São muitos os esquivos ou dissimulações do poster anônimo.
1º- O Banco não é de fato um simples banco de marcado. Nesse segmento ele praticamente nem existe. Não tem sequer clientes suficientes para usar a sua combalida tecnologia nos caixas eletrônicos de uns poucos pontos onde existem;
2º- Como banco de desenvolvimento, já provou que não sabe administrar planos de previdência. Primeiro porque não entende esse tipo de negócio como algo inadequado a esse seu perfil (banco de desenvolvimento) e, talvez por isto, sempre assumiu a gestão da CAPAF com poderes que mesmo sem afrontar as leis que regulamentam o setor (6435/77 e LC-109/2012), por vezes, transcenderam os limiteis da razoabilidade. Foi o que aconteceu na composição da sua representação na última constituição do Conselho Deliberativo, onde, contando com dois Diretores do próprio Banco (além do seu chefe de gabinete da Diretoria), acabou conferindo-lhes duplo poder na gestão da CASF: um como membro de um colegiado responsável pelas suas decisões enquanto Patrocinador e outro como membro do colegiado responsável pelas decisões estratégicas da patrocinada CAPAF. Deu no que deu!
3º- Quanto a “Carreira de Bancário Federal”, “pensar” em igualar remuneração é um exercício inócuo e tanto mais distante quando apesar de uma AEBA atuante, temos um Sindicato sintomaticamente atrelado à direção do Banco da Amazônia.
4º- No mais, ao se referir a plano(s) de previdência complementar e afirmar que “a questão não é técnica, é política” configura, no meu modo de ver, o equivoco dos equívocos, útil, contudo, porque justifica, em parte, tudo o que ocorreu com os planos BD e Amazonvida da CAPAF que agora são objeto de liquidações casuisticamente decretadas pela PREVIC enquanto sucessora da SPC.
1º- O Banco não é de fato um simples banco de marcado. Nesse segmento ele praticamente nem existe. Não tem sequer clientes suficientes para usar a sua combalida tecnologia nos caixas eletrônicos de uns poucos pontos onde existem;
2º- Como banco de desenvolvimento, já provou que não sabe administrar planos de previdência. Primeiro porque não entende esse tipo de negócio como algo inadequado a esse seu perfil (banco de desenvolvimento) e, talvez por isto, sempre assumiu a gestão da CAPAF com poderes que mesmo sem afrontar as leis que regulamentam o setor (6435/77 e LC-109/2012), por vezes, transcenderam os limiteis da razoabilidade. Foi o que aconteceu na composição da sua representação na última constituição do Conselho Deliberativo, onde, contando com dois Diretores do próprio Banco (além do seu chefe de gabinete da Diretoria), acabou conferindo-lhes duplo poder na gestão da CASF: um como membro de um colegiado responsável pelas suas decisões enquanto Patrocinador e outro como membro do colegiado responsável pelas decisões estratégicas da patrocinada CAPAF. Deu no que deu!
3º- Quanto a “Carreira de Bancário Federal”, “pensar” em igualar remuneração é um exercício inócuo e tanto mais distante quando apesar de uma AEBA atuante, temos um Sindicato sintomaticamente atrelado à direção do Banco da Amazônia.
4º- No mais, ao se referir a plano(s) de previdência complementar e afirmar que “a questão não é técnica, é política” configura, no meu modo de ver, o equivoco dos equívocos, útil, contudo, porque justifica, em parte, tudo o que ocorreu com os planos BD e Amazonvida da CAPAF que agora são objeto de liquidações casuisticamente decretadas pela PREVIC enquanto sucessora da SPC.
