Em face de ter sido citado em postagem do dia 28, onde o anônimo que se cognomina de BANCÁRIO SENSATO responde ao Marlon Georges acerca das suas ações enquanto representantes da categoria junto ao CONDEL da CASF, ressalto:
1º - Pertenci aos Conselhos da CAPAF, eleito e reeleito para os mesmos em sucessivos pleitos eleitorais, desde 1997 e, no decorrer de quaisquer dos mandatos, recebi pedido(s) de explicações acerca do meu comportamento em defesa dos representados. Nem mesmo do disfarçado, mas meu conhecido, o falso e abominável BANCÁRIO SENSATO.
2º - Não retrucarei ao livre direito que tem ele de dizer o que bem quiser, inclusive que a “desculpa” do Marlon “É a mesma desculpa do Madson e do Ximenes”. Repito, apenas que, pela composição dos Conselhos Deliberativos nas entidades de Previdência Complementar fechadas, os representantes dos participantes, sempre em minoria em relação aos do patrocinador jamais poder de decisão nas questões de interesse dos seus representados, quando os mesmos contrariam os do patrocinador. O BANCÁRIO “SENSATO” sabe muito bem disso, porque vivenciou os dois lados da questão, não como membro do CONDEL, mas como dirigente que foi da CAPAF. Pelo contrário, sabe ele que desde 1997, os eleitos para o então CONSUP (hoje CONDEL): Aser Moraes, Orlando Martins e eu, cientes das prerrogativas que o voto de qualidade garantida ao presidente do conselho, sempre o Representante do Patrocinador, decidimos adotar como estratégia levar os nossos votos, sobre qualquer matéria, vazados em tantas quantas fossem as laudas necessárias à fundamentação dos mesmos e, sobretudo, que esses votos fossem textualmente transcritos nas atas do Conselho;
3º - Com a estratégia adotada e depois de vencidas todas as barreiras para que os nossos votos fossem literalmente transcritos nas atas é que construímos toda a quebra dos porões da CAPAF. Mais que isso, caracterizamos a responsabilidade da então SPC (atual PREVIC) no estado de insolvência a que chegou a CAPAF; Fomos nós quem denunciou, com registro em ata, que durante o Regime Fiscal da SPC na CAPAF, o órgão “apenas contemplou a evolução do déficit técnico da entidade que, no período, evoluiu de pouco mais de R$ 180 MIL, para mais de R$ 593 MILHÕES. E essa, além de tantas outras denúncias, foi e continua sendo o “calo seco“ no calcanhar da SPC/PREVIC. Sem falsa modéstia, não fora a estratégia que nos permitiu construir todo o acervo de dados que fundamentaram os processos judiciais das entidades de classe contra a CAPAF/BASA, de há muito estaríamos os aposentados e pensionistas reduzidos a pó. Aliás, cheguei a essa conclusão não mais que estimulado pelo hoje anônimo BANCÁRIO SENSATO, quando militava por detrás do balcão que hoje lhe serve de escudo.
4º - Sem reservas, repito: Não fora as ações e o destemor dos Membros do CIONDEL, eleitos pelos participantes e assistidos, desde 1997 e depois reforçados com a participação do Francisco Sidou, a dupla BASA/CAPAF, e até a União, sequer teriam sido arrolados nos vários processos judiciais que visam o levantamento das suas responsabilidades na insolvência da CAPAF.
Já são decorridos quase vinte anos de luta e, enquanto BASA/CAPAF/UNIÃOI não conseguem se desvencilhas dos processos que cobra as suas responsabilidades em face da CAPAF, não lhes resta, como derradeira esperança, implantar os Planos Saldados, o que, repito, farão à ferro e fogo, com qualquer número de adesões. Assim pretendem minimizar não apenas os efeitos das condenações já havidas (como a responsabilidade PELA COBERTURA DE TODO O DÉFICIT DA CAPAF, no processo do Maranhão, já transitado em julgado – pergunte os detalhes sobre isso ao próprio Interventor da CAPAF) como as que ainda se encontram passivas de decisão transitada em julgado, como a da AABA que já vencidas as 1ª e 2ª Instâncias.
Só para o seu desgosto, BANCÁRIO SENSATO, reproduzo aqui o que disse um dos últimos presidentes da Diretoria Executiva da CAPAF, ao final de certa reunião do outrora CONSUP da CAPAF, diante dos seus pares de diretoria, de todos os conselheiros presentes e do então Diretor Fiscal: “Se os conselheiros anteriores tivessem tido a postura de vocês, a CAPAF não teria chegado aonde chegou”. E olha que isso já faz um bom tempo. Pena que você não estava presente para comungar desse momento. Mas não se acanhe: procure cada um dos que ouviram essa afirmação e tento cooptá-los a negar os fatos. Quem sabe você terá sucesso.
Não desista! Só assim você poderá salvar a sua pretensa autodenominação de se se consolidar como um deboche e uma contundednte ofensa, tanto ao conceito etimológico da expressão SENSATO quanto à dignidade daqueles que são verdadeiramente sensatos e por isso não precisam assim se autoproclamar.
1º - Pertenci aos Conselhos da CAPAF, eleito e reeleito para os mesmos em sucessivos pleitos eleitorais, desde 1997 e, no decorrer de quaisquer dos mandatos, recebi pedido(s) de explicações acerca do meu comportamento em defesa dos representados. Nem mesmo do disfarçado, mas meu conhecido, o falso e abominável BANCÁRIO SENSATO.
2º - Não retrucarei ao livre direito que tem ele de dizer o que bem quiser, inclusive que a “desculpa” do Marlon “É a mesma desculpa do Madson e do Ximenes”. Repito, apenas que, pela composição dos Conselhos Deliberativos nas entidades de Previdência Complementar fechadas, os representantes dos participantes, sempre em minoria em relação aos do patrocinador jamais poder de decisão nas questões de interesse dos seus representados, quando os mesmos contrariam os do patrocinador. O BANCÁRIO “SENSATO” sabe muito bem disso, porque vivenciou os dois lados da questão, não como membro do CONDEL, mas como dirigente que foi da CAPAF. Pelo contrário, sabe ele que desde 1997, os eleitos para o então CONSUP (hoje CONDEL): Aser Moraes, Orlando Martins e eu, cientes das prerrogativas que o voto de qualidade garantida ao presidente do conselho, sempre o Representante do Patrocinador, decidimos adotar como estratégia levar os nossos votos, sobre qualquer matéria, vazados em tantas quantas fossem as laudas necessárias à fundamentação dos mesmos e, sobretudo, que esses votos fossem textualmente transcritos nas atas do Conselho;
3º - Com a estratégia adotada e depois de vencidas todas as barreiras para que os nossos votos fossem literalmente transcritos nas atas é que construímos toda a quebra dos porões da CAPAF. Mais que isso, caracterizamos a responsabilidade da então SPC (atual PREVIC) no estado de insolvência a que chegou a CAPAF; Fomos nós quem denunciou, com registro em ata, que durante o Regime Fiscal da SPC na CAPAF, o órgão “apenas contemplou a evolução do déficit técnico da entidade que, no período, evoluiu de pouco mais de R$ 180 MIL, para mais de R$ 593 MILHÕES. E essa, além de tantas outras denúncias, foi e continua sendo o “calo seco“ no calcanhar da SPC/PREVIC. Sem falsa modéstia, não fora a estratégia que nos permitiu construir todo o acervo de dados que fundamentaram os processos judiciais das entidades de classe contra a CAPAF/BASA, de há muito estaríamos os aposentados e pensionistas reduzidos a pó. Aliás, cheguei a essa conclusão não mais que estimulado pelo hoje anônimo BANCÁRIO SENSATO, quando militava por detrás do balcão que hoje lhe serve de escudo.
4º - Sem reservas, repito: Não fora as ações e o destemor dos Membros do CIONDEL, eleitos pelos participantes e assistidos, desde 1997 e depois reforçados com a participação do Francisco Sidou, a dupla BASA/CAPAF, e até a União, sequer teriam sido arrolados nos vários processos judiciais que visam o levantamento das suas responsabilidades na insolvência da CAPAF.
Já são decorridos quase vinte anos de luta e, enquanto BASA/CAPAF/UNIÃOI não conseguem se desvencilhas dos processos que cobra as suas responsabilidades em face da CAPAF, não lhes resta, como derradeira esperança, implantar os Planos Saldados, o que, repito, farão à ferro e fogo, com qualquer número de adesões. Assim pretendem minimizar não apenas os efeitos das condenações já havidas (como a responsabilidade PELA COBERTURA DE TODO O DÉFICIT DA CAPAF, no processo do Maranhão, já transitado em julgado – pergunte os detalhes sobre isso ao próprio Interventor da CAPAF) como as que ainda se encontram passivas de decisão transitada em julgado, como a da AABA que já vencidas as 1ª e 2ª Instâncias.
Só para o seu desgosto, BANCÁRIO SENSATO, reproduzo aqui o que disse um dos últimos presidentes da Diretoria Executiva da CAPAF, ao final de certa reunião do outrora CONSUP da CAPAF, diante dos seus pares de diretoria, de todos os conselheiros presentes e do então Diretor Fiscal: “Se os conselheiros anteriores tivessem tido a postura de vocês, a CAPAF não teria chegado aonde chegou”. E olha que isso já faz um bom tempo. Pena que você não estava presente para comungar desse momento. Mas não se acanhe: procure cada um dos que ouviram essa afirmação e tento cooptá-los a negar os fatos. Quem sabe você terá sucesso.
Não desista! Só assim você poderá salvar a sua pretensa autodenominação de se se consolidar como um deboche e uma contundednte ofensa, tanto ao conceito etimológico da expressão SENSATO quanto à dignidade daqueles que são verdadeiramente sensatos e por isso não precisam assim se autoproclamar.
