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OS NOVOS, sem Previdência Complementar (por Madison Paz de Souza OS NOVOS, sem Previdência Complementar (por Madison Paz de Souza enviado em 28/11/2012 as 02:00
Em postagem específica o Francisco Ribeiro tece uma série de considerações e afirmações a respeito da atuação do Raimundo Nonato em face das questões que envolvem a crise da CAPA,

Não obstante, a resposta já emitida pelo Nonato e apenas para efeito de reflexão, até porque, como o Nonato, também sou definitivamente contra os Planos Saldados da CAPAF, com o devido respeito ao Francisco Ribeiro, ressalto:

a) - Desde novembro/2009 (há quase três anos, portanto), além dos Planos Saldados da CAPAF, a PREVIC aprovou e registrou no seu Registro de Planos de Previdência, o PREV AMAZÔNIA, um novo plano de previdência complementar a ser administrado pela CAPAF, previamente destinado aos novos funcionários do Banco - no caso do Francisco Ribeiro, salvo engano. E mais, não só aprovou como determinou a implantação de todos os planos aprovados. Parece equivocado, portanto, atribuir-se a outrem senão à CAPAF (como gestora) e ao BASA (como patrocinador) a responsabilidade porque os novos empregados do BASA continuem sem plano de previdência complementar. Com regras próprias da modalidade CD, a mesma que embasou o AMAZONVIDA, a implantação do PREV AMAZÔNIA talvez ainda não foi cobrada pela PREVIC (que a autorizou, sem condicionantes quaisquer) em face das responsabilidades que a entidade, como sucessora da SPC, tem consignadas em seu desfavor no que tange ao estado de degradação institucional a que chegou a CAPAF;

b) - Quando se trata de CAPAF e o direito à previdência complementar, nada mais venal se constata que a sórdida estratégia promovida por atores facilmente identificáveis, com o deliberado propósito de fomentar sentimentos e comportamentos quase bélicos entre o pessoal da ativa e aposentados do BASA. Verdadeiramente lamentável e algo que precisamos administrar com equilíbrio e inteligência emocional para evitar desgastes, agressões gratuitas e tantos outros percalços mais agudos, impróprios à nosso própria higidez mental e psicológica.
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