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IMPLANTAÇÃO DOS PLANOS SALDADOS: Não duvido se ... (por Madison Paz de Souza) IMPLANTAÇÃO DOS PLANOS SALDADOS: Não duvido se ... (por Madison Paz de Souza) enviado em 10/12/2012 as 02:00
Na edição da última sexta-feira, o Jornal O LIBERAL, na coluna Reportes 70 noticiou que a CAPAF já tem o número de adesões necessárias para implantar os Planos Saldados.
Nada mais que notinha plantada para tentar influenciar os que não aderiram e que são do tipo que torce pelo time que está ganhando. Com certeza, pouquíssimos serão os que se impressionarão com a notícia, até porque o senso da razão ainda não abandonou qualquer dos participantes, principalmente os vinculados ao BD, inclusive os ditos “de responsabilidade do BASA”, já suficientemente calejados por todo o tipo de assédio moral e psicológico a que vêm sendo submetidos desde quando aprovados pela PREVIC esses planos saldados.
A informação plantada no Repórter 70 de O Liberal tem ainda o condão de fazer parecer que a implantação dos Planos Saldados se fará com a consistência técnica necessária. No entanto, propositalmente lacônica, a notícia não cita o número de adesões (necessárias) atingido.
Ora, senhores, a implantação desses planos que, anunciado ao final de 2009 precisaria de 95% de adesões, misteriosamente passou a ser de “95% OU PERCENTUAL TECNICAMENTE ACEITÁVEL”, lógico que a critério de BASA e PREVIC e não dos participantes que, do futuro desses planos serão nada mais que vítimas. Que esses Planos serão implantados no início de 2013, se nenhuma ação preventiva for tomada pela AABA, AEBA e Sindicato do Maranhão e de São Paulo, em face das ações judiciais em curso ou já transitadas em julgado, não se pode duvidar, seja com 1% ou qualquer outro número porque essa é a única forma do BASA e PREVIC sepultarem as suas responsabilidades na situação a que chegou a CAPAF. Pelo que decorrer de mais uma atitude inconsequente (implantação com baixo número de adesões) responderão em futuro muito breve, não mais o BASA nem a PREVIC, mas, simples e solitariamente, os que aos planos tiverem aderido. A primeira grande "paulada" virá quando ao final do primeiro exercício de funcionamento, esses planos tiverem os seus Planos de Custeio reavaliados. Todo o potencial implosivo contido na implantação com um número de adesões impublicáveis ou, acaso, publicados sem uma estreita consonância com a verdade explodirá de forma impiedosa contras os seus participantes.
Vejam que quando a premissa era a implantação com 95% de adesões, a projeção da contribuição mensal do participante era de 27,16%. A partir desse número, imagine-se, mesmo sem os necessários rigores da ciência atuarial, qual o percentual de contribuição será cobrado depois da primeira reavaliação do Plano de Custeio. E lembre-se que a reavaliação dos Planos de Custeio em qualquer atividade dependente da ciência atuarial acontece anualmente. Combatendo essa perspectiva, argumentos certamente monossilábicos fluirão, raivosos, “assinados” pelos Srs.“BANCÁRIO SENSATO”, “ESSE CARA SOU EU” e outros defensores dos Planos Saldados. Já espero!
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