Caro Nelson,
É lamentável tal atitude dos colegas de sua Unidade, pois o comando do movimento é encabeçado pelas entidades representativas, as quais, através de assembleias, decidimos os rumos da greve, portanto, não cabendo à Unidades, de forma isolada, deliberar acerca do assunto, dada a sua complexidade.
A propósito a sua Unidade tem representantes da AEBA e/ou do Sindicato? Quem propôs e organizou a reunião? Sei que é prática comum no Banco, todavia, não vejo sentido.
Afinal somos um Banco só, literalmente.
Tal atitude não só enfraquece o movimento, como induz as demais Unidades a agir de forma equivocada.
Prezado: Não conheço a realidade de sua Unidade, mas nesse caso creio que seria bastante razoável que a decisão fosse individual e não coletiva, pois é direito de cada um decidir a sua permanência ou não no movimento.
Boa sorte a todos nós.
É lamentável tal atitude dos colegas de sua Unidade, pois o comando do movimento é encabeçado pelas entidades representativas, as quais, através de assembleias, decidimos os rumos da greve, portanto, não cabendo à Unidades, de forma isolada, deliberar acerca do assunto, dada a sua complexidade.
A propósito a sua Unidade tem representantes da AEBA e/ou do Sindicato? Quem propôs e organizou a reunião? Sei que é prática comum no Banco, todavia, não vejo sentido.
Afinal somos um Banco só, literalmente.
Tal atitude não só enfraquece o movimento, como induz as demais Unidades a agir de forma equivocada.
Prezado: Não conheço a realidade de sua Unidade, mas nesse caso creio que seria bastante razoável que a decisão fosse individual e não coletiva, pois é direito de cada um decidir a sua permanência ou não no movimento.
Boa sorte a todos nós.
