Para não perder tempo (salvo o minimamente indispensável) com “anônimos irresponsáveis”, ais, abaixo, algumas considerações sobre as duas últimas postagens de tipo da espécie, fazendo referências ao meu nome:
PONTO ZERO UM::
Quando postei a matéria TODO CUIDADO É POCO, vislumbrei ressaltar a quem interessar possa que em meio à avalanche de informações sobre os novos planos da CAPAF há muitos que de má fé tentam purgar as suas responsabilidades na situação a que chegou a CAPAF não medem as consequências que as suas “trucagens” possam reservar ao futuro de eventuais aderentes aos referidos planos.
Naquela postagem, ficou muito claro que enquanto um “anônimo” prometia que o BASA contribuiria na razão de 2 para 1 (participante), a LEI, que o informante conhece Tão bem quanto a palma de sua mão, estabelece, expressamente que o Patrocinador estatal não poderá contribuir senão no limite da contribuição do participante.
Depois de desmascarado, não por mim, mas pela LEI, eis que o anônimo, fingindo ser outrem, agora sofisma dizendo que “se a lei comp.108 não permite paridade 2 por 1, que seja tudo nos conformes” (aliás, nesse hilário disfarce, acabou perdendo o rumo; tonto, não mais conseguiu discernis entre o termo “paridade” acreditando mesmo que numa relação 2 por 1 há paridade). Não bastasse, depois de fazer a irresponsável promessa ao Gilmar Medeiros e ficar a nu, no meio do salão, agora lembra que o foco agora é BD x NOVOS PLANOS. Ora, “Rei Nu”, em relação do BD, o foco, de há muito já não é NOVOS PLANOS e sim o trâmite da Ação Civil Pública da AABA, já sentenciada contra o BASA no TRT/PA, CONFIRMADA em segunda instância e que agora, nada mais é senão uma voraz angustia entre o sonho e o pesadelo a conturbar o psicológico do “Rei Nu” e seus parceiros, inclusive os institucionais BASA/PREVIC/CAPAF.
PONTO DOIS:
Em postagem outra, vazada sob o mesmo estilo redacional, próprio do “anônimo” a que me reportei linhas acima e contendo o mesmo tom “resignado” diante da impossibilidade do BASA contribuir para o PREV AMAZÔNIA com o dobro do participante, um “OUTRO anônimo” rende tributos à PREVIC e ao BASA, que, como sabe “sempre estão tentando o melhor para os aposentados e da ativa”, confessa não ter ido a fundo à informação (certamente a que prestou ao Gilmar Medeiros). Quanto a isso, visto como o simples direito de expressão, nada tenho em reparo. Quanto ao rancor de ter se visto “a nu, perdido no salão”, sem sequer uma folha de parreira para cobrir-lhe a cara pálida, eis que não parece moral, ético nem decente o “anônimo” insinuar tenha eu responsabilidade pelo caos institucional a que chegou a CAPAF, pelo fato de ter sido Conselheiro da Entidade, em momento quando as causas da insolvência já estavam sobejamente claras e reconhecidas pela SPC/PREVIC.
Por detrás dessa astúcia barata, sabe o “anônimo” que as minhas ações nos Conselhos da CAPAF foram todas registradas nas atas dos referidos conselhos; Sabe, sobretudo, que exatamente por ter compulsado - como ele (o “anônimo”), todo o acervo documental que registra as minhas atitudes no CONDEL e CONFIS da CAPAF é que a Comissão de Inquérito instituída pela PREVIC retrocedeu do indiciamento a que, equivocadamente, me submetera através da Ultimação de Instrução (relatório prévio da Comissão), consignando no seu Relatório Final, a minha isenção sobre qualquer responsabilidade nas causas que levaram a CAPAF à Intervenção.
Assim dito, peço vênia aos leitores desta coluna para dirigir-me à S. Majestade, o “Rei Nu”, e “suplicar-lhe”:
1º - Poupe-se, “amado Rei”, de me atribuir-me importância que não tenho. Não fui eu quem foi designado em portaria da PREVIC para apurar as causas que levaram à Intervenção da CAPAF, tampouco as responsabilidades dos administradores e conselheiros que estiveram à frente da Entidade nos últimos 5 anos. Também não me pergunte se os gestores que lá estiveram há mais de 5 anos serão ou não investigados. Bem que tenho conhecimento o suficiente para respondê-lo. Mas não tenho o dever instituído para fazê-lo. Procure a Comissão de Inquérito, o Interventor ou a PREVIC para tirar as suas dúvidas.
2º - A título de sugestão, ab-rogueis, oh grande "Rei", da ilusão de se fazer acreditar como outro senão você mesmo. Mas se, de tudo, resolveis continuar nessa tolice, que sejas mais cuidadoso e que nas suas postagens futuras, o seu estilo redacional e, no caso, o mesmo consolo patético acerca das contribuições para o PREV AMAZÔNIA (de participantes e patrocinador), estampados na postagem anterior sejam a marca indelével da autoria das suas dissimulações.
PONTO ZERO UM::
Quando postei a matéria TODO CUIDADO É POCO, vislumbrei ressaltar a quem interessar possa que em meio à avalanche de informações sobre os novos planos da CAPAF há muitos que de má fé tentam purgar as suas responsabilidades na situação a que chegou a CAPAF não medem as consequências que as suas “trucagens” possam reservar ao futuro de eventuais aderentes aos referidos planos.
Naquela postagem, ficou muito claro que enquanto um “anônimo” prometia que o BASA contribuiria na razão de 2 para 1 (participante), a LEI, que o informante conhece Tão bem quanto a palma de sua mão, estabelece, expressamente que o Patrocinador estatal não poderá contribuir senão no limite da contribuição do participante.
Depois de desmascarado, não por mim, mas pela LEI, eis que o anônimo, fingindo ser outrem, agora sofisma dizendo que “se a lei comp.108 não permite paridade 2 por 1, que seja tudo nos conformes” (aliás, nesse hilário disfarce, acabou perdendo o rumo; tonto, não mais conseguiu discernis entre o termo “paridade” acreditando mesmo que numa relação 2 por 1 há paridade). Não bastasse, depois de fazer a irresponsável promessa ao Gilmar Medeiros e ficar a nu, no meio do salão, agora lembra que o foco agora é BD x NOVOS PLANOS. Ora, “Rei Nu”, em relação do BD, o foco, de há muito já não é NOVOS PLANOS e sim o trâmite da Ação Civil Pública da AABA, já sentenciada contra o BASA no TRT/PA, CONFIRMADA em segunda instância e que agora, nada mais é senão uma voraz angustia entre o sonho e o pesadelo a conturbar o psicológico do “Rei Nu” e seus parceiros, inclusive os institucionais BASA/PREVIC/CAPAF.
PONTO DOIS:
Em postagem outra, vazada sob o mesmo estilo redacional, próprio do “anônimo” a que me reportei linhas acima e contendo o mesmo tom “resignado” diante da impossibilidade do BASA contribuir para o PREV AMAZÔNIA com o dobro do participante, um “OUTRO anônimo” rende tributos à PREVIC e ao BASA, que, como sabe “sempre estão tentando o melhor para os aposentados e da ativa”, confessa não ter ido a fundo à informação (certamente a que prestou ao Gilmar Medeiros). Quanto a isso, visto como o simples direito de expressão, nada tenho em reparo. Quanto ao rancor de ter se visto “a nu, perdido no salão”, sem sequer uma folha de parreira para cobrir-lhe a cara pálida, eis que não parece moral, ético nem decente o “anônimo” insinuar tenha eu responsabilidade pelo caos institucional a que chegou a CAPAF, pelo fato de ter sido Conselheiro da Entidade, em momento quando as causas da insolvência já estavam sobejamente claras e reconhecidas pela SPC/PREVIC.
Por detrás dessa astúcia barata, sabe o “anônimo” que as minhas ações nos Conselhos da CAPAF foram todas registradas nas atas dos referidos conselhos; Sabe, sobretudo, que exatamente por ter compulsado - como ele (o “anônimo”), todo o acervo documental que registra as minhas atitudes no CONDEL e CONFIS da CAPAF é que a Comissão de Inquérito instituída pela PREVIC retrocedeu do indiciamento a que, equivocadamente, me submetera através da Ultimação de Instrução (relatório prévio da Comissão), consignando no seu Relatório Final, a minha isenção sobre qualquer responsabilidade nas causas que levaram a CAPAF à Intervenção.
Assim dito, peço vênia aos leitores desta coluna para dirigir-me à S. Majestade, o “Rei Nu”, e “suplicar-lhe”:
1º - Poupe-se, “amado Rei”, de me atribuir-me importância que não tenho. Não fui eu quem foi designado em portaria da PREVIC para apurar as causas que levaram à Intervenção da CAPAF, tampouco as responsabilidades dos administradores e conselheiros que estiveram à frente da Entidade nos últimos 5 anos. Também não me pergunte se os gestores que lá estiveram há mais de 5 anos serão ou não investigados. Bem que tenho conhecimento o suficiente para respondê-lo. Mas não tenho o dever instituído para fazê-lo. Procure a Comissão de Inquérito, o Interventor ou a PREVIC para tirar as suas dúvidas.
2º - A título de sugestão, ab-rogueis, oh grande "Rei", da ilusão de se fazer acreditar como outro senão você mesmo. Mas se, de tudo, resolveis continuar nessa tolice, que sejas mais cuidadoso e que nas suas postagens futuras, o seu estilo redacional e, no caso, o mesmo consolo patético acerca das contribuições para o PREV AMAZÔNIA (de participantes e patrocinador), estampados na postagem anterior sejam a marca indelével da autoria das suas dissimulações.
