Até certo ponto concordo com o homem (ou mulher) "Na Planície".
Na realidade, seja no Banco, seja em qualquer outra estatal, o conselheiro eleito pelos empregados nada pode fazer em benefício dos mesmos, simplesmente porque a legislação que criou esse “espaço” nos Conselhos de Administração das Estatais proíbe a participação dos mesmos em reuniões cuja pauta contenha matéria de interesse dos empregados.
Aliás, se é verdade que a função doe representante eleito pelos empregados, nos CONSAD’s das Estatais é “simplesmente informar o seu público alvo, no caso os funcionários, sobre os temas deliberados na reunião do referido Conselho” fica a impressão (?) de que esse tipo de conselheiro, sequer tem direito de voto mesmo nas matérias que não dizem respeito aos interesses corporativos dos empregados. Se vero, o conselheiro não passa de um ouvinte nas reuniões do colegiado. Aliás, segundo consta, nas reuniões cuja pauta conste matéria de interesse dos empregados, o conselheiro (seu representante) sequer tem o direito de se fazer presente na reunião. Será verdade???
Ninguém melhor que o Antônio Ximenes para nos explicar a verdade dos fatos, ele que vive, na pele, a representação dos empregados do BASA no seu CONSAD.
Se procedentes as informações do ou da “Na Planície”, não há como se reconhecer seriedade na Lei que criou essa representação dos trabalhadores nos Conselhos de Administração das empresas. No caso, eleger candidatos para tal é coonestar o que deveria ser veementemente combatido, principalmente pelas entidades corporativas que, em bloco, deveriam lutar pela reforma da lei de forma a garantir ao eleito a digna representação dos eleitores. Um colegiado é um colegiado e mesmo que, aos do gênero, sejam garantidas todas as prerrogativas de presença, voz e voto, a sua condição de minoritário, continuaria garantindo os interesses de governo. E nas matérias de real interesse da Estatal, tenho certeza, estaria garantida até a aprovação por unanimidade, de vez que a dignidade e a capacidade técnica do representante dos empregados jamais deixariam espaço para votos meramente ideológicos.
Na realidade, seja no Banco, seja em qualquer outra estatal, o conselheiro eleito pelos empregados nada pode fazer em benefício dos mesmos, simplesmente porque a legislação que criou esse “espaço” nos Conselhos de Administração das Estatais proíbe a participação dos mesmos em reuniões cuja pauta contenha matéria de interesse dos empregados.
Aliás, se é verdade que a função doe representante eleito pelos empregados, nos CONSAD’s das Estatais é “simplesmente informar o seu público alvo, no caso os funcionários, sobre os temas deliberados na reunião do referido Conselho” fica a impressão (?) de que esse tipo de conselheiro, sequer tem direito de voto mesmo nas matérias que não dizem respeito aos interesses corporativos dos empregados. Se vero, o conselheiro não passa de um ouvinte nas reuniões do colegiado. Aliás, segundo consta, nas reuniões cuja pauta conste matéria de interesse dos empregados, o conselheiro (seu representante) sequer tem o direito de se fazer presente na reunião. Será verdade???
Ninguém melhor que o Antônio Ximenes para nos explicar a verdade dos fatos, ele que vive, na pele, a representação dos empregados do BASA no seu CONSAD.
Se procedentes as informações do ou da “Na Planície”, não há como se reconhecer seriedade na Lei que criou essa representação dos trabalhadores nos Conselhos de Administração das empresas. No caso, eleger candidatos para tal é coonestar o que deveria ser veementemente combatido, principalmente pelas entidades corporativas que, em bloco, deveriam lutar pela reforma da lei de forma a garantir ao eleito a digna representação dos eleitores. Um colegiado é um colegiado e mesmo que, aos do gênero, sejam garantidas todas as prerrogativas de presença, voz e voto, a sua condição de minoritário, continuaria garantindo os interesses de governo. E nas matérias de real interesse da Estatal, tenho certeza, estaria garantida até a aprovação por unanimidade, de vez que a dignidade e a capacidade técnica do representante dos empregados jamais deixariam espaço para votos meramente ideológicos.
