Como falou o Raimundo Costa, o Relatório de Administração do Banco/2012 diz que "Em 09.10.2012, encerrou o prazo para adesões aos planos saldados, RESTANDO AINDA ALGUNS ACORDOS QUE ESTÃO SENDO REALIZADOS NA ESFERA DO JUDICIÁRIO, alcançando o processo cerca de 52% do público alvo."
Sim, 9.10.2012 foi o prazo que a justiça deu para validar os acordos entre a CAPAF e os aderentes aos planos saldados. Significa dizer que do total de “cerca” (???) de 52% de adesões, os que precisavam homologar acordos na justiça estão com as suas adesões anuladas por decurso do prazo acertado pelo judiciário.
Mesmo que, por trás dos panos essas adesões ainda prevaleçam, fica a pergunta: Qual o futuro desses planos, com apenas 52% de adesões, sabido que esse número é indefinido quanto amassa de aderentes a cada um dos planos (BD e ao Amazonvida Saldados)?
Ora, se para um total de 95% de adesões originariamente previstas para a implantação desses planos a contribuição mensal dos aderentes seria de 27,16% (como demonstrado nas simulações emitidas pela CAPAF) quanto pagarão os incautos aderentes para um total de apenas 52%. Claro que nessa linha de raciocínio, há que se considerar que ao contrário do que diz o relatório do BASA, afirmando que o prazo de adesão ENCERROU-SE em 9.10.2012, a CAPAF continua assediando os seus beneficiários ( e colhendo adesões), tanto do BD como do AMAZONVIDA a aderirem aos planos saldados, sob pena de represálias as mais diversas, perpetradas pelo setor de atendimento da CAPAF que, senão à revelia do Interventor, são por ele surdamente convalidadas.
De tudo, volto a dizer que, segundo entendo, os Planos Saldados serão implantados – a qualquer custo, só na tentativa de livrar o BASA e a PREVIC das responsabilidades que têm no desmonte da CAPAF. E veja-se que na investida anterior, quando as adesões, Á FERRO E FOGO deflagrados contra os participantes, atingiu 62%, o atuário da Deliotte não se prestou a oferecer parecer favorável à implantação dos planos, segundo informalmente arguiu em reunião plenária o então Conselheiro Alcyr Erse, representante do BASA no CONDEL.
Sim, 9.10.2012 foi o prazo que a justiça deu para validar os acordos entre a CAPAF e os aderentes aos planos saldados. Significa dizer que do total de “cerca” (???) de 52% de adesões, os que precisavam homologar acordos na justiça estão com as suas adesões anuladas por decurso do prazo acertado pelo judiciário.
Mesmo que, por trás dos panos essas adesões ainda prevaleçam, fica a pergunta: Qual o futuro desses planos, com apenas 52% de adesões, sabido que esse número é indefinido quanto amassa de aderentes a cada um dos planos (BD e ao Amazonvida Saldados)?
Ora, se para um total de 95% de adesões originariamente previstas para a implantação desses planos a contribuição mensal dos aderentes seria de 27,16% (como demonstrado nas simulações emitidas pela CAPAF) quanto pagarão os incautos aderentes para um total de apenas 52%. Claro que nessa linha de raciocínio, há que se considerar que ao contrário do que diz o relatório do BASA, afirmando que o prazo de adesão ENCERROU-SE em 9.10.2012, a CAPAF continua assediando os seus beneficiários ( e colhendo adesões), tanto do BD como do AMAZONVIDA a aderirem aos planos saldados, sob pena de represálias as mais diversas, perpetradas pelo setor de atendimento da CAPAF que, senão à revelia do Interventor, são por ele surdamente convalidadas.
De tudo, volto a dizer que, segundo entendo, os Planos Saldados serão implantados – a qualquer custo, só na tentativa de livrar o BASA e a PREVIC das responsabilidades que têm no desmonte da CAPAF. E veja-se que na investida anterior, quando as adesões, Á FERRO E FOGO deflagrados contra os participantes, atingiu 62%, o atuário da Deliotte não se prestou a oferecer parecer favorável à implantação dos planos, segundo informalmente arguiu em reunião plenária o então Conselheiro Alcyr Erse, representante do BASA no CONDEL.
