Duvidar da justiça é prerrogativa de cada um, muitas das vezes encima de uma situação vivenciada, por sí próprio ou por outrem. Nada a discutir.
Anormal é alguém pensar que o seu juízo possa ser um vetor de pressão sobre quem lhe possa parecer fragilizado em meio a tanta informação e contrainformação a respeito dos Planos Saldados da CAPAF.
O desconhecido autor da matéria aqui reportada precisa saber que não é licito, moral nem ético estabelecer pressão psicológica contra pessoas, em princípio e circunstancialmente desavisadas. Não resta dúvida que o desconhecido é pessoa que domina com largo conhecimento a matéria. É pessoa do meio e, portanto, deveria se haver com mais respeito aos seus colegas ou ex-colegas de trabalho. Não capitulando quanto a sua avaliação sobre a matéria em debate (os Planos Saldados), mas aprofundando, dando consistência e assumindo tudo o que apenas insinua de bom nos mencionados planos. Naquela base do "eu assino embaixo o que digo" e nunca usando o mote popular que confere certo descrédito ao judiciário brasileiro. Aliás, denegrir a magistratura brasileira como sub-repticiamente faz o desconhecido aqui tratado é o que se pode até comparar com uma verdadeira desobediência civil. Abominável a qualquer pessoa de bem. Não que a pessoa de bem seja alguém subserviente aos fatos que lhe circundam, mas aqueles que, diante deles, atuem visando consolidá-los (quando corretos) ou para combate-los, com ação digna e ética, para corrigi-los.
Anormal é alguém pensar que o seu juízo possa ser um vetor de pressão sobre quem lhe possa parecer fragilizado em meio a tanta informação e contrainformação a respeito dos Planos Saldados da CAPAF.
O desconhecido autor da matéria aqui reportada precisa saber que não é licito, moral nem ético estabelecer pressão psicológica contra pessoas, em princípio e circunstancialmente desavisadas. Não resta dúvida que o desconhecido é pessoa que domina com largo conhecimento a matéria. É pessoa do meio e, portanto, deveria se haver com mais respeito aos seus colegas ou ex-colegas de trabalho. Não capitulando quanto a sua avaliação sobre a matéria em debate (os Planos Saldados), mas aprofundando, dando consistência e assumindo tudo o que apenas insinua de bom nos mencionados planos. Naquela base do "eu assino embaixo o que digo" e nunca usando o mote popular que confere certo descrédito ao judiciário brasileiro. Aliás, denegrir a magistratura brasileira como sub-repticiamente faz o desconhecido aqui tratado é o que se pode até comparar com uma verdadeira desobediência civil. Abominável a qualquer pessoa de bem. Não que a pessoa de bem seja alguém subserviente aos fatos que lhe circundam, mas aqueles que, diante deles, atuem visando consolidá-los (quando corretos) ou para combate-los, com ação digna e ética, para corrigi-los.
