Conheço o Madison desde quando ele entrou no Banco e participou conosco do antigo DEPES. O Dário Jassé era o seu chefe e sempre me falava da sua capacidade e do seu caráter. Junto com o Zamir e o Botelho formava o tri de pareceristas nota dez da PECON.
Mesmo não sabendo quem é o Bancário Sensato, respeito as suas ideias sobre os novos planos da CAPAF mas mantenho a minha opção pelo BD.
O que não entendo e não admito é que diante de uma situação tão complicada, as pessoas não se respeitem e partam para agressões.
Não concordo quando o Bancário Sensato fala no Madson e sua turma. Não é por aí. Não estamos diante de bandidos enturmados. Estamos diante de pessoas que, dignamente ajudaram a construir o nosso amado Banco da Amazônia. E o Banco não é casa de qualquer um. É casa de gente séria, no passado e no presente.
Leio esta coluna com certa frequência e não concordo quando o Madson condena o anonimato, sem meios termos. Muitas vezes ele é necessário, por motivos de foro íntimo.
Mesmo não sabendo quem é o Bancário Sensato, respeito as suas ideias sobre os novos planos da CAPAF mas mantenho a minha opção pelo BD.
O que não entendo e não admito é que diante de uma situação tão complicada, as pessoas não se respeitem e partam para agressões.
Não concordo quando o Bancário Sensato fala no Madson e sua turma. Não é por aí. Não estamos diante de bandidos enturmados. Estamos diante de pessoas que, dignamente ajudaram a construir o nosso amado Banco da Amazônia. E o Banco não é casa de qualquer um. É casa de gente séria, no passado e no presente.
Leio esta coluna com certa frequência e não concordo quando o Madson condena o anonimato, sem meios termos. Muitas vezes ele é necessário, por motivos de foro íntimo.
