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José Roberto Duarte José Roberto Duarte enviado em 25/10/2011 as 02:00
BASA – DIAGNÓSTICO – PARTE 01/10
SIGLA E LOGOMARCA
I - Apresentação
Sou aposentado do BASA há 15 anos. Saí no dia 30/08/1996 (sexta-feira) e no dia 02/09/1996 (segunda-feira) já estava trabalhando, agora ministrando aulas de conhecimentos bancários e matemática financeira em cursos preparatórios para bancos, atividade essa que até hoje desempenho. Em concursos mais especializados, porém raros em Belém, ministro também a disciplina mercado financeiro. Nesses 15 anos de aposentado me dediquei com muito mais afinco às questões da CAPAF e superficialmente às questões do BASA. Neste ano passei a trabalhar na assessoria da AEBA, o que exigiu, por força da função, uma atualização do que se passa no BASA.
II – O BASA não mudou
Reencontrei o BASA como deixei há 15 anos, apesar do avanço significativo dos mercados interno e externo, cuja base se sustenta na tecnologia de informação e seus avanços vertiginosos no mundo inteiro. Meus comentários, porém, nesta parte 01 de 10 (para não se tornar enfadonho), ainda não será sobre a área de tecnologia de informação, que será objeto de análise nos próximos artigos, mas sim sobre a sigla e logomarca do BASA.
III - Sigla
A sigla BASA foi substituída, em 2002, pelo nome Banco da Amazônia. Dias atrás pedi a um taxista pra me deixar no Banco da Amazônia da Almirante Barroso. Percebi que ele ficou em dúvida e corrigi para BASA e ele exclamou: já sei! A sigla BASA é tão forte que, passados quase 10 anos, o nome Banco da Amazônia ainda não se consolidou no mercado, sendo confundido com Banco do Amazonas, de nosso vizinho Estado. Ano passado, em artigo sobre o BASA e a CAPAF, discorri em um parágrafo sobre esta questão e concluí que houve erro de marketing, não corrigido até agora.
III - Logomarca
Quanto a logomarca, constituído pela letra “A” com traço em forma de onda, não tenho observado nenhuma dúvida, representando muito bem o BASA. Por sinal, gosto mais desta logomarca do que a anterior.
IV – Conclusão
Devem ser deixado de lado orgulhos nefastos à imagem do Banco, bem como os argumentos pífios para as mudanças levadas a efeito, com retorno imediato, oficialmente, da sigla BASA, aproveitando, inclusive, o lado positivo representado pelo atendimento ao costume da comunidade e do mercado de tratarem o Banco da Amazônia pela sigla BASA.
Obs.: no próximo artigo falarei sobre a crise de identidade que o BASA vive permanentemente
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