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SOBRE O ADROALDO PAXIÚBA E A CASF SOBRE O ADROALDO PAXIÚBA E A CASF enviado em 24/01/2013 as 02:00
CARACAS !!!
Deste pequenino eu sabia, como diziam os mais antigos, que MASSARANDUBA era madeira de dar em doido. Se isso é verdade, então PAXIÚBA é madeira de dar em doido e meio.
Essas questões que o Paxiúba ressalta é consequência da intromissão que o Banco teve na eleição do atual presidente da CASF. Todos nós sabemos que desde mil novecentos e lá vai passado o BASA deixou de ser Patrocinados da CASF. Com isso, obrigou a CASSF a refazer o seu Estatuto e, a partir daí, tornar-se um plano de autogestão sob a responsabilidade exclusiva dos seus participantes. Esta foi uma das mais perversas obras da Flora Valadares contra os empregados do BASA. Para uma compensação fajuta, a Sra. Valadares criou um programa de esmola para ajudar os empregados do Banco a pagar os seus planos de saúde. A astúcia foi tão grande que o nome do programa é, até hoje, o SAÚDE BASA, cuidadosamente adotado para confundir com os planos de saúde da CASF. É bom saber que a migalha que o BASA dá para ajudar os seus empregados a pagar seus planos de saúde, na CASF ou em qualquer outro plano de mercado, como a UNIMED, por exemplo, não é verba destinada a CASF. É por conta disso que prometeu e ainda não cumpriu que, anualmente, reajustará essa merreca de auxílio pelo índice que a ANS estabelece para os planos de mercado e que nem sempre é o mesmo e a CASF ou qualquer outro plano de autogestão precisam para manter o atendimento condigno dos seus associados.
Dentro dessa casa de noca, ficamos nós a ver navios, pagando os aumentos abusivos que a CASF vem aplicado para compensar os efeitos da promiscuidade presente na relação da CASF com o BASA. Enquanto o Abidias amarra os reajustes da ajuda dada para que os seus empregados paguem os seus planos de saúde nos índices que a ANS estabelece para os planos de marcado, a diretoria da CASF nada faz para reduzir os seus custos, a começar pelos salários milionários pagos ao seu Presidente e seus Diretores, nem tampouco atua junto aos hospitais e outros credenciados para negociar custos mais baixos para as despesas assistenciais.
Assim, na há .. de peruano que aguente! E a consequência é que a CASF está morrendo por inanição. O seu quadro de associados que já chegou a 19 mil vidas, hoje está reduzido a pouco mais de 10 mil. E o Diretor Administrativo e Financeiro, que há mais de três meses virou PRESIDENTE POR PROCURAÇÃO, dizem, ainda diz na maior cara-de-pau que quem não poder pagar o que eles determinam que saiam do plano. E estão saindo. E ele acha, certamente, que a CASF está crescendo, como diz o slogan que aparece no seu site: “Estamos crescendo com os pés no chão“. Para ser verdadeiro esse slogan deveria ser corrigido assim: “Estamos crescendo com os pés abaixo do chão; com os pés na cova”.
É hora da AEBA e AABA agirem, enquanto é tempo.
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