Se e a AEBA publicasse o texto que sofreu censura, os leitores desse espaço iriam chegar a conclusão de que não há motivo para atitude tão extrema por parte desta Associação.
Ora, o fato a que a AEBA se refere em seu texto - "se alguém afirma que outrem, pessoa física ou jurídica cometeu ilícito, tipo pagar figurantes para ludibriar a opinião pública, e o faz sem qualquer prova, não é a AEBA quem vai assumir as consequências de ato tão inconsequente" - não é um ato inconsequente não, é um assunto de domínio público que foi noticiado na grande imprensa do sul do país e esses meios de comunicação não sofreram nenhum tipo de contestação na justiça por aqueles supostamente ofendidos na matéria. E depois, desde quando pagar pessoas para empunhar bandeiras numa manifestação constitui ato ilícito ? Me desculpem, mas a justificativa apresentada para a não publicação do texto não se sustenta.
Ora, o fato a que a AEBA se refere em seu texto - "se alguém afirma que outrem, pessoa física ou jurídica cometeu ilícito, tipo pagar figurantes para ludibriar a opinião pública, e o faz sem qualquer prova, não é a AEBA quem vai assumir as consequências de ato tão inconsequente" - não é um ato inconsequente não, é um assunto de domínio público que foi noticiado na grande imprensa do sul do país e esses meios de comunicação não sofreram nenhum tipo de contestação na justiça por aqueles supostamente ofendidos na matéria. E depois, desde quando pagar pessoas para empunhar bandeiras numa manifestação constitui ato ilícito ? Me desculpem, mas a justificativa apresentada para a não publicação do texto não se sustenta.
