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Raimundo N. Costa Raimundo N. Costa enviado em 25/04/2013 as 03:00
Há pouco tempo, em um Estado não muito longe daqui, o presidente de um banco estadual, no jogo de cenas combinado com a chefe maior da época daquele território, "iludiram" os do segundo e terceiro escalões, "convencendo-os" de que eram o banco. "Premiaram" os "escolhidos" com viagens internacionais . O pretexto para o desvario era "especializar a equipe" em um "novo modelo de banco estadual" para aquela unidade federativa. Na verdade, mesmo, o objetivo era anestesiar os "iluminados" para colaborarem com os propósitos dos "chefes maiores". Meses depois, com a omissão e/ou aplausos de uns, o banco estadual foi "doado" para um banco privado. As promessas de última hora, de que os "competentes" seriam incorporados rapidamente à cultura do banco incorporador e valorizados, jamais se concretizaram. Houve fechamento de agências e demissões. Para a tacada final um batalhãozinho de inocentes úteis, anti-resistência, foi treinado para convencer o "rebanho" a entregar direitos trabalhistas, plano de saúde e previdência complementar. Ficção? Realidade pura! Moral da história: toda perversidade patronal precisa, sempre, de "colaborades amestrados".
Raimundo N. Costa
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