Sr. Kleber,
Com todo o respeito tenho que discordar de sua afirmação, pois o meu caso foge a sua regra, o que ganho com diárias e quilometragens não dá nem para comprar uma MOTO VELHA. No meu caso particular esse ganho é pífio, pois chego a passar meses sem sair da agencia e para piorar minha situação não recebo comissão de analista, um engodo criado pela instituição para justificar que todos os TC’s ganham bem, porem tal comissão depende do organograma de cada agencia, o que é, é, o que não é não é. Não estou questionando situações momentâneas, quem ganha mais quem ganha menos, mesmo porque tais ganhos (diárias e quilometragens) são circunstanciais, dependem de uma serie de fatores, muitos até podem ganhar muito bem como o Sr. afirmou. O que está sendo discutido é a valorização permanente do profissional, o direito a um salario digno condizente com suas atribuições, independente de ganhos com quilometragens, veja que me refiro apenas a quilometragens, pois na realidade é isso que se questiona, é por isso que dizem que ganhamos bem, pois ganhos com diárias por deslocamentos de funcionários de sua base são atribuições legais, servem para custear despesas e são pagos a todos os funcionários por direito e inerentes de certas funções, como fiscais. Não podemos generalizar afirmando que todos os TC’s são muito bem pagos, primeiramente porque isso não é a realidade, veja meu caso, segundo, tais ganhos com quilometragens podem ser supridos a qualquer momento, basta à instituição não mais aceitar tal serviço e criar alternativas para isso ou legalmente ser obrigada a suspender tal atividade, pois tenho minhas duvidas a respeito do amparo legal desta condição de trabalho. Os ganhos com diárias e quilometragens criam uma falsa realidade e não se caracterizam como líquidos (há despesas embutidas) e certos (as condições não são iguais para todos) e ainda não serão computados para aposentadoria. Não podemos aceitar que dentro de uma mesma instituição haja discrepâncias salariais absurdas por sorte das circunstancias com funcionários exercendo as mesmas atribuições e funções.
Obs. Se a instituição vier a pagar o piso da categoria mesmo assim haveria de continuar pagando as quilometragens por ser um direito, uma vez que o funcionário prestou um serviço para instituição, senão ela que contrate um taxista e verá o quanto ele vai lhe cobrar para colocar o seu veiculo para participar de um Rally.
Com todo o respeito tenho que discordar de sua afirmação, pois o meu caso foge a sua regra, o que ganho com diárias e quilometragens não dá nem para comprar uma MOTO VELHA. No meu caso particular esse ganho é pífio, pois chego a passar meses sem sair da agencia e para piorar minha situação não recebo comissão de analista, um engodo criado pela instituição para justificar que todos os TC’s ganham bem, porem tal comissão depende do organograma de cada agencia, o que é, é, o que não é não é. Não estou questionando situações momentâneas, quem ganha mais quem ganha menos, mesmo porque tais ganhos (diárias e quilometragens) são circunstanciais, dependem de uma serie de fatores, muitos até podem ganhar muito bem como o Sr. afirmou. O que está sendo discutido é a valorização permanente do profissional, o direito a um salario digno condizente com suas atribuições, independente de ganhos com quilometragens, veja que me refiro apenas a quilometragens, pois na realidade é isso que se questiona, é por isso que dizem que ganhamos bem, pois ganhos com diárias por deslocamentos de funcionários de sua base são atribuições legais, servem para custear despesas e são pagos a todos os funcionários por direito e inerentes de certas funções, como fiscais. Não podemos generalizar afirmando que todos os TC’s são muito bem pagos, primeiramente porque isso não é a realidade, veja meu caso, segundo, tais ganhos com quilometragens podem ser supridos a qualquer momento, basta à instituição não mais aceitar tal serviço e criar alternativas para isso ou legalmente ser obrigada a suspender tal atividade, pois tenho minhas duvidas a respeito do amparo legal desta condição de trabalho. Os ganhos com diárias e quilometragens criam uma falsa realidade e não se caracterizam como líquidos (há despesas embutidas) e certos (as condições não são iguais para todos) e ainda não serão computados para aposentadoria. Não podemos aceitar que dentro de uma mesma instituição haja discrepâncias salariais absurdas por sorte das circunstancias com funcionários exercendo as mesmas atribuições e funções.
Obs. Se a instituição vier a pagar o piso da categoria mesmo assim haveria de continuar pagando as quilometragens por ser um direito, uma vez que o funcionário prestou um serviço para instituição, senão ela que contrate um taxista e verá o quanto ele vai lhe cobrar para colocar o seu veiculo para participar de um Rally.
