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BRADDOCK BRADDOCK enviado em 05/02/2013 as 02:00
A maioria dos funcionários do BASA não possui previdência complementar (estou nesse meio). Mas como vamos confiar nesse novo plano CAPAF que o banco quer implantar na marra?
Embora tente ocultar os fatos, sabemos que a atual situação da CAPAF é culpa direta do BASA, o patrocinador. Além disso, o BASA ao longo dos anos diminuiu o reembolso do plano de saúde dos funcionários (congelando a sua participação, frente aos seguidos aumentos no mesmo período). Se não houvesse uma mobilização maciça, especialmente da AEBA, nada seria feito, e chegaria ao ponto da participação do banco ser zero.

Agora estão dizendo que este novo plano CAPAF vai ser a “salvação da lavoura”. Que de uma hora pra outra, o banco vai honrar seus compromissos com os empregados e aposentados. Ora, o banco não cumpre nem determinação da justiça (caso Engº TC) e nem acordo de trabalho (desconto das horas de greve não compensadas).

Diante desses fatos, no caso da implantação do novo plano CAPAF, qual a garantia de que o banco continuará honrando e mantendo nos mesmos níveis a sua participação daqui a 20, 30 anos? Quem garante que não haverá redução da participação do patrocinador, como ocorre hoje no reembolso saúde-basa?

Eu sei que CASF não tem relação com CAPAF, mas estou raciocinando em termos de compromisso.

Não vou permitir descontos na minha renda (já é miserável). Prefiro me contentar com o teto do INSS, a viver a minha aposentadoria brigando na justiça contra BASA/CAPAF.
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