Olá Cabeção,
02/11/2011
É preciso entender que os empregados do BASA estão lutando bravamente por seus direitos, contra tudo e contra todos. Ainda passa pela minha cabeça a monumental assembleia no Sindicato do Pará, que decidiu pela continuidade da greve, quando todos os demais bancos estavam saindo do movimento paredista. É fato notório que o BASA orientou seus gerentes e funcionários comprometidos a comparecerem na assembleia e votarem a favor da famigerada proposta de reajuste salarial, um acinte à nossa inteligência. O que o BASA está querendo? Naturalmente a continuidade de salários escorchantes, muito abaixo dos demais congêneres e até dos bancos privados, tornando-nos fáceis de ser manipulados. Somos o lixo da classe bancária?
Este movimento não é da AEBA, mas de toda a base de empregados do BASA, que não mais se submete ao jogo de interesses, sejam eles quais forem. Queremos ser tratados com dignidade; queremos defender o desenvolvimento sustentável da Amazônia; queremos ser partícipes da continuidade do BASA, retirando-o da condição de banco de último escalão no cenário nacional; queremos ter o respeito e admiração de nossas famílias por trabalhar-mos no BASA.
Meu caro Cabeção, a sua cobrança é indevida e injusta, em razão do farto noticiário que a AEBA vem fazendo através de panfletos, blogs e através de seu site, onde a recomendação é a continuidade da greve, que agora vai ser defendida no TRT com as justificativas e estratégias cabíveis. Ninguém, em sã consciência, sabe o que será decidido no TRT. Não se dê por vencido antes do término da luta, pois a PLR depende de todos e de você mesmo, em especial.
José Roberto Duarte
e-mail: robertoduarte2@oi.com.br
02/11/2011
É preciso entender que os empregados do BASA estão lutando bravamente por seus direitos, contra tudo e contra todos. Ainda passa pela minha cabeça a monumental assembleia no Sindicato do Pará, que decidiu pela continuidade da greve, quando todos os demais bancos estavam saindo do movimento paredista. É fato notório que o BASA orientou seus gerentes e funcionários comprometidos a comparecerem na assembleia e votarem a favor da famigerada proposta de reajuste salarial, um acinte à nossa inteligência. O que o BASA está querendo? Naturalmente a continuidade de salários escorchantes, muito abaixo dos demais congêneres e até dos bancos privados, tornando-nos fáceis de ser manipulados. Somos o lixo da classe bancária?
Este movimento não é da AEBA, mas de toda a base de empregados do BASA, que não mais se submete ao jogo de interesses, sejam eles quais forem. Queremos ser tratados com dignidade; queremos defender o desenvolvimento sustentável da Amazônia; queremos ser partícipes da continuidade do BASA, retirando-o da condição de banco de último escalão no cenário nacional; queremos ter o respeito e admiração de nossas famílias por trabalhar-mos no BASA.
Meu caro Cabeção, a sua cobrança é indevida e injusta, em razão do farto noticiário que a AEBA vem fazendo através de panfletos, blogs e através de seu site, onde a recomendação é a continuidade da greve, que agora vai ser defendida no TRT com as justificativas e estratégias cabíveis. Ninguém, em sã consciência, sabe o que será decidido no TRT. Não se dê por vencido antes do término da luta, pois a PLR depende de todos e de você mesmo, em especial.
José Roberto Duarte
e-mail: robertoduarte2@oi.com.br
