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Alea Jacta Est Alea Jacta Est enviado em 15/06/2013 as 03:00
Urge se discutir o papel da matriz para o Banco da Amazônia, do jeito que está, essa matriz não pode continuar. Ela está na contramão de tudo ou quase tudo que se espera de uma Corporação séria, competente, ágil, moderna tanto tecnologicamente quanto na área de gestão. No mundo de economia globalizada, onde as decisões precisam ser tomadas rapidamente e com eficiência, sempre se levando em consideração nessas decisões o fator Custos, a matriz do Banco da Amazônia com seus 17 andares, suas 28 gerências e grande quantidade de funcionários, parece mais um MAMUTE que insiste em viver fora de sua era.
A melhoria da lucratividade e, consequentemente, a melhoria da situação econômico-financeira desta instituição passa inexoravelmente pela redução da estrutura física da matriz, pela redução de suas despesas, pelo aumento de sua produtividade. Precisamos encarar essa realidade, discutir esse assunto com seriedade, sem apego a interesses corporativistas.
No período de 01/01/2013 a 31/03/2013, ou seja, no primeiro trimestre deste ano, o Banco da Amazônia vem apresentando prejuízo de dezesseis milhões e cem mil contra um lucro de treze milhões e novecentos e trinta e um mil, em igual período do ano passado(01/01/2012 a 31/03/2012), conforme DRE parcial do banco. Portanto, não adianta ficar pressionando as agências para produzir resultados positivos para o banco, como se isso fosse a panaceia para os males de nossa situação financeira. O problema é mais complexo e a sua solução vai demandar a supressão de muitos privilégios aqui nesta mastodôntica matriz.

Fiat justitia et ruat caelum. (Faça-se justiça, embora desabem os céus).
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