A mudança nos rumos do BASA já está traçada, faz tempo. O Presidente Rossi, como todo e qualquer presidente do banco, desde a era FHC, não tem poder de decisão. É apenas mais um, talvez mais qualificado para bem conduzir a incorporação do BASA pelo Banco do Brasil. Ou apenas levar o FNO do BASA para o mega banco estatal, sucateando definitivamente o primo pobre que, sem o seu cavalo de batalha nem competência para se estabelecer como banco de mercado, na agonia final, quem saber, encontrará forças para esculpir na sua lápide, uma única e econômica palavra: "Fui".
