Enfim, uma postagem digna de elogios.
Corroborando o diagnóstico da situação dos bancários, sugiro que saiamos às ruas no momento em que as manifestações estão na rua, como um fato novo. Devemos nos antecipar a setembro e mobilizarmo-nos já (com a palavra a AEBA, já que, do Sindicato, nada se pode esperar). Quando o setembro chegar, o nosso brado já ecoou e apenas será revigorado. Não podemos espera-lo para então levarmos a nossa verdade às ruas porque, até lá, não sabemos qual a força que as manifestações de agora ainda terão. São quase sessenta dias, tempo em que muita coisa pode mudar, seja aumentando ou diminuindo, pela fadiga, o brado popular.
Corroborando o diagnóstico da situação dos bancários, sugiro que saiamos às ruas no momento em que as manifestações estão na rua, como um fato novo. Devemos nos antecipar a setembro e mobilizarmo-nos já (com a palavra a AEBA, já que, do Sindicato, nada se pode esperar). Quando o setembro chegar, o nosso brado já ecoou e apenas será revigorado. Não podemos espera-lo para então levarmos a nossa verdade às ruas porque, até lá, não sabemos qual a força que as manifestações de agora ainda terão. São quase sessenta dias, tempo em que muita coisa pode mudar, seja aumentando ou diminuindo, pela fadiga, o brado popular.
