Nada de conselho de ética. O caso é para pegar umas 3 testemunhas e denunciar o arrogante na Justiça do Trabalho, pedindo o reparo das ofensas com a indenização pelo assédio moral. E depois o Sindicato do Amazonas ou a AEBA devem partir para uma ação regressiva para que a indenização não seja bancada pelo Banco, mas pelo gerentinho agressor. Se isso acontecer com uns 2 ou três puxa-sacos, os outros vão pensar duas vezes antes de agir que nem o gerente da Manaus Centro.
