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Não está tudo bem, não. Não está tudo bem, não. enviado em 29/04/2013 as 03:00
O Banco Leviatã (Thomas Hobbes)caminha para o precipício. Seus devedores não lhe pagam e nem são cobrados, como as Organizações ORM (Grupo Liberal);a grande quantidade de funcionários, muitos ociosos e pouco produtivos, não reflete a realidade dos grandes bancos competitivos, modernos e eficientes e, por causa dessa ineficiência e desse inchaço no quadro de pessoal,seus funcionários são mal remunerados, ocupando a rabeira no concerto dos bancos nacionais. Enquanto isso, sua diretoria, vivendo em um mundo à parte da grande maioria dos empregados do decadente banco, continuam afrontando o bom senso e a coerência, patrocinando eventos suntuosos, perdulários e fúteis que não condizem com a realidade da instituição e que, ao invés de melhorar a sua imagem, tem efeito justamente contrário. O Banco do Nordeste, que desempenha as mesmas funções que o Banco da Amazônia, pois também é um banco regional, remunera seu pessoal em condições melhores que a nossa.E esse PrevAmazônia, quem vai gerir ? Será que a gestão vai continuar sendo pelo mesmo critério do da CAPAF ? A gestão tem que ser feita por profissionais qualificados, contratados através de concorrência, licitação e e etc. e não pelo banco e nem por pessoas indicadas pelo banco. Faz-se necessário um Plano de demissão voluntária, para que fiquem só aqueles que realmente querem produzir e trabalhar, por que o que tem de gente nesse banco que só vem pra cá passear, enrolar,não é fácil. Os que ficassem seriam melhor remunerados e produziriam mais, seriam mais eficientes, fariam jus ao que percebessem financeiramente. Este banco precisa ser reformado, reestruturado, passar por um choque de gestão para torná-lo mais eficiente, produtivo, porque do jeito que tá, é daqui pra pior. Não adianta ficar reivindicando direitos e aumentos salariais semelhantes aos outros bancos federais mais eficientes e mais rentáveis enquanto este banco não se adaptar à realidade, implementando medidas impopulares, sim impopulares, que o tornem menos burocrático, mais ágil, mais eficiente e mais rentável.
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