Quando leio o que escreveu o “Alea Jacta Est” a respeito do pessoal da Matriz, sinto-me na obrigação de reforçar as minhas convicções contrárias ao uso do anonimato nos mídias eletrônicas. No caso deste espaço (Opinião), inserido na página eletrônica de uma entidade de classe comprometida com o interesso dos trabalhadores, por numerosas vezes quedei-me a tolerar essa prática, alinhando-me àqueles que alegam haver circunstâncias onde a ocultação da autoria se torna indispensável para evitar represálias patronais inconsequentes. Não é o que, a rigor, se tem observado neste espaço; pelo contrário, são fartas e generosas as postagens de anônimos em favor do interesse patronal, com algumas das quais concordo, se justas e coerentes ou dicordo, terminantemente, quando lesivas aos interesses dos empregados. Postagens como a que ora comento, portanto, obrigam-me declinar de qualquer flexibilidade à sábia prescrição Constitucional que, no inciso IV do Art. 5º, proclama: “É livre a manifestação do pensamento, SENDO VEDADO O ANONIMATO”.
Veja-se que, no caso, o “Alea Jacta Est” - empregado que atua na Direção Geral, como, inadvertidamente, confessou – usa do anonimato para desferir contra todo o pessoal da Direção Geral do Banco impropérios que jamais poderiam ser generalizados. São acusações possivelmente justas e consistentes EM CERTOS e/ou ALGUNS CASOS ISOLADOS, mas absolutamente impróprias e distorcidas em centenas de outros casos. A generalidade que o “Alea...” empregou na manifestação do seu pensamento parece própria dos que não hesitam em fazer das suas distorções de caráter repugnante instrumento de agressão à dignidade dos outros.
Veja-se que, no caso, o “Alea Jacta Est” - empregado que atua na Direção Geral, como, inadvertidamente, confessou – usa do anonimato para desferir contra todo o pessoal da Direção Geral do Banco impropérios que jamais poderiam ser generalizados. São acusações possivelmente justas e consistentes EM CERTOS e/ou ALGUNS CASOS ISOLADOS, mas absolutamente impróprias e distorcidas em centenas de outros casos. A generalidade que o “Alea...” empregou na manifestação do seu pensamento parece própria dos que não hesitam em fazer das suas distorções de caráter repugnante instrumento de agressão à dignidade dos outros.
