FUNDOS DE PENSÃO e PLANOS DE SAÚDE
Tenho acompanhado com real interesse, nem poderia ser diferente, os debates que vem se desenrolando sobre a CAPAF/CASF, nos Blogs do Ércio (Mocorongo), do Ribamar Fonseca e no site da AEBA. Nota-se, com bastante apreensão, que a maioria – embora motivada e ansiosa de mostrar presença – não possui a exata compreensão do assunto. Por outro lado, aqueles (a minoria) com razoáveis domínios dos temas, não conseguem equalizá-los de forma a torná-los entendíveis ao seu público fim: AABA/AEBA. Há de ser dito, preliminarmente, que o Banco da Amazônia não é o alvo certo para ser mirado com as costumeiras diatribes, na maior parte dos comentários que se fazem a torto e a direito, nos veículos de comunicação, antes citados. O BASA é um simples terminal do governo federal, sua estrutura administrativa fica monitorada e fiscalizada pelo Ministério do Planejamento, através de um órgão chamado DEST – Departamento de Coordenação e Governança das Estatais. A este, portanto, é que devemos reivindicar o que outras estatais do mesmo gênero possuem (BB, BNDES, Bco do Nordeste), mas que nos foi negado até o presente momento. Não adianta ficarmos enxovalhando e denegrindo a imagem do nosso Banco no âmbito regional, porque esta atitude só faz piorar a situação que já se encontra bastante deteriorada – no aspecto de atendimento ao público e na parte de Recursos Humanos, no item remuneração – conforme muitas denúncias colhidas ao longo desses anos de incerteza que estamos atravessando. Quanto à CAPAF, também não é coerente destilar nossa bílis contra ela, os Diretores e o atual interventor, pois executam ordens provenientes da PREVIC – Superintendência Nacional de Previdência Complementar, antiga SPC, igualmente sujeita ao mandonismo do DEST, acima citado, de acordo com o dispositivo legal. De igual modo, a Diretoria da CASF, não deve ser constantemente espinafrada, porque os aumentos das contribuições estão em sintonia com os dispositivos estatutários e regulamentares, além de atenderem às necessidades financeiras da instituição, tudo isso aprovado por nossos respectivos representantes. Se, de alguma forma, os salários e suas atualizações, do pessoal da ativa e as complementações dos aposentados e pensionistas, não dão suporte a elas (contribuições), alguma coisa está errada, sendo uma pendência que deve ser discutida na esfera administrativa do BASA. Aliás, a alegada imposição de poderes da Diretoria, do Conselho da CAPAF e do próprio BASA (cantada em prosa e verso), nada tem a ver com os nativos daqui, toda ela é baseada nas Leis anteriores e nas atuais Leis Complementares 108/109 e outros normativos, que regem a previdência complementar. Agora, torna-se necessário esclarecer de maneira definitiva, que os colegas escolhidos (eleitos) para compor a Diretoria e os Conselhos da CAPAF, juntamente com outros elementos indicados pelo governo – de acordo com a lei – repita-se, não eram obrigados a compartilhar de todas as decisões do colegiado, se assim o fizeram, foi certamente por não se sentirem constrangidos. Em resumo, precisamos redirecionar nossas críticas e apelos aos setores certos e nos momentos aprazados, naturalmente munidos de projetos e planos exequíveis, com a devida assistência de políticos (bons) e pessoas influentes para fazê-los chegar aos setores competentes da administração pública federal.
Tenho acompanhado com real interesse, nem poderia ser diferente, os debates que vem se desenrolando sobre a CAPAF/CASF, nos Blogs do Ércio (Mocorongo), do Ribamar Fonseca e no site da AEBA. Nota-se, com bastante apreensão, que a maioria – embora motivada e ansiosa de mostrar presença – não possui a exata compreensão do assunto. Por outro lado, aqueles (a minoria) com razoáveis domínios dos temas, não conseguem equalizá-los de forma a torná-los entendíveis ao seu público fim: AABA/AEBA. Há de ser dito, preliminarmente, que o Banco da Amazônia não é o alvo certo para ser mirado com as costumeiras diatribes, na maior parte dos comentários que se fazem a torto e a direito, nos veículos de comunicação, antes citados. O BASA é um simples terminal do governo federal, sua estrutura administrativa fica monitorada e fiscalizada pelo Ministério do Planejamento, através de um órgão chamado DEST – Departamento de Coordenação e Governança das Estatais. A este, portanto, é que devemos reivindicar o que outras estatais do mesmo gênero possuem (BB, BNDES, Bco do Nordeste), mas que nos foi negado até o presente momento. Não adianta ficarmos enxovalhando e denegrindo a imagem do nosso Banco no âmbito regional, porque esta atitude só faz piorar a situação que já se encontra bastante deteriorada – no aspecto de atendimento ao público e na parte de Recursos Humanos, no item remuneração – conforme muitas denúncias colhidas ao longo desses anos de incerteza que estamos atravessando. Quanto à CAPAF, também não é coerente destilar nossa bílis contra ela, os Diretores e o atual interventor, pois executam ordens provenientes da PREVIC – Superintendência Nacional de Previdência Complementar, antiga SPC, igualmente sujeita ao mandonismo do DEST, acima citado, de acordo com o dispositivo legal. De igual modo, a Diretoria da CASF, não deve ser constantemente espinafrada, porque os aumentos das contribuições estão em sintonia com os dispositivos estatutários e regulamentares, além de atenderem às necessidades financeiras da instituição, tudo isso aprovado por nossos respectivos representantes. Se, de alguma forma, os salários e suas atualizações, do pessoal da ativa e as complementações dos aposentados e pensionistas, não dão suporte a elas (contribuições), alguma coisa está errada, sendo uma pendência que deve ser discutida na esfera administrativa do BASA. Aliás, a alegada imposição de poderes da Diretoria, do Conselho da CAPAF e do próprio BASA (cantada em prosa e verso), nada tem a ver com os nativos daqui, toda ela é baseada nas Leis anteriores e nas atuais Leis Complementares 108/109 e outros normativos, que regem a previdência complementar. Agora, torna-se necessário esclarecer de maneira definitiva, que os colegas escolhidos (eleitos) para compor a Diretoria e os Conselhos da CAPAF, juntamente com outros elementos indicados pelo governo – de acordo com a lei – repita-se, não eram obrigados a compartilhar de todas as decisões do colegiado, se assim o fizeram, foi certamente por não se sentirem constrangidos. Em resumo, precisamos redirecionar nossas críticas e apelos aos setores certos e nos momentos aprazados, naturalmente munidos de projetos e planos exequíveis, com a devida assistência de políticos (bons) e pessoas influentes para fazê-los chegar aos setores competentes da administração pública federal.
