Muitas vezes não sabemos nem de que temos medo. Temos medo do escuro? Ou daquilo que não conseguimos ver quando está escuro?
“Medo condicionado é, no contexto da psicologia, um processo pelo qual uma coisa que não representa ameaça alguma torna-se temida por estar associada na mente do indivíduo a algo assustador.[1]
Uma vez incutido no cérebro do indivíduo por qualquer razão que seja, alguém ou algo passa a representar forte influência no comportamento desse individuo tornando-o assim, receptivo à situação que lhe causa o medo. O cérebro registra, conecta-se e responde a cada ação tomada, assim, temer algo ou alguém é um princípio condicionado ao cérebro por situações expostas na mente do indivíduo.” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Medo_condicionado).
Antes pensava que tinha medo de ser demitido, depois de perder comissão, depois de ficar endividado se os dias parados da GREVE fossem descontados, de prejudicar o orçamento familiar, de prejudicar a manuntenção de escola, alimentação etc de meus filhos. Quem não teme ver os filhos com fome. Mas percebi que tinha era medo de ser incapaz, pois ouvi anos e anos que bancário só sabe ser bancário. Porém, muito mais que bancário eu sou ser humano que não quer ficar pensando egoísticamente nas minhas necessidades pessoais em prejuízo de algo que vai reverter em benefícios para todos no futuro (inclusive para nossos filhos). Pensemos: o que podem fazer conosco que ainda não tenham feito? Se não lutarmos agora pensando em coisas imediatas, nos contentando com o pouco injusto que nos é dado (pois não nos garante isonomia salarial com os bancários de outros Bancos), só perceberemos o pior efeito de nossa inercia quando nos aposentarmos, sem falar que o nosso medo de fazer greve para não perder comissão “caiu por Terra” no perído da REESTRUTURAÇÃO, quando tantos colegas dormiram comissionados e amanheceram sem comissão, ou seja, não nos atrelemos a medos condicionados.
Por isso colegas não tenhamos medo de lutar, não tenhamos medo de estar juntos lutando, pois só com nossa força é que notarão que somos persistentes e queremos realmente “novos ares” para o Banco da Amazônia e os companheiros de outros Estados também se sentirão mais seguros para nos apoiar em lutas futuras.Não indisponhamos com quem não grevou, respeitemos sua insegurança, pois são anos que nós ficamos praticamente calados e não nos indispor vai fazer o colega entender que grevar realmente é uma questão de Direito (simples assim).Ano passado eu grevei e quando um colega que não grevou tentava me explicar por que não grevou eu dizia colega não precisa explicar é um direito seu e esse ano este mesmo colega grevou.
Se formos descriminados após a greve por colegas superiores, existem meios legais de resolver isso, denunciando e se for por colegas que não ocupam cargos superiores ao nosso, procuremos evitar o revide, pois só quem não está convencido pelo que luta procura ficar dando milhões de explicações.
Acredito que a AEBAque tem estado a disposição para nos explicar sobre a GREVE, pode ser acionada por nós por esta mesma via para esclarecer outros assuntos de Direito.
Não nos deixemos abater se o poder administrativo, judiciario, sindical etc ou qualquer outro tentou nos oprimir, pois a cada ano estamos mais fortes e ganhando mais espaço.
Numa análise pessoal percebo que há alguns anos estavamos menos unidos, reclamando dentro de nossas agências e agora já somos um número maior e amanhã seremos mais ainda, porém isso acontecerá se buscarmos com respeito e no convencimento de Direito somar colegas ao movimento.
Sigamos com fé.
Termino com uma frase que gosto muito e que não é minha é claro: “Solidários, seremos união. Separados uns dos outros, seremos ponto de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.”
Muita força e muita paz a todos os bravos funcionários do BANCO DA AMAZÔNIA.
“Medo condicionado é, no contexto da psicologia, um processo pelo qual uma coisa que não representa ameaça alguma torna-se temida por estar associada na mente do indivíduo a algo assustador.[1]
Uma vez incutido no cérebro do indivíduo por qualquer razão que seja, alguém ou algo passa a representar forte influência no comportamento desse individuo tornando-o assim, receptivo à situação que lhe causa o medo. O cérebro registra, conecta-se e responde a cada ação tomada, assim, temer algo ou alguém é um princípio condicionado ao cérebro por situações expostas na mente do indivíduo.” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Medo_condicionado).
Antes pensava que tinha medo de ser demitido, depois de perder comissão, depois de ficar endividado se os dias parados da GREVE fossem descontados, de prejudicar o orçamento familiar, de prejudicar a manuntenção de escola, alimentação etc de meus filhos. Quem não teme ver os filhos com fome. Mas percebi que tinha era medo de ser incapaz, pois ouvi anos e anos que bancário só sabe ser bancário. Porém, muito mais que bancário eu sou ser humano que não quer ficar pensando egoísticamente nas minhas necessidades pessoais em prejuízo de algo que vai reverter em benefícios para todos no futuro (inclusive para nossos filhos). Pensemos: o que podem fazer conosco que ainda não tenham feito? Se não lutarmos agora pensando em coisas imediatas, nos contentando com o pouco injusto que nos é dado (pois não nos garante isonomia salarial com os bancários de outros Bancos), só perceberemos o pior efeito de nossa inercia quando nos aposentarmos, sem falar que o nosso medo de fazer greve para não perder comissão “caiu por Terra” no perído da REESTRUTURAÇÃO, quando tantos colegas dormiram comissionados e amanheceram sem comissão, ou seja, não nos atrelemos a medos condicionados.
Por isso colegas não tenhamos medo de lutar, não tenhamos medo de estar juntos lutando, pois só com nossa força é que notarão que somos persistentes e queremos realmente “novos ares” para o Banco da Amazônia e os companheiros de outros Estados também se sentirão mais seguros para nos apoiar em lutas futuras.Não indisponhamos com quem não grevou, respeitemos sua insegurança, pois são anos que nós ficamos praticamente calados e não nos indispor vai fazer o colega entender que grevar realmente é uma questão de Direito (simples assim).Ano passado eu grevei e quando um colega que não grevou tentava me explicar por que não grevou eu dizia colega não precisa explicar é um direito seu e esse ano este mesmo colega grevou.
Se formos descriminados após a greve por colegas superiores, existem meios legais de resolver isso, denunciando e se for por colegas que não ocupam cargos superiores ao nosso, procuremos evitar o revide, pois só quem não está convencido pelo que luta procura ficar dando milhões de explicações.
Acredito que a AEBAque tem estado a disposição para nos explicar sobre a GREVE, pode ser acionada por nós por esta mesma via para esclarecer outros assuntos de Direito.
Não nos deixemos abater se o poder administrativo, judiciario, sindical etc ou qualquer outro tentou nos oprimir, pois a cada ano estamos mais fortes e ganhando mais espaço.
Numa análise pessoal percebo que há alguns anos estavamos menos unidos, reclamando dentro de nossas agências e agora já somos um número maior e amanhã seremos mais ainda, porém isso acontecerá se buscarmos com respeito e no convencimento de Direito somar colegas ao movimento.
Sigamos com fé.
Termino com uma frase que gosto muito e que não é minha é claro: “Solidários, seremos união. Separados uns dos outros, seremos ponto de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.”
Muita força e muita paz a todos os bravos funcionários do BANCO DA AMAZÔNIA.
