande Belém já deveriam dar um indicativo de descontentamento com o atual estado de coisas nesta instituição, não se fazendo presente na festa do dia 31 de agosto que será realizada no Bancrévea. Não pode haver tamanha disparidade entre o que ganha um diretor do Banco da Amazônia com o que ganha os empregados da instituição. Isso é vergonhoso, é indigno. Não dá mais para sustentar tamanha desigualdade, tamanho disparate em um banco de situação econômico-financeira tão frágil. Algo tem que ser feito para dar um basta nesses absurdos no banco do faz de conta.
