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Raimundo N. Costa Raimundo N. Costa enviado em 09/07/2013 as 03:00
UTILIDADE PÚBLICA, outra vez:

Amigos, fala-se que por falta de um grito, perde-se uma boiada. A partir desse raciocínio e diante de tantos exemplos de chutes dados por bancos em bancários, volto a tentar contribuir para que colegas se libertem das ilusões em que vivem. Uns revelam acreditar que banco se orienta pelos mesmos valores que o próprio bancário. Tolo engano. Pensam que extrapolar jornada de trabalho diariamente(trabalho escravo), que não se licenciar quando adoecem(masoquismo), que acumular atribuições(desvio de função), que ser amiguinho de superior hierárquico(puxa-saco), que
trabalhar estando em férias(idiotice) e que vigiar outro colega(dedo-duro) são créditos que se acumulam para eventuais situações adversas. Repito, ledo engano.
Acorde! A relação nossa com o patrão é de venda e compra de mão-de-obra. De carga horária de trabalho. De energia, de conhecimento. Tudo conforme a Lei e os regulamentos.
Fora disso, tudo o mais é exploração e/ou subserviência.
Raimundo N. Costa
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