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Anderson Anderson enviado em 10/01/2013 as 02:00
Inflação em Belém: 8,31% - Um absurdo! Quanto foi o nosso reajuste? R$ 7,5%... Detalhe: para quem contribui o teto ou próximo do teto do INSS se prepare para contribuir mais...
É, minha gente... É daqui pra pior!
Por isso temos que lutar por melhores condições salariais e de trabalho neste ano do Supera mais. Pois, a luta deles no sentido de nos rebaixar ainda mais está cada vez mais violenta. Nosso tempo e nosso bolso que o diga...

A capital paraense foi a que teve a maior inflação, entre 12 capitais pesquisadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2012. A cidade teve a maior alta tanto do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) como do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Os índices foram maiores até do que a média nacional. A alimentação aparece como o item responsável por essa alta. É a segunda vez que Belém está no topo dessa lista, a última foi em novembro quando o IBGE avaliou o aumento da inflação dos últimos 12 meses até aquela data.

O levantamento do IBGE mostra que Belém lidera as capitais com maior inflação, com 8,31%; seguida do Rio de Janeiro, com 7,34% e do Recife, com 6,79%. O índice foi maior até do que a média nacional que ficou em 5,84%. A cidade também bateu recorde do INPC, com 8,35%, também acima da média nacional da inflação, que foi de 6,20%.

O item alimentação aparece como o que mais influenciou esses índices. Essa realidade já é conhecida do paraense, que se acostumou a ver a alta da cesta básica, cujo último levantamento do Dieese (Departamento de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), mostra quase 12%, no balanço de 2012. 'Sazonalidade, exportação e importação de produtos, aumento dos combustíveis, entre outros', elenca o coordenador do Dieese, Roberto Senna.

A preocupação é com o reflexo que esses índices têm na vida da força trabalhadora da capital, estimada em 3,5 milhões de pessoas. ' Quase quarenta por cento deles ganha até um salário mínimo, a preocupação é com o impacto que isso pode ter na vida dos assalariados. Temos que mudar essa situação, ter uma política que garanta alimentação de qualidade a preços mais razoáveis', comenta.
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