A questão da CASF é muito mais complexa.
DICAS:
1. Nasceu patrocinada pelo BASA nas, vitimada pela Flora, perdeu o patrocínio, sob a esfarrapada desculpa de que o TCU exigiu. Mentira: o TCU apenas recomendou que as estatais retirassem o patrocínio para suas operadoras de planos de saúde. Só o BASA cumpriu porque a Flora assim quis. Nenhuma outra estatal seguiu a recomendação do TCU e seguem patrocinando a saúde dos seus empregados.
2. Para compensar, dona Flora criou o programa Saúde Basa, para ajudar cada empregado a pagar os seus planos de saúde. Na CASF ou em qualquer outro.
3. O programa Saúde Basa recebeu esse nome para confundir com os planos da CASF e assim, para que todos continuassem penando que o BASA ainda patrocinava a CASF.
4. Sem o patrocínio do BASA, os associados da CASF, em assembleia geral, decidiram transformá-la em uma operadora de planos de autogestão, patrocinada pelos seus associados. Desde então passamos a funcionar como sendo um condomínio onde só a nós cabe a obrigação de pagar a conta, nos exatos valores que cada prestador de serviço médico, agregados em verdadeiros carteis, cobra para nos atender. A pífia ajudinha que o BASA nos dá por conta do Saúde Basa vira esmola.
5. O primeiro presidente eleito pelos associados foi o mesmo que já dirigia a CASF por indicação do BASA (a Flora que queria se livrar do homem que, àquela altura era o Chefe da então Consultoria Técnica da Presidência) e seus companheiros de Diretoria eram também homens de confiança do BASA. A mesma Diretoria que se perpetuou por quase duas décadas na direção da CASF.
6. A CASF atual, que chegou a marco de 19.000 beneficiários, conta agora com pouco mais de 13.000. E a evasão é constante porque o nosso poder aquisitivo desce ladeira abaixo. Aposentados e pensionistas, nem pensar. No curtíssimo prazo de tempo, todos estarão fora da CASF por não terem condições de bancar suas permanências.
Pelas DICAS acima – apenas algumas das tantas outras de maior gravidade, não é a simples contratação de gestores no mercado que vai resolver a questão. Temos que repensar a CASF com muito mais profundidade. Este e um desafio que a AEBA e AABA, em conjunto precisam encarar, sem contar com qualquer ajuda do SEEB/PA, de vez que uma solução definitiva para a CASF terá que passar por uma nova postura do BASA em relação à saúde dos seus empregados. E o Sindicato não topa arranhar os mesquinhos interesses da atual diretoria do Banco.
DICAS:
1. Nasceu patrocinada pelo BASA nas, vitimada pela Flora, perdeu o patrocínio, sob a esfarrapada desculpa de que o TCU exigiu. Mentira: o TCU apenas recomendou que as estatais retirassem o patrocínio para suas operadoras de planos de saúde. Só o BASA cumpriu porque a Flora assim quis. Nenhuma outra estatal seguiu a recomendação do TCU e seguem patrocinando a saúde dos seus empregados.
2. Para compensar, dona Flora criou o programa Saúde Basa, para ajudar cada empregado a pagar os seus planos de saúde. Na CASF ou em qualquer outro.
3. O programa Saúde Basa recebeu esse nome para confundir com os planos da CASF e assim, para que todos continuassem penando que o BASA ainda patrocinava a CASF.
4. Sem o patrocínio do BASA, os associados da CASF, em assembleia geral, decidiram transformá-la em uma operadora de planos de autogestão, patrocinada pelos seus associados. Desde então passamos a funcionar como sendo um condomínio onde só a nós cabe a obrigação de pagar a conta, nos exatos valores que cada prestador de serviço médico, agregados em verdadeiros carteis, cobra para nos atender. A pífia ajudinha que o BASA nos dá por conta do Saúde Basa vira esmola.
5. O primeiro presidente eleito pelos associados foi o mesmo que já dirigia a CASF por indicação do BASA (a Flora que queria se livrar do homem que, àquela altura era o Chefe da então Consultoria Técnica da Presidência) e seus companheiros de Diretoria eram também homens de confiança do BASA. A mesma Diretoria que se perpetuou por quase duas décadas na direção da CASF.
6. A CASF atual, que chegou a marco de 19.000 beneficiários, conta agora com pouco mais de 13.000. E a evasão é constante porque o nosso poder aquisitivo desce ladeira abaixo. Aposentados e pensionistas, nem pensar. No curtíssimo prazo de tempo, todos estarão fora da CASF por não terem condições de bancar suas permanências.
Pelas DICAS acima – apenas algumas das tantas outras de maior gravidade, não é a simples contratação de gestores no mercado que vai resolver a questão. Temos que repensar a CASF com muito mais profundidade. Este e um desafio que a AEBA e AABA, em conjunto precisam encarar, sem contar com qualquer ajuda do SEEB/PA, de vez que uma solução definitiva para a CASF terá que passar por uma nova postura do BASA em relação à saúde dos seus empregados. E o Sindicato não topa arranhar os mesquinhos interesses da atual diretoria do Banco.
