Olá J. Ribamar,
É uma vergonha o fato de o BASA já ter chamado cerca de 800 concursados, dentre os quais pediram demissão cerca de 600, restando ainda 200, os quais estão em dúvida se permane-cem ou não na Instituição, tudo em decorrência do salário miserável oferecido.
Quando entrei no BASA (45 anos atrás), tendo assumido a minha primeira função (chefe de seção), eu tinha vergonha de mostrar o meu salário, pelo valor relativamente elevado (ganhava mais que um juiz do TJE, na média anual) e pela admiração que causava. Hoje eu continuo com vergonha de mostrar a minha remuneração, pela indiferença que isso causa. Recentemente aluguei um apartamento de uma pessoa conhecida e fiquei surpreso coma sua ob-servação: Égua, Roberto, é só isso que tu ganhas? Não consegui responder e até hoje não achei uma resposta convincente.
NESTA GREVE, SÓ TEMOS UMA OPÇÃO: LUTAR ATÉ O FIM.
Queremos ser tratados com dignidade; queremos defender o desenvolvimento sustentável da Amazônia; queremos ser partícipes da continuidade do BASA, retirando-o da condição de banco de último escalão no cenário nacional; queremos ter o respeito e admiração de nossas famílias por trabalharmos no BASA.
José Roberto Duarte
e-mail: robertoduarte2@oi.com.br
É uma vergonha o fato de o BASA já ter chamado cerca de 800 concursados, dentre os quais pediram demissão cerca de 600, restando ainda 200, os quais estão em dúvida se permane-cem ou não na Instituição, tudo em decorrência do salário miserável oferecido.
Quando entrei no BASA (45 anos atrás), tendo assumido a minha primeira função (chefe de seção), eu tinha vergonha de mostrar o meu salário, pelo valor relativamente elevado (ganhava mais que um juiz do TJE, na média anual) e pela admiração que causava. Hoje eu continuo com vergonha de mostrar a minha remuneração, pela indiferença que isso causa. Recentemente aluguei um apartamento de uma pessoa conhecida e fiquei surpreso coma sua ob-servação: Égua, Roberto, é só isso que tu ganhas? Não consegui responder e até hoje não achei uma resposta convincente.
NESTA GREVE, SÓ TEMOS UMA OPÇÃO: LUTAR ATÉ O FIM.
Queremos ser tratados com dignidade; queremos defender o desenvolvimento sustentável da Amazônia; queremos ser partícipes da continuidade do BASA, retirando-o da condição de banco de último escalão no cenário nacional; queremos ter o respeito e admiração de nossas famílias por trabalharmos no BASA.
José Roberto Duarte
e-mail: robertoduarte2@oi.com.br
