Não disse que o banco está "cheio de funcionários ociosos e improdutivos", basta ler sem distorcer o que escrevi e comprovar-se-á o que estou afirmando. Trabalho na matriz e, como tal, falo dela e não das agências. Funcionário ocioso e pouco produtivo não é sinônimo de falta de serviço, meu caro. Concordo que falte liderança mas serviço definitivamente, não.
Quanto a reestruturação, reforma e choque de gestão que reivindico na instituição, se houve,aconteceu aí em São Paulo, porque aqui na matriz foi para inglês ver. Não aconteceu. A não ser, claro, que essas três palavras tenham adquirido um significado tão simples na ótica de quem quer que seja, no quesito Administração de Empresas.
Também não reivindiquei "um PDV para que só os eficientes se sobressaiam" como você afirma em tom jocoso em seu texto, como não defendi também que o PDV sirva de filtro para o que quer que seja. Defendo o PDV como forma de redução de custos, como redução e enxugamento de quadro de funcionários e de despesa, como um dos caminhos para se aumentar a eficiência e a produtividade em empresas com baixa lucratividade, produtividade e eficiência, como é o caso do BASA. Dizer que em uma empresa pública como o BASA, "sai quem quer", como você disse, dá a impressãoão que não se está preocupado com eficiência na empresa, que os funcionários pouco produtivos podem permanecer na empresa percebendo os seus salários mesmo não estando produzindo a contento. Isso revela total desprezo com a coisa pública, com o dinheiro público, pelo qual devemos zelar. Isso só corrobora o que nós, que estamos de fora, observamos há muito tempo no seio de sindicatos e associações, que é a defesas de interesses corporativos pelos mesmos, pouco se lixando com o interesse comum, com o interesse do cidadão, do contribuinte, que é quem paga a conta dessas empresas públicas e /ou estatais, muitas delas pouco eficientes, obsoletas, de baixa produtividade e perdulárias, como o Basa.
Por fim, espero que apresente propostas e sugestões, também, que na sua opinião deveriam ser implementadas na instituição com o intuito de melhorá-la.
"A dificuldade não está em gerar novas idéias, mas em nos livrarmos das antigas". (Lord Kelvin)
Quanto a reestruturação, reforma e choque de gestão que reivindico na instituição, se houve,aconteceu aí em São Paulo, porque aqui na matriz foi para inglês ver. Não aconteceu. A não ser, claro, que essas três palavras tenham adquirido um significado tão simples na ótica de quem quer que seja, no quesito Administração de Empresas.
Também não reivindiquei "um PDV para que só os eficientes se sobressaiam" como você afirma em tom jocoso em seu texto, como não defendi também que o PDV sirva de filtro para o que quer que seja. Defendo o PDV como forma de redução de custos, como redução e enxugamento de quadro de funcionários e de despesa, como um dos caminhos para se aumentar a eficiência e a produtividade em empresas com baixa lucratividade, produtividade e eficiência, como é o caso do BASA. Dizer que em uma empresa pública como o BASA, "sai quem quer", como você disse, dá a impressãoão que não se está preocupado com eficiência na empresa, que os funcionários pouco produtivos podem permanecer na empresa percebendo os seus salários mesmo não estando produzindo a contento. Isso revela total desprezo com a coisa pública, com o dinheiro público, pelo qual devemos zelar. Isso só corrobora o que nós, que estamos de fora, observamos há muito tempo no seio de sindicatos e associações, que é a defesas de interesses corporativos pelos mesmos, pouco se lixando com o interesse comum, com o interesse do cidadão, do contribuinte, que é quem paga a conta dessas empresas públicas e /ou estatais, muitas delas pouco eficientes, obsoletas, de baixa produtividade e perdulárias, como o Basa.
Por fim, espero que apresente propostas e sugestões, também, que na sua opinião deveriam ser implementadas na instituição com o intuito de melhorá-la.
"A dificuldade não está em gerar novas idéias, mas em nos livrarmos das antigas". (Lord Kelvin)
