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MOMENTO DE MUITA GRAVIDADE PARA O BASA MOMENTO DE MUITA GRAVIDADE PARA O BASA enviado em 09/04/2013 as 03:00
Tendo o Supremo Tribunal Federal colocado um ponto final na questão BASA/CAPAF, ao reconhecer os direitos adquridos dos participantes do Plano de Benefícios Definidos e condenar o BASA pelo déficit da CAPAF, fica a indagação de como ficará a situação de seus administradores responsáveis pela falência da entidade. Impunes ?
Falou-se várias vezes que a implantação dos planos saldados era uma artimanha para livrar o banco e a PREVIC de suas responsabilidades, e essa manobra era constantemente bombardeada pela equipe apelidada de " aves agourentas ", " inimigos da CAPAF " etc. Todos os argumentos enfocados tinham consolidação em
estudos aprofundados e sempre baseados no Estado de Direito: O respeito e o pedido de respeito às leis. Nada mais.
Via-se, no entanto, o desespero do BASA e PREVIC para a implantação dos planos saldados o mais rápido possível, com ofertas vantajosas para seus aderentes. Quantas e quantas vezes a tropa de choque alertou sobre esse fato ilegal ?
Quem não se lembra quando foi dito que, se o BASA não paga contrato velho, vai pagar contrato novo ?
O banco desrespeitou seus ex-colaboradores que pagaram suas contribuições por mais de 30 anos ( e alguns continuam pagando ainda ), submetendo-os aos piores vexames de suas vidas. Sim, todos os aposentados e pensionistas sofremos muito diante das ameças e terrorismo psicológico patenteados pela dupla BASA/PREVIC.
Se houver repercussão nacional da condenação do Banco da Amazonia, sua sobrevivência dependerá do humor da Presidente Dilma. E se estava em curso sua encampação pelo Banco do Brasil, o caminho está escancarado. O prato está feito, é só comer. É servido, Banco do Brasil ?
evandrofernandesouza@gmail.com
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