Caro Oliveira,
Apesar de todo o respeito que honrosamente dedico às suas observações, permito-me dizer que:
a)– quando digo que um novo PCS será mais oneroso para o BASA QUE PARA QUALQUER OUTRAS ORGANIZAÇÕES não é porque o BASA deverá ou não pagar os benefícios do pessoal do BD. Quando o faz é exatamente reparando o que deixou de fazer por conta das suas responsabilidades assumidas quando se fez patrocinador da CAPAF. Talvez você não saiba que por mais de 10 anos o BASA deixou de fazer as suas contribuições segundo os percentuais definidos nos planos de custeio (como manda a lei); enquanto os participantes contribuíam com percentuais na ordem de 24%, o BASA manteve congelada a sua contribuição em pouco mais de 14%. Só aí, são 10% a menos, mês a mês, durante mais de 10 anos, na formação das reservas para a CAPAF pagar, não apenas os assistidos do BD, mas, também, para garantir o pagamento do pessoal da ativa, quando vierem a se aposentar. Logo, Oliveira, o BASA não faz favor a ninguém quando cumpre a decisão da Justiça, complementando os valores que faltem para o pagamento mensal dos benefícios de quem já está aposentado pelo BD. Você, talvez não saiba, também, que a diferença entre os valores que devia pagar o os que pagou à CAPAF serviu para evitar que o BASA viesse a virar o seu PL, no período em que esteve sob a gestão da Dra. Flora Valadares. É pesquisar e ver;
b)- Quanto a “dureza” que AEBA e Sindicato enfrentam a quando das negociações em busca de acordos coletivos, nada há de novo nem estranho. Se “moleza” houvesse, nem precisaríamos dessas entidades. É justamente por conta disso é que todos nós, principalmente aqueles que se negam a fortalecer as lutas dessas entidades em defesa dos nossos interesses, precisamos entender que sem luta não há vitórias, não há como se pensar em melhorias para o trabalhador. Aí sim, é que PCS, subsídio aos planos de Saúde, PL justo não passarão de utopia. Jamais o caso CAPAF como a “costa larga do pedaço”.
De tudo, caro Oliveira, não me queiras mal nem me interpretes como alguém que está tentando tapar o sol com a peneira. Pelo contrário, a minha luta é exatamente contribuir para que todos vejam a coisa com a transparência que lhes deveria ser dada, seja pelo BASA quanto pela CAPAF. E olha que apesar de toda a luta, nem eu nem você sabe qual foi o percentual de adesões para cada um dos planos saldados que a CAPAF implantou. Tampouco conhecemos os termos do acordo firmado entre o BASA e a CAPAF para a reposição dos valores devidos (E RECONHECIDOS) pelo primeiro ao segundo, quando, ambos os elementos são de fundamental importância para que os aderentes possam ter um mínimo de expectativas quanto a longevidade dos planos a que estão aderindo.
É Oliveira, o caso, no seu todo, é muito mais complexo que muitos possam imaginar. Transcendo mesmo o entendimento que se possa ter quanto ao termo ONEROSO, sob o contexto que usei na manifestação acerca de um novo PCS no BASA e a questão da insolvência do plano BD da CAPAF.
Apesar de todo o respeito que honrosamente dedico às suas observações, permito-me dizer que:
a)– quando digo que um novo PCS será mais oneroso para o BASA QUE PARA QUALQUER OUTRAS ORGANIZAÇÕES não é porque o BASA deverá ou não pagar os benefícios do pessoal do BD. Quando o faz é exatamente reparando o que deixou de fazer por conta das suas responsabilidades assumidas quando se fez patrocinador da CAPAF. Talvez você não saiba que por mais de 10 anos o BASA deixou de fazer as suas contribuições segundo os percentuais definidos nos planos de custeio (como manda a lei); enquanto os participantes contribuíam com percentuais na ordem de 24%, o BASA manteve congelada a sua contribuição em pouco mais de 14%. Só aí, são 10% a menos, mês a mês, durante mais de 10 anos, na formação das reservas para a CAPAF pagar, não apenas os assistidos do BD, mas, também, para garantir o pagamento do pessoal da ativa, quando vierem a se aposentar. Logo, Oliveira, o BASA não faz favor a ninguém quando cumpre a decisão da Justiça, complementando os valores que faltem para o pagamento mensal dos benefícios de quem já está aposentado pelo BD. Você, talvez não saiba, também, que a diferença entre os valores que devia pagar o os que pagou à CAPAF serviu para evitar que o BASA viesse a virar o seu PL, no período em que esteve sob a gestão da Dra. Flora Valadares. É pesquisar e ver;
b)- Quanto a “dureza” que AEBA e Sindicato enfrentam a quando das negociações em busca de acordos coletivos, nada há de novo nem estranho. Se “moleza” houvesse, nem precisaríamos dessas entidades. É justamente por conta disso é que todos nós, principalmente aqueles que se negam a fortalecer as lutas dessas entidades em defesa dos nossos interesses, precisamos entender que sem luta não há vitórias, não há como se pensar em melhorias para o trabalhador. Aí sim, é que PCS, subsídio aos planos de Saúde, PL justo não passarão de utopia. Jamais o caso CAPAF como a “costa larga do pedaço”.
De tudo, caro Oliveira, não me queiras mal nem me interpretes como alguém que está tentando tapar o sol com a peneira. Pelo contrário, a minha luta é exatamente contribuir para que todos vejam a coisa com a transparência que lhes deveria ser dada, seja pelo BASA quanto pela CAPAF. E olha que apesar de toda a luta, nem eu nem você sabe qual foi o percentual de adesões para cada um dos planos saldados que a CAPAF implantou. Tampouco conhecemos os termos do acordo firmado entre o BASA e a CAPAF para a reposição dos valores devidos (E RECONHECIDOS) pelo primeiro ao segundo, quando, ambos os elementos são de fundamental importância para que os aderentes possam ter um mínimo de expectativas quanto a longevidade dos planos a que estão aderindo.
É Oliveira, o caso, no seu todo, é muito mais complexo que muitos possam imaginar. Transcendo mesmo o entendimento que se possa ter quanto ao termo ONEROSO, sob o contexto que usei na manifestação acerca de um novo PCS no BASA e a questão da insolvência do plano BD da CAPAF.
