Deixe aqui a sua!

 
 
 
 
 
*Campos obrigatórios.
Seu e-mail não será publicado.

Sua mensagem estará visível após a aprovação.
Rodolfo Lisboa Cerveira Rodolfo Lisboa Cerveira enviado em 18/07/2013 as 03:00
CASF – Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco da Amazônia


No mês de junho (12.06.13) encaminhei por E-mail um comentário sobre o Banco da Amazônia e solicitei que se verificasse a conveniência de publicá-lo na página dessa Associação. Como o documento não foi veiculado, ficou entendido que não houve interesse da direção dessa Entidade de assim fazê-lo. Entre os assuntos que tratei naquela oportunidade um, de forma direta atinge o cotidiano deste postulante, e outros, de forma indireta, convergem para este extremado caso do nosso Plano de Saúde. Desta feita, como sou visitante habitual do site, fiquei conhecendo nos detalhes as opiniões de inúmeros colegas da ativa sobre a situação da CASF, principalmente a maneira como eles extravasam suas críticas e orientam a fuga dos demais, para outros Planos, com excepcional indicação à UNIMED. A solução não é tão simples como possa parecer. Os demais Planos – afora os de autogestão – são seletivos e apropriados aqueles de melhores faixas salariais, ainda assim, as reclamações contra eles são uma constante nessa página, já li inúmeras contra a UNIMED, e as há muito recentes. O Diário do Pará, edição de domingo (14.07.13), pág. A4, publicou uma matéria interessante sobre irregularidades dessas Entidades, a UNIMED em evidência. No nosso caso específico, as dificuldades (conforme abordei no texto citado no início da postagem) decorrem da hoje insignificante participação financeira do empregador (BASA), e dos baixos salários que paga aos seus empregados. Sendo esta a questão que tem de ser priorizada, sem, contudo, omitir do conjunto, os itens relativos à remuneração inexequível da Diretoria e seus auxiliares, dos custos administrativos e demais despesas que constituem o orçamento global da Entidade. Não seria demasiado esperar que todas estas questões vitais para a sustentação da CASF sejam discutidas em conjunto com a AABA, AEBA e a própria direção do BASA, sem esquecer-se de atrair para o debate, políticos verdadeiramente representativos e pessoas da sociedade civil organizada, se for o caso. Por fim, sugiro a leitura do Relatório Anual de Gestão, do exercício de 2012, em cujos quadros podemos vislumbrar algumas superações numéricas e um prenúncio de novas proposições.
Please wait...