A dinâmica dos dias atuais, muitas vezes nos levam a falhas que precisam ser tempestivamente corrigidas.
É o que faço, agora, em relação a postagem denominada "DESINFORMAÇÃO NÃO PAGA A CONTA" - Autor desconhecido".
Sobre a postagem assumo, como sempre fiz, a autoria da matéria. E para bem esclarecer, ressalto que a referência "Autor desconhecido", na postagem anterior, diz respeito sim a matéria de origem (DESINFORMAÇÃO NÃO PAGA A CONTA).
NB.1: O descuido que aqui busco corrigir, certamente será nitroglicerina pura à disposição de certo “anônimo” e frequente articulista deste espaço que habitualmente reclama dos meus textos longos e complicados que ele, com toda propriedade, diz não está obrigado a aturar.
Aos que tenham algum interesse em saber a respeito das questões CAPAF é que me dirijo, em toda e qualquer postagem, não para tentar persuadi-los ao que penso, mas para oferecer-lhes uma alternativa de reflexão a mais sobre o assunto, muito menos com qualquer interesse de parecer "iluminado" ou coisa do gênero (segundo o anônimo e gratuito desafeto), mas porque sempre tendo merecido a confiança da comunidade “capafeana” para representá-la nos Conselhos da CAPAF, informá-la sobre tudo o que conheci a respeito de previdência complementar e a necessidade de processá-la em face das circunstâncias inerentes a CAPAF, me parece obrigação de ofício, mesmo que desse ofício tenha sido destituído por força da legislação que rege o Regime de Intervenção nas entidades fechadas de previdência complementar, hoje presente na CAPAF.
NB.2: A redação dada ao NB.1: nada tem a ver com qualquer interesse em provocar o "anônimo" indisposto à leitura dos meus textos, seja por conta da forma, seja pelo conteúdo que dedico aos mesmos.
É o que faço, agora, em relação a postagem denominada "DESINFORMAÇÃO NÃO PAGA A CONTA" - Autor desconhecido".
Sobre a postagem assumo, como sempre fiz, a autoria da matéria. E para bem esclarecer, ressalto que a referência "Autor desconhecido", na postagem anterior, diz respeito sim a matéria de origem (DESINFORMAÇÃO NÃO PAGA A CONTA).
NB.1: O descuido que aqui busco corrigir, certamente será nitroglicerina pura à disposição de certo “anônimo” e frequente articulista deste espaço que habitualmente reclama dos meus textos longos e complicados que ele, com toda propriedade, diz não está obrigado a aturar.
Aos que tenham algum interesse em saber a respeito das questões CAPAF é que me dirijo, em toda e qualquer postagem, não para tentar persuadi-los ao que penso, mas para oferecer-lhes uma alternativa de reflexão a mais sobre o assunto, muito menos com qualquer interesse de parecer "iluminado" ou coisa do gênero (segundo o anônimo e gratuito desafeto), mas porque sempre tendo merecido a confiança da comunidade “capafeana” para representá-la nos Conselhos da CAPAF, informá-la sobre tudo o que conheci a respeito de previdência complementar e a necessidade de processá-la em face das circunstâncias inerentes a CAPAF, me parece obrigação de ofício, mesmo que desse ofício tenha sido destituído por força da legislação que rege o Regime de Intervenção nas entidades fechadas de previdência complementar, hoje presente na CAPAF.
NB.2: A redação dada ao NB.1: nada tem a ver com qualquer interesse em provocar o "anônimo" indisposto à leitura dos meus textos, seja por conta da forma, seja pelo conteúdo que dedico aos mesmos.
